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Notícias

Ação da PF combate lavagem de dinheiro do garimpo na terra Yanomami

por Agência Brasil 5 de junho de 2025
Escrito por Agência Brasil

A Polícia Federal realizou nesta quarta-feira (4), a segunda fase da Operação Illegal Mining, para desmobilizar um esquema de lavagem de dinheiro ligado ao garimpo ilegal no território indígena Yanomami, no estado de Roraima.

Foram cumpridos cinco mandados de busca e apreensão e determinadas medidas cautelares de sequestro de bens e valores nos estados de Roraima e Amazonas, com foco nas cidades de Boa Vista (RR) e Manacapuru (AM).

As investigações revelaram movimentações financeiras que ultrapassam R$ 39 milhões, valor considerado incompatível com as atividades econômicas declaradas pelos investigados ou com as atividades das empresas de mineração e comercialização de ouro envolvidas no esquema.

Em outra ação na terra Yanomami no dia 14 de maio, o Comando Conjunto das Forças Armadas desmobilizou um garimpo ilegal na terra Yanomami, em Roraima. A ação repressiva foi realizada pelas Forças Armadas.

A operação teve como foco principal a desmobilização de garimpos e a inutilização de equipamentos empregados na atividade ilegal, na região conhecida como “João Doido”, ao norte de Roraima.

5 de junho de 2025 0 comentários
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Notícias

Moraes abre inquérito para investigar Zambelli por coação e obstrução

por Agência Brasil 5 de junho de 2025
Escrito por Agência Brasil


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O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta quarta-feira (4) a abertura de um inquérito para investigar a deputada federal Carla Zambelli (PL-SP) pelos crimes de coação no curso do processo e obstrução de investigação.

A medida foi tomada após a parlamentar afirmar durante uma entrevista que, após ter fugido do Brasil, pretende permanecer nos Estados Unidos e pedir asilo político ao governo do presidente Donald Trump.

Notícias relacionadas:

  • STF realizará sessão virtual para julgar recurso de Zambelli .
  • Alexandre de Moraes decreta prisão de Carla Zambelli.
  • Deputada Carla Zambelli, condenada pelo STF, deixa o Brasil.

No entendimento de Moraes, a deputada pretende adotar o “mesmo modus operandi” utilizado pelo deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) para a “prática de condutas ilícitas”.

O filho de Bolsonaro também está nos Estados Unidos e é alvo de um inquérito pela suspeita de incitar o governo norte-americano a adotar medidas contra Moraes e outras autoridades brasileiras.

Na mesma decisão, o ministro determinou que Zambelli preste depoimento à Polícia Federal no prazo de 10 dias. A oitiva poderá ser por escrito.

Além disso, Moraes solicitou ao Banco Central a lista de pessoas que enviaram valores por meio de PIX para a parlamentar, que fez uma “vaquinha” na internet após ser condenada pelo STF.

Mais cedo, Moraes determinou a prisão da deputada, a inclusão do nome da parlamentar na lista de procurados da Interpol e a suspensão das redes sociais.

Ontem (3) , em entrevista a uma rádio do interior de São Paulo, Zambelli disse que saiu do país para fazer um tratamento de saúde e que vai pedir licença do mandato.  A deputada está nos Estados Unidos e afirmou que pretende ir para a Itália por ter cidadania italiana. 

A prisão foi determinada após a Procuradoria-Geral da República (PGR) solicitar a medida ao Supremo. Para a PGR, ela fugiu do Brasil para evitar o cumprimento da condenação.

5 de junho de 2025 0 comentários
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Notícias

STF realizará sessão virtual para julgar recurso de Zambelli 

por Agência Brasil 5 de junho de 2025
Escrito por Agência Brasil


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A Primeira Turma Supremo Tribunal Federal (STF) marcou para sexta-feira (6) uma sessão sessão virtual para julgar o recurso apresentado pela defesa da deputada Carla Zambelli (PL-SP) contra a decisão que condenou a parlamentar a 10 anos de prisão pela invasão ao sistema eletrônico do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), ocorrido em 2023.

O julgamento será iniciado às 11h e será finalizado às 23h59 do mesmo dia. A solcitação de data para o julgamento foi feita pelo relator do caso, ministro Alexandre de Moraes.

Notícias relacionadas:

  • PF pede inclusão de Zambelli na lista de procurados da Interpol.
  • Alexandre de Moraes decreta prisão de Carla Zambelli.
  • Carla Zambelli recorre para derrubar condenação a 10 anos de prisão.

Caso o recurso seja rejeitado pela maioria dos ministros, Moraes poderá determinar a execução da condenação da deputada. Dessa forma, a prisão de Zambelli deixaria de ser preventiva e passaria a ser motivada para o cumprimento da pena.

Mais cedo, Moraes determinou a prisão da deputada, a inclusão do nome da parlamentar na lista de procurados da Interpol e a suspensão das redes sociais.

Ontem (3), em entrevista a uma rádio do interior de São Paulo, Zambelli disse que saiu do país para fazer um tratamento de saúde e que vai pedir licença do mandato.  A deputada está nos Estados Unidos e afirmou que pretende ir para a Itália por ter cidadania italiana. 

A prisão foi determinada após a Procuradoria-Geral da República (PGR) solicitar a medida ao Supremo. Para a PGR, ela fugiu do Brasil para evitar o cumprimento da condenação.

No recurso, a defesa pediu  a absolvição da deputada e afirma que houve cerceamento de defesa pela falta de acesso a todas as provas produzidas durante a investigação.

Os advogados também contestaram a condenação de Zambelli ao pagamento de R$ 2 milhões em danos coletivos.

“Não há critérios objetivos que possam quantificar e precisar, ainda que grosseiramente, o prejuízo sofrido pela administração da justiça, de modo que a fixação de indenização em patamar milionário decorre de discricionariedade do julgador sem amparo em critérios objetivos”, afirmaram os advogados.

Após a fuga, o advogado Daniel Bialski deixou a defesa da deputada. Moraes determinou que a defesa seja feita pela Defensoria Pública da União (DPU).

5 de junho de 2025 0 comentários
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Meta diz ao STF que cumpriu suspensão de perfis de Zambelli

por Agência Brasil 5 de junho de 2025
Escrito por Agência Brasil


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Os advogados da plataforma Meta, que opera as redes sociais Facebook, Instagram e Facebook, informaram ao Supremo Tribunal Federal (STF) que cumpriram a determinação do ministro Alexandre de Moraes para suspender perfis ligados à deputada Carla Zambelli (PL-SP).

Segundo os advogados, a ordem do ministro foi “devidamente processada” e as publicações foram preservadas, conforme a determinação.

Notícias relacionadas:

  • MPF entra com ação contra influenciador por discurso transfóbico .
  • PF pede inclusão de Zambelli na lista de procurados da Interpol.
  • STF suspende sessão sobre responsabilização das redes sociais .

Mais cedo, Moraes determinou a prisão da deputada, a inclusão do nome da parlamentar na lista de procurados da Interpol e a suspensão das redes sociais.

A prisão foi determinada após a Procuradoria-Geral da República (PGR) solicitar a medida ao Supremo. Para a PGR, ela fugiu do Brasil para evitar o cumprimento da condenação.

Ontem, em entrevista a uma rádio do interior de São Paulo, Zambelli disse que saiu do país para fazer um tratamento de saúde e que vai pedir licença do mandato. A deputada está nos Estados Unidos e afirmou que pretende ir para a Itália por ter cidadania italiana.

A fuga ocorreu menos de um mês após a deputada ser condenada pelo Supremo a 10 anos de prisão pela invasão ao sistema eletrônico do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), ocorrido em 2023. A deputada também terá que pagar R$ 2 milhões em danos coletivos. O processo está em fase de recurso.

De acordo com as investigações, Zambelli foi a autora intelectual da invasão para emissão de um mandato falso de prisão contra o ministro Alexandre de Moraes. Segundo as investigações, o hackeamento foi executado por Walter Delgatti, que também foi condenado e confirmou ter realizado o trabalho a mando da parlamentar.

Defesa

Após Zambelli informar que saiu do Brasil, o advogado Daniel Bialski deixou a defesa da deputada. Moraes determinou que o trabalho seja feito pela Defensoria Pública da União (DPU). 

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Notícias

Ancelotti demonstra confiança antes de estreia no comando da seleção

por Agência Brasil 5 de junho de 2025
Escrito por Agência Brasil


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O técnico italiano Carlo Ancelotti demonstrou confiança e afirmou que espera fazer o melhor trabalho possível no comando da seleção brasileira. A declaração foi dada nesta quarta-feira (4), em entrevista coletiva concedida um dia antes do jogo contra o Equador pelas Eliminatórias Sul-Americanas para a Copa do Mundo.

“Penso que estar aqui é algo muito bonito para a minha carreira, treinar uma seleção pela primeira vez, ainda mais a seleção do Brasil, que não é uma qualquer. Histórica. Tenho uma grande ilusão, motivação para fazer o melhor possível e tentar chegar ao objetivo final. Me dá muita confiança o que vejo, os jogadores, a gana que os jogadores têm para vestir a camisa amarela”, disse Ancelotti.

Notícias relacionadas:

  • Marquinhos espera que seleção se adapte rapidamente a Ancelotti.
  • Com Casemiro e sem Neymar, Ancelotti faz primeira convocação na CBF.
  • Ancelotti projeta “melhor versão” de Vinícius Júnior na Seleção.

Apesar do pouco tempo de trabalho com o selecionado brasileiro, o técnico italiano deixou claro que espera uma boa atuação: “Uma equipe que luta, que joga bem futebol. Muitos jogadores com capacidade, extraordinários e queremos ver isso”. Porém, Ancelotti afirmou que espera dificuldades diante do Equador, um time que “está jogando bem e é organizado”, e que “será um ótimo teste”.

O Brasil mede forças com o Equador a partir das 20 horas (de Brasília) da próxima quinta-feira (5) no estádio Monumental Isidro Romero Carbo, em Guayaquil. A Rádio Nacional transmite ao vivo.

5 de junho de 2025 0 comentários
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Notícias

Agência ambiental multa empresas que derramaram corantes em Jundiaí

por Agência Brasil 5 de junho de 2025
Escrito por Agência Brasil


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A Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb) informou ter multado a fabricante e a transportadoras envolvidas no vazamento de corantes que atingiu um córrego e chegou ao Rio Jundiaí, em 13 de maio. Cada empresa foi autuada em R$ 370,2 mil.

O acidente causou o derramamento de 2 mil litros de corante azul no bairro Jardim das Tulipas, em Jundiaí, no interior paulista, após uma carreta perder os freios e colidir com um poste. Peixes, aves e capivaras foram afetados e tingidos de azul. 

Notícias relacionadas:

  • Jundiaí apura vazamento de corante que tingiu aves em parque.

O corante também chegou ao Rio Jundiaí, alterando a coloração da água e gerando alerta em municípios da região, que dependem dessas águas para o abastecimento.

A Cetesb orientou as ações emergenciais para conter e diluir o produto. 

“Além das multas, o fabricante deverá adotar medidas de segurança para prevenir novos acidentes, incluindo sistemas de contenção e protocolos de carga e descarga, processo que será acompanhado pela Companhia”, diz a nota da empresa. 

5 de junho de 2025 0 comentários
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Finep, Petrobras e BNDE lançam fundo para transição energética

por Agência Brasil 5 de junho de 2025
Escrito por Agência Brasil


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O edital de chamada pública para a seleção de gestor e estruturação de Fundo de Investimento em Participações (FIP), na modalidade Corporate Venture Capital (CVC), foi lançado nesta quarta-feira (4) pelo Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), a Petrobras e a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep).

Destinado aos negócios de transição energética e de descarbonização, o fundo tem como objetivo investir em participações minoritárias em startups e micro, pequenas e médias empresas de base tecnológica que possuam soluções inovadoras nas áreas de energias renováveis e de baixo carbono no Brasil.

Notícias relacionadas:

  • Percepções sobre clima se concentram em impactos do cotidiano.
  • Estudo aponta alto retorno nos investimentos em adaptação climática.
  • Edital do BNDES destina R$ 43 milhões para proteção de ilhas oceânicas.

Os investimentos serão destinados à geração de energia renovável, armazenamento de energia e eletromobilidade, combustíveis sustentáveis, captura de carbono utilização e estocagem e descarbonização de Operações.

O investimento se dará no Brasil. As startups alvo devem possuir ao menos soluções validadas e início de receitas recorrentes (de Seed a Series B).

Investimentos

A Petrobras prevê investir até R$ 250 milhões, limitado a 49% do fundo, o BNDES até R$ 125 milhões, limitado a 25% do fundo, e a Finep, com recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT), R$ 60 milhões.

Além dos cotistas âncora, o fundo tem potencial para receber aportes de outros investidores, podendo alcançar investimento total de até R$ 500 milhões. O gestor do fundo selecionado por meio do edital terá independência para as decisões de investimentos, além de autoridade para agir em nome do fundo. A expectativa é que o processo de seleção seja concluído em outubro e as operações sejam iniciadas no primeiro semestre de 2026. O prazo total do FIP será de até 12 anos.

A iniciativa é uma das ações do Acordo de Cooperação Técnica, assinado em junho de 2023, para formação da Comissão Mista BNDES-Petrobras, voltada para as áreas de óleo e gás, com focos em pesquisa científica, transição energética e descarbonização e desenvolvimento produtivo e governança. 

Segundo o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, o novo fundo é convergente com a estratégia de atuação do Sistema BNDES e com a missão da Nova Indústria Brasil, que busca impulsionar a bioeconomia, a descarbonização e transição e segurança energéticas para garantir os recursos para as futuras gerações.

Investir na transição climática, por meio de inovação, é investir no futuro. É a chave para impulsionar uma economia sustentável e resiliente diante dos desafios globais”, afirmou.

A presidente da Petrobras, Magda Chambriard, disse que por meio do programa de CVC será possível fomentar ideias e modelos de negócios inovadores, aproximando ainda mais a Petrobras do ecossistema de inovação e reforçando nossa liderança na transição energética justa.

“Ter parceiros experientes nesta construção, como BNDES e Finep, traz mais solidez para esta ação”, afirmou Magda.

Para o diretor diretor financeiro da Finep, Marcio Stefanni, pela Nova Indústria Brasil, foi dado mais um salto na integração à política de aumento do protagonismo da indústria na composição do PIB nacional.

“Estamos seguros de que é o melhor caminho, o setor produtivo está carente de fundos desse tipo e a parceria de fomento vem solucionar uma demanda do mercado”, destacou.

O novo módulo promove uma série de iniciativas para intensificar a integração com o ecossistema de inovação, em especial, instituições de ciências e tecnologia, universidades, startups, empresas de diferentes setores e pesquisadores empreendedores.

5 de junho de 2025 0 comentários
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São João na Rede: Paraíba leva festejos juninos a comunidades rurais

por Agência Brasil 5 de junho de 2025
Escrito por Agência Brasil


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A cidade do Conde, no litoral sul da Paraíba, será a primeira parada do projeto São João na Rede, da Secretaria de Cultura do estado. Os moradores do sítio Mata da Chica vão receber feiras de gastronomia e artesanato e assistir a apresentações de quadrilhas juninas e shows do trio Os Bem Chegados, da banda Forró Caçuá e da cantora Lucy Alves.

O secretário de Cultura da Paraíba, Pedro Santos, explica que a programação tem endereço certo na edição deste ano do projeto: 

Notícias relacionadas:

  • Arqueóloga Niède Guidon morre aos 92 anos.
  • Shows de forró animam a festa de São João de Caruaru neste domingo.
  • Edital destina R$ 550 mil para ações que fomentem leitura e escrita.

“A gente só vai fazer São João nos sítios, lembrando os velhos festejos de Luiz Gonzaga, de Jackson de Pandeiro, de Marinês. Eles usavam aquele carro, uma D20, que parava, eles montavam o som em cima do carro e faziam o show ali. Vai ser algo parecido com isso, só que ao invés de uma D20, a gente tem um caminhão cheio de LED, cheio de luz, cheio de pirotecnia.”

A ideia é levar o São João para onde geralmente não chega a festa mais tradicional da região nordeste. Esse ano, as crianças também serão contempladas na programação, com a história do forró sendo contada por meio de um teatro de bonecos. 

O São João na Rede está na sexta edição e começou durante a pandemia da covid-19, quando a valorização do forró tradicional acontecia somente em transmissões ao vivo nas redes sociais. Agora, em 2025, comunidades rurais de 12 cidades da Paraíba vão receber as atrações.

Arraiá Brasil

A EBC exibirá os principais festejos juninos do Nordeste na tela da TV Brasil nas ondas da Rádio Nacional. Serão transmitidas, ao vivo, as festas de Campina Grande, na Paraiba, de Caruaru, em Pernambuco, e de Salvador e Amargosa, na Bahia.

Serão 24 dias com 110 horas de transmissão, sempre às quintas, sextas, sábados, domingos e segundas-feiras, até o dia 30 de junho. Na TV, a cobertura ganhou o slogan Do xote ao Baião, TV Brasil é São João.

As transmissões contam com emissoras parceiras PREF TV de Caruaru, TVE Bahia e TV UERN, da Universidade Estadual do Rio Grande do Norte, e com a Prefeitura de Campina Grande.

O Arraiá Brasil também pode ser acompanhado online, pelos aplicativos TV Brasil play e EBC Rádios.

5 de junho de 2025 0 comentários
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PF pede inclusão de Zambelli na lista de procurados da Interpol

por Agência Brasil 5 de junho de 2025
Escrito por Agência Brasil


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A Polícia Federal pediu à Organização Internacional de Polícia Criminal (Interpol) a inclusão do nome da deputada Carla Zambelli no alerta internacional para localizar pessoas procuradas pela Justiça. Zambelli teve a prisão decretada nesta quarta-feira (4) pelo ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes, após ter anunciado que deixou o país.

Além do bloqueio dos passaportes, Moraes determinou que a Polícia Federal tome as providências necessárias para que o nome de Carla Zambelli seja incluído na lista da Interpol, bem como informe o atual paradeiro da deputada para que sua extradição seja solicitada às autoridades do respectivo país.

Notícias relacionadas:

  • Alexandre de Moraes decreta prisão de Carla Zambelli.
  • PGR pede ao Supremo prisão de Carla Zambelli .

A decisão de Moraes atende ao pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR) feito nesta terça-feira (3). Para Moraes, a decretação da prisão está plenamente justificada, já que Zambelli deixou o Brasil semanas após a Primeira Turma do STF condená-la a dez anos de prisão. 

Zambelli foi condenada pela Primeira Turma do STF por invadir o sistema eletrônico do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), com o auxílio do hacker Walter Delgatti, condenado a 8 anos e 3 meses de prisão no mesmo processo.

Em nota, a deputada Carla Zambelli afirma que decisão de a prisão é ilegal, inconstitucional e autoritária. Segundo ela, esse tipo de medida não poderia ser feita de forma monocrática. 

5 de junho de 2025 0 comentários
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Notícias

Influencer Mizael, “advogado” de Moraes, será recebido no STF

por Metrópoles 5 de junho de 2025
Escrito por Metrópoles

O Supremo Tribunal Federal (STF) convidou o humorista Mizael Silva para visitar a corte em agosto em uma ação que abre as portas da Corte para influenciadores.

O convite foi publicado na conta do Instagram do humorista, que se apresenta em seus vídeos como “advogado de Alexandre de Moraes”.

“Dr. Mizael, advogado de Alexandre de Moraes, favor checar seu inbox da melhor forma”, diz a mensagem enviada pelo STF e divulgada pelo humorista.

O influencer paraibano tem cerca de 3,3 milhões de seguidores no Instagram e 898 mil no Youtube, onde publica seus vídeos.

Print de comentário do STF em publicação do influenciador MizaelPrint de comentário do STF em publicação do influenciador Mizael

Ele produz uma série de vídeos chamada “De Mala e Cúia”, em que faz visitas a locais públicos em cidades do Brasil abordando pessoas pelas ruas. Embora a maioria dos vídeos seja em cidades do Nordeste, o último publicado por ele foi gravado na Rocinha, no Rio de Janeiro.

Nas abordagens, ele se apresenta como advogado do ministro Alexandre de Moraes e, ao lado de Waldez, seu câmera, faz abordagens em tom descontraído em que usa os bordões “da melhor forma”, “Waldez, isso é ao vivo” e outras sacadas.

A assessoria do Supremo confirmou o convite e informou que Mizael vai participar do evento “Leis e likes: papel do Judiciário e influência digital”, previsto para acontecer nos dias 13 e 14 de agosto.

Ao todo, 25 influenciadores e criadores de conteúdo devem participar do encontro.

Segundo o STF, em 2024, na primeira edição do evento, “fomentou a criação de uma rede de apoio ao Tribunal que, em collabs posteriores, tem feito com que mensagens-chave do Supremo cheguem a não seguidores do perfil @supremotribunalfederal, ampliando organicamente a presença digital da Corte”.

5 de junho de 2025 0 comentários
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Serviço voltado a cegos é fechado por Tarcísio para atender autistas

por Metrópoles 5 de junho de 2025
Escrito por Metrópoles

O governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) desativou a única unidade estadual voltada ao acolhimento social de pessoas com deficiência visual da cidade de São Paulo para inaugurar um centro para a população autista.

Em 2024, a gestão decidiu fechar o Serviço de Reabilitação Lucy Montoro Jardim Humaitá, que oferecia, além de atendimento de saúde, atividades culturais, de lazer e inclusão social para pessoas cegas e de baixa visão, para a construção do Centro TEA Paulista – inaugurado nesta quarta-feira (4/6) com a presença do governador e de outras autoridades.

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Entenda o caso

  • Segundo a Secretaria estadual da Pessoa com Deficiência, os antigos pacientes foram encaminhados temporariamente para a unidade do Centro Lucy Montoro no Hospital das Clínicas. Lá, eles têm recebido acompanhamento médico, mas as atividades de acolhimento social ficaram suspensas.
  • O Metrópoles apurou que a ideia da gestão Tarcísio é transferir esse público em definitivo para a unidade Lucy Montoro na Lapa, local que está em obras e deve ser reaberto somente no final deste mês. Ainda assim, na Lapa, os pacientes não terão acesso às atividades de acolhimento social que tinham no Humaitá.
  • Como a unidade desativada era a única do sistema estadual que oferecia esse serviço na capital, as pessoas com deficiência visual que dependiam do serviço estão há seis meses desassistidas.

Descartados

Ricardo Silva Bezerra, de 46 anos, era um dos usuários do serviço no Humaitá. “Eu fazia curso de escrita em braille e ele foi cortado pela metade porque o centro fechou antes do encerramento do curso”, conta. Ele diz concordar que a população autista precise de espaços voltados a ela, mas critica a decisão do governo de substituir um atendimento pelo outro.

“Não adianta você atender um público e descartar o outro. Tem pessoas que não tinham condição nenhuma, na época que o centro [para pessoas com deficiência visual] foi fechado, de ficar sem atendimento psicológico e os outros serviços que aconteciam ali”, afirma.

Em 2024, os então pacientes da unidade fizeram protestos contra o fechamento, acionaram o Ministério Público do estado (MPSP), e reuniram mais de duas mil assinaturas em um abaixo-assinado que pedia pela continuidade do serviço, mas as ações não surtiram efeito.

Durante o evento desta quarta (4/6), o secretário de estado da Pessoa com Deficiência, Marcos da Costa, sugeriu que essas pessoas podem continuar acessando os serviços de acolhimento no agora Centro TEA, ainda que os atendimentos médicos sejam redirecionados à unidade do Lucy Montoro na Lapa — que fica a oito quilômetros do Jardim Humaitá.

“A parte de saúde do Lucy Montoro [do Humaitá], da reabilitação de saúde, essa vai ser atendida na unidade Lapa, que fica pertinho. Está sendo feita uma grande reforma e com uma qualidade profissional melhor. Nós vamos ter profissionais ligados à saúde fazendo a reabilitação visual. O lado do acolhimento social, por exemplo o tanque vôlei, que é uma atividade que os cegos gostam, vai ser oferecido aqui [Centro TEA]. Então a parte do acolhimento do ambiente para a pessoa com deficiência, para a pessoa cega, também vai ser oferecido aqui no centro”, disse o secretário Marcos da Costa.

5 imagensGovernador visitou instalações do Centro TEA na zona oesteUnidade foi inaugurada em local onde antes havia serviço de atendimento a população com deficiência visualMuro do Centro TEA Paulista tem símbolo de autismoCentro TEA Paulista, no Jardim Humaitá, zona oeste de São PauloFechar modal.1 de 5

Tarcísio inaugurou Centro TEA ao lado de secretários e aliados

Pablo Jacob/Governo do Estado de SP2 de 5

Governador visitou instalações do Centro TEA na zona oeste

Pablo Jacob/Governo do Estado de SP3 de 5

Unidade foi inaugurada em local onde antes havia serviço de atendimento a população com deficiência visual

Pablo Jacob/Governo do Estado de SP4 de 5

Muro do Centro TEA Paulista tem símbolo de autismo

Pablo Jacob/Governo do Estado de SP5 de 5

Centro TEA Paulista, no Jardim Humaitá, zona oeste de São Paulo

Pablo Jacob/Governo do Estado de SP

Número de atendimentos

O Centro Lucy Montoro Humaitá oferecia três tipos de atendimentos às pessoas com deficiência visual: o programa de apoio à inclusão, com iniciativas voltadas à educação, trabalho e ações culturais; os cursos de formação de orientação e mobilidade; e o programa de reabilitação visual, com serviço de avaliação e atendimento terapêutico.

Em 2024, esses serviços de acolhimento social, o programa de apoio e os cursos de formação contabilizaram mais de 6 mil atendimentos, segundo dados divulgados pela Associação Paulista para o Desenvolvimento da Medicina (SPDM), que administrava o local.

Em 2025, contudo, os dados mostram que o serviço de cursos de formação e mobilidade foi totalmente extinto, enquanto que os atendimentos de apoio aconteceram somente para 16 pessoas em janeiro, último mês de contrato com a SPDM, com 31 atendimentos registrados no mês.

Promessa eleitoral

O centro TEA aberto nesta quarta-feira (4/6) é o segundo desse modelo inaugurado na cidade de São Paulo este ano. Em abril, a Prefeitura de São Paulo inaugurou o Centro Municipal para Pessoas com Transtorno do Espectro do Autismo ‘’Dra. Marina Magro Beringhs Martinez’’, em Santana, na zona norte da capital.

O projeto faz parte de uma promessa eleitoral do prefeito Ricardo Nunes (MDB), que deve entregar outros três equipamentos desse tipo até 2028.Já a gestão estadual deseja implementar um centro para cada região administrativa do estado.

5 de junho de 2025 0 comentários
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Mudança na cúpula da PCDF reestrutura áreas estratégicas. Confira

por Metrópoles 5 de junho de 2025
Escrito por Metrópoles

A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) passará por uma nova reorganização em sua cúpula. O delegado Saulo Ribeiro Lopes será o novo delegado-geral adjunto, em substituição ao delegado Benito Tiezzi, que será transferido para a Secretaria de Segurança Pública do DF.

A mudança será oficializada nesta quarta-feira (4/6) e marca uma nova fase na gestão da corporação, que segue sob o comando do delegado-geral José Werick.

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Até então, Saulo ocupava o cargo de diretor do Departamento de Inteligência, Tecnologia e Gestão da Informação (DGI) da PCDF, posição estratégica na estrutura organizacional da Polícia Civil.

Com a mudança, o delegado Kleber Luiz da Silva Júnior, que exercia a função de assessor-chefe da Assessoria Institucional, assumirá a chefia do DGI. Já a Assessoria Institucional passará a ser comandada pela delegada Anie Rampon Barreto, que será nomeada assessora-chefe.

Perfil do novo delegado-geral adjunto

Delegado de polícia desde 2006, Saulo Ribeiro Lopes é bacharel em Direito pela Universidade de Itaúna (MG) e pós-graduado em Gestão Pública pela Faculdade Metropolitana.

Ao longo de sua carreira, acumulou passagens por áreas operacionais e de inteligência da PCDF. Atuou como delegado chefe-adjunto das 23ª e 15ª Delegacias de Polícia, foi assessor da Coordenação de Operações Policiais Especiais e dirigiu a Divisão de Operações Aéreas entre 2012 e 2019.

Desde janeiro de 2019, estava à frente do DGI. Além disso, integra comitês e conselhos estratégicos, como o Comitê Gestor de Tecnologia da Informação e Comunicação (CGTIC), o Comitê de Segurança da Informação (CGSIC) e o Comitê Permanente de Análise e Repressão à Lavagem de Dinheiro.

Ele também é vice-presidente do Comitê Nacional de Chefes de Inteligência das Polícias Civis para as gestões 2021/2023 e 2023/2025, além de membro nato do Conselho Superior de Polícia Civil do DF desde sua criação, em junho de 2022.

5 de junho de 2025 0 comentários
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Cassações em massa podem fortalecer esquerda e dificultar gestão Nunes

por Metrópoles 5 de junho de 2025
Escrito por Metrópoles

As possíveis cassações do vereador Rubinho Nunes (União Brasil) e da bancada do PP na Câmara Municipal de São Paulo podem alterar a correlação de forças entre as bancadas de direita e esquerda no Legislativo paulistano. Caso se concretizem, as perdas de mandato devem dar três cadeiras adicionais para a oposição do prefeito Ricardo Nunes (MDB), que atualmente engloba 18 dos 55 vereadores da Casa.

O PP é alvo de uma ação que pede a cassação da própria chapa eleita para a Câmara, composta por Janaína Paschoal, Major Palumbo, Dr. Murillo Lima e Sargento Nantes. O motivo é uma suposta fraude na cota mínima de 30% para candidaturas femininas. O Ministério Público Eleitoral já se manifestou favoravelmente à cassação. O PP de São Paulo nega as irregularidades.

Já Rubinho Nunes teve o mandato cassado na última sexta-feira (30/5) pela Justiça Eleitoral por ter publicado um laudo falso que indicaria um suposto consumo de drogas do deputado federal Guilherme Boulos (PSol), candidato à Prefeitura de São Paulo à época, em 2024. A decisão, no entanto, não tem efeito imediato e o vereador irá recorrer. Ele só deixará a cadeira após o trânsito em julgado.

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Quem pode assumir

De acordo com os cálculos feitos pelo advogado eleitoral Paulo Mello, a pedido do Metrópoles, caso Rubinho Nunes tenha a cassação confirmada, o União perderia uma vaga com a anulação dos mais de 100 mil votos do vereador, mas manteria suas outras seis cadeiras. Quem “herdaria” a vaga seria Manoel Del Rio (PT), que obteve 30.292 votos.

“A vaga decorrente da anulação dos votos de Rubinho seria redistribuída de acordo com o novo cálculo do quociente eleitoral, e a Federação Brasil da Esperança (PT, PV, PCdoB) seria beneficiada com essa cadeira, elegendo o Manoel Del Rio”, explica Mello.

Caso a ação que pede a cassação de toda a chapa eleita do PP também tenha sucesso, o total de votos que seriam invalidados chegaria a 456.994, somando os 101.549 votos de Rubinho Nunes e os outros 355.445 do PP.

Desta forma, de acordo com a simulação feita pelo advogado, além de Del Rio, ficariam com vaga Débora Lima, do PSol, e Dr. Edson da Paiol, do PSB, o que daria 21 vereadores para a oposição. As outras duas cadeiras seriam do MDB e do União Brasil, ambos da base governista.

Veja:

  • 1ª vaga: Manoel Del Rio, da Federação PT, PV e PCdoB, com 30.292 votos.
  • 2ª vaga: Gilson Amadeu, do União Brasil, com 24.759 votos.
  • 3ª vaga: Paulo Frange, do MDB, com 35.338 votos.
  • 4ª vaga: Débora Lima, da Federação PSol/Rede, com 23.660 votos.
  • 5ª vaga: Dr. Edson da Paiol, do PSB, com 23.325 votos.

Como Paulo Frange já ocupa uma cadeira atualmente, pelo fato de o “titular” Rodrigo Goulart (MDB) ter sido nomeado secretário da prefeitura, ficaria com a vaga o ex-vereador Nunes Peixeiro, próximo candidato da lista do MDB com a quantidade mínima de votos para assumir.

“No sistema proporcional, os votos são inicialmente computados para os partidos e federações, que só garantem cadeiras diretas se atingirem múltiplos do quociente eleitoral. Após essa primeira etapa, 46 vagas são distribuídas por quociente partidário, e as 9 restantes por média.
Na fase da média, aplicam-se dois requisitos legais: o partido deve ter atingido ao menos 80% do quociente eleitoral (77.441 votos) e o candidato que venha a ocupar a vaga deve ter, no mínimo, 20% do quociente eleitoral (19.360 votos)”, detalha o advogado.

De acordo com o cálculo, a novidade dessa reconfiguração é a eleição de Dr. Edson da Paiol, do PSB, que surge como beneficiário direto caso se confirme a cassação do PP e de Rubinho. Segundo o especialista, Paiol cumpre todos os requisitos legais exigidos: seu partido atinge o quociente mínimo para disputar sobras e o candidato supera os 20% do quociente eleitoral.

“Todo o cálculo foi realizado com base na legislação vigente, considerando o quociente eleitoral obtido com a exclusão dos votos anulados,
os critérios de quociente partidário e as regras para distribuição de sobras eleitorais previstas na legislação eleitoral brasileira, além da necessidade de cumprimento dos requisitos mínimos de votação individual para distribuição das sobras”, afirma Paulo Mello.

Dificuldades da base

O eventual aumento da oposição a Nunes pode agravar um cenário já de dificuldades da base governista na Câmara Municipal. Como antecipou o Metrópoles, com o crescimento do desgaste entre a gestão Nunes e vereadores, que reclamam da falta de diálogo por parte da prefeitura, Nunes indicou nesta quarta-feira (4/6) o vereador Gilberto Nascimento (PL) como vice-líder do governo na Casa.

O parlamentar foi incumbido de auxiliar Fábio Riva (MDB), líder do governo, na interlocução com as bancadas e na intermediação entre as demandas dos vereadores e a gestão municipal.

“Queria reforçar e dividir com vocês a minha alegria de ter um novo componente na liderança do governo. Eu preciso ter um parceiro, aqui não existe líder e vice-líder; existe a liderança de governo, a gente é uma equipe. É importante ter uma pessoa para poder dividir o trabalho de articulação, sensibilização e de um diálogo muito construtivo com cada um dos vereadores nesta Casa”, disse Riva durante a sessão plenária.

5 de junho de 2025 0 comentários
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Celulares e laptop desaparecem em meio à investigação de PMs sobre 8/1

por Metrópoles 5 de junho de 2025
Escrito por Metrópoles

Dois policiais militares do Distrito Federal, que respondem junto ao Supremo Tribunal Federal (STF) por suposta omissão durante o 8/1, informaram à Corte que alguns itens pessoais apreendidos não foram restituídos. O tenente Rafael Martins e o coronel Paulo José, ambos da PMDF, tiveram os pertences pessoais devolvidos pela Polícia Federal (PF), mas sentiram falta de celulares e laptops.

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Em ofício encaminhado à PF, o STF pede que o órgão se manifeste acerca da localização dos itens. Todos são aparelhos eletrônicos que foram apreendidos durante as investigações da suposta omissão da cúpula da PMDF diante dos atos antidemocráticos de 8 de janeiro de 2023.

Veja quais são: 

  • Um celular Xiaomi de Paulo José, que teria sido encaminhado à Procuradoria-Geral da República (PGR), mas não foi encontrado;
  • Um laptop de Rafael Martins;
  • Um iPhone 7 de Rafael Martins, que também teria sido encaminhado pela PF à PGR, mas não foi encontrado.

O ministro Alexandre de Moraes, relator do processo que investiga os PMs, pediu que a PF se manifeste em um prazo de cinco dias sobre a localização dos itens citados pelos réus.

Moraes também pediu que a PGR se manifeste sobre o sumiço dos eletrônicos.

Entenda por que PMs não foram denunciados com Torres e Bolsonaro

Investigação

A Ação Penal 2.417 trâmita na Primeira Turma do Supremo. Na denúncia, apresentada em 2024, a PGR entendeu que a PMDF tinha “informantes ou policiais infiltrados nos movimentos de insurgência popular”, inclusive nos acampamentos em frente ao Quartel-General do Exército, que municiaram os oficiais com informações frequentes e imagens, evidenciando a necessidade de ação preventiva para impedir os atos delituosos.

Segundo a PGR, apesar de terem meios para evitar os ataques e a depredação na Praça dos Três Poderes, a cúpula da PMDF se omitiu.

Todos os membros passaram meses presos, mas, atualmente, estão em liberdade e sob medidas cautelares. O relator do processo é o ministro Alexandre de Moraes.

A ação está em fase final no STF, mas ainda não há data para julgamento. Na última semana, a PGR apresentou as alegações finais e manteve o entendimento inicial de que a cúpula da PMDF foi omissa em 8/1.

 

 

 

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Notícias

Picareta usa nome da médica de Lula para aplicar golpe do aluguel fake

por Metrópoles 5 de junho de 2025
Escrito por Metrópoles

A médica infectologista Ana Helena Germoglio, que trabalha no gabinete do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o acompanha de perto durante viagens, vem tendo o nome utilizado por criminosos que aplicam o chamado golpe do falso aluguel no Distrito Federal.

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Recentemente, o cabeleireiro Anderson Batista, 32 anos, foi vítima do esquema e acabou perdendo R$ 3,6 mil. Em 4 de abril deste ano, ele encontrou o anúncio de um imóvel na Asa Norte e combinou com a anunciante uma visita, sem saber que aquela postagem era falsa e que estava prestes a cair em um golpe.

Chegando ao prédio, o cabeleireiro pegou a chave com o zelador, subiu, olhou o apartamento e gostou do imóvel. “A golpista disse para eu pegar a chave com o zelador. Ela usava o nome verdadeiro da dona que realmente estava alugando o imóvel e também sabia o nome do zelador”, explica Anderson.

Ele, então, voltou a falar com a falsa anunciante. E é nesse momento que o nome de Ana Helena Germoglio entra na história. A golpista enviou ao cabeleireiro um contrato e alguns documentos no nome da médica, obviamente falsos, pedindo para que assinasse. Segundo Anderson, a golpista disse que Ana Helena era filha dela.

Depois da assinatura do falso contrato, a golpista cobrou um valor de caução, e o cabeleireiro depositou. Imediatamente, ela o bloqueou no WhatsApp e desapareceu com o dinheiro.

“Ela [a golpista] me mandou um contrato no nome da Ana e pediu pra eu pagar uma caução de R$ 3,6 mil, referente ao valor de dois aluguéis, e mais o aluguel do mês de abril para que ninguém mais visitasse o imóvel”, relata Anderson.

“Pedi ao meu namorado enviar parte do valor pelo banco dele, e a instituição disse que era uma transação suspeita e um possível golpe. Ele tentou por outro e também não deu certo. Somente eu consegui”, relembra.

Foi nesse momento que Anderson desconfiou de que estava sendo passado para trás. “Peguei o nome da Ana Germoglio, que ela colocou no contrato de aluguel, e encontrei a mensagem de golpe na rede social dela”.

Depois, Anderson encontrou a verdadeira dona do imóvel. “O valor real do aluguel era bem mais caro do que o anunciado. Ela disse que me ajudaria a fazer um boletim de ocorrência”, cita.

Anúncio em novembro passado

O cabeleireiro caiu no golpe em abril, mas Ana Helena vem tendo o nome utilizado pelo menos desde novembro de 2024. No perfil dela no Instagram, a médica fixou uma postagem reforçando que não está alugando apartamento nenhum.

“Atenção! Não estou alugando apartamento em Brasília, Rio de Janeiro ou em qualquer outro lugar. Golpistas estão utilizando meus documentos”, explicou a médica.

 

Ver essa foto no Instagram

 

Uma publicação compartilhada por Dra Ana Helena Germoglio (@anahelenagermoglio)

Golpe é conhecido

Em janeiro último, o Metrópoles noticiou que o DF viu os crimes de estelionato relacionados a aluguel de imóveis explodirem nos últimos dois anos. De 2022 para 2023, por exemplo, as ocorrências desta natureza quase dobraram, indo de 383 para 706 registros. Em 2024, foram 514 denúncias de janeiro a outubro, de acordo com a Polícia Civil do DF (PCDF).

O golpe do falso aluguel tem várias vertentes. A modalidade na qual o cabeleireiro Anderson e a médica Ana Helena foram vítimas funciona da seguinte forma:

  • O golpista escolhe um anúncio verdadeiro em plataformas de compra e venda online, baixa as fotos e cria um anúncio falso com os mesmos dados da versão original.
  • A vítima em busca de aluguel vê o anúncio falso pensando ser real e entra em contato com o anunciante, que, na verdade, é um golpista.
  • O falso anunciante, então, orienta a vítima a ir até o prédio e pegar a chave do apartamento com o zelador ou o porteiro, assim como o dono do imóvel fez no anúncio original.
  • Após a visita, o inquilino procura o falso anunciante para dizer que gostou e quer ficar com o imóvel. O golpista, então, pede um valor de caução.
  • Depois que a vítima deposita a caução, o golpe está consumado.

Veja, no gráfico, a alta do golpe do falso aluguel nos últimos anos nas regiões administrativas do DF:

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Anhangabaú tem 30 eventos por ano com interdições que duram dias

por Metrópoles 5 de junho de 2025
Escrito por Metrópoles

O Vale do Anhangabaú, no centro de São Paulo, tem mais de 30 eventos fechados e com cobrança de ingresso por ano, de acordo com dados obtidos pelo Metrópoles. Cada interdição costuma durar dias.

Por evento, o tempo que a população fica sem usufruir da totalidade do Vale é de no mínimo dois dias. As interdições para montagem e desmontagem das estruturas costumam levar por volta de 36 horas e os eventos noturnos duram 10 horas (22h às 8h), segundo publicações recentes do Diário Oficial.

O período com interdições no Anhangabaú pode chegar a mais de seis meses desde 2021, se cada um dos eventos tiver duração parecida. A gestão Ricardo Nunes (MDB), porém, só informou a quantidade de eventos realizados, e não o tempo de interdição total. Também afirmou que, mesmo com eventos pagos, sempre restam espaços abertos no Vale.

O espaço é alvo de polêmica desde a concessão, uma vez que a prefeitura resolveu entregar o a área pública à iniciativa privada após fazer um investimento de R$ 105,6 milhões na reforma. As interdições recorrentes e a barulheira causada por shows madrugada adentro geram constantes reclamações.

4 imagensTrecho com tapume para evento no Anhangabaú: população reclama de falta de segurançaGestão Ricardo Nunes defende concessão do espaço e cita eventos abertos à populaçãoShows realizados madrugada adentro no Anhangabaú são motivo de reclamação da populaçãoFechar modal.1 de 4

Vale do Anhangabaú interditado para montagem de evento

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Trecho com tapume para evento no Anhangabaú: população reclama de falta de segurança

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Gestão Ricardo Nunes defende concessão do espaço e cita eventos abertos à população

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Shows realizados madrugada adentro no Anhangabaú são motivo de reclamação da população

Artur Rodrigues/Metrópoles

O Metrópoles obteve, via Lei de Acesso à Informação (LAI), dados sobre eventos com venda de ingressos no local — uma média de 32 por ano. No primeiro ano, durante a pandemia, não houve nenhum evento. Nos anos seguintes, foram 39 (2022), 30 (2023) e 28 (2024, até a atualização mais recente).

A reportagem havia perguntado à Prefeitura de São Paulo a quantidade de dias em que o Vale ficou fechado para eventos pagos. No entanto, a administração municipal não respondeu.

Um evento recente de música eletrônica demonstra um pouco a dinâmica de fechamento do espaço. Marcado para 31 de maio, ele teve período de montagem entre 26 de maio e 1º de junho.

Segundo a autorização dada pela prefeitura nesse caso, o fechamento do espaço à população poderia ocorrer com antecedência de 24 horas do evento e a liberação deveria ser feita após 12 horas da finalização. Como o evento duraria mais 10 horas, o tempo total de interdição foi de 46 horas.

Se todos os eventos tivessem essa duração, os fechamentos superariam dois meses por ano. Contudo, há fechamentos por mais tempo, como mostra um um evento que durou uma semana em março, contando o prazo da montagem e desmontagem.

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O porteiro Givaldo Xavier, de 56 anos, trabalha em um dos prédios que acabam também cercados por tapumes com a recorrente interdição do espaço. Segundo ele, o fechamento frequente compromete a circulação de pedestres e a sensação de segurança, principalmente à noite.

“A gente baixa a porta às 19h e aí fica tudo fechado. Aqui não fica muito seguro”, afirmou, acrescentando que, após o encerramento do expediente, o local se torna praticamente intransitável. “Fica complicado de passar por aqui, principalmente de noite. Tem muito usuário de droga”.

O que diz a prefeitura

Além de não responder o questionamento da reportagem sobre o total de dias de interdição, a prefeitura afirmou em nota que “a concessão do Vale do Anhangabaú tem gerado avanços para a cidade, com a ampliação do acesso à cultura, a geração de emprego e renda e a valorização do espaço público”.

“Por ano, o local recebe cerca de 5 mil atividades gratuitas e abertas à população. O contrato de concessão permite a realização de eventos pela concessionária com acesso restrito de público. Durante todos eles, há áreas não ocupadas por essas atividades que ficam liberadas para a circulação de pessoas no próprio Vale”, disse a gestão municipal.

Antes da concessão, a Prefeitura de São Paulo investiu mais do que o previsto na reforma do espaço. A previsão inicial era de R$ 80 milhões, mas o total ultrapassou R$ 105 milhões, 32% maior do que o esperado.

Concessão

O espaço é administrado pelo consórcio Viva o Vale desde dezembro de 2021. A concessionária é responsável, pelo período de 10 anos, pela manutenção, preservação e realização do calendário de eventos socioculturais na área.

Além do Vale, a área do que é chamado de Novo Anhangabaú engloba o baixo do Viaduto do Chá; Praça Ramos de Azevedo; trechos da Avenida São João; Praça do Correio; e escadaria da Rua Dr. Miguel Couto; além de 8.730 m² das Galerias Formosa e Prestes Maia.

No ano passado, a concessionária foi multada por não cumprir diversos encargos relacionados no contrato com a prefeitura. No total, foram notificadas multas no valor de R$ 1,7 milhão.

As multas, de acordo com a concessionária, ainda têm partes pendentes de análise e a Viva o Vale recorreu das decisões de aplicação das penalidades. Os recursos estão em análise, segundo a prefeitura.

5 de junho de 2025 0 comentários
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Notícias

Conheça a Diaba Loira do CV, traficante que meteu bala na PM e fugiu

por Metrópoles 5 de junho de 2025
Escrito por Metrópoles

Uma traficante conhecida como Diaba Loira do Comando Vermelho foi vista “metendo bala” na Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro (PMERJ) durante uma operação realizada na madrugada dessa terça-feira (3/6), na comunidade na Gardênia Azul, em Jacarepaguá, zona oeste do Rio de Janeiro.

Durante o confronto, a faccionada, que se exibe nas redes sociais sempre carregando um fuzil, conseguiu fugir. O nome real dela não foi divulgado.

Fotos da Diaba Loira:

3 imagensFaccionada do CV costuma ostentar um fuzilDiaba Loira "meteu bala" na PM do Rio durante operaçãoFechar modal.1 de 3

Diaba Loira do CV

Reprodução2 de 3

Faccionada do CV costuma ostentar um fuzil

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Diaba Loira “meteu bala” na PM do Rio durante operação

Reprodução

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Confronto com a milícia

Moradores da Gardênia Azul, comunidade controlada pelo Comando Vermelho (CV), vivem no meio das disputas entre milicianos e a facção criminosa.

Diante essa disputa territorial, em janeiro deste ano, a população local esteve na mira dos traficantes, que expulsavam os residentes que não comprovassem ser donos dos imóveis onde moravam.

5 de junho de 2025 0 comentários
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Notícias

Adolescente com câncer na perna sofre bullying em escola no Entorno

por Metrópoles 5 de junho de 2025
Escrito por Metrópoles

Uma adolescente de 14 anos, em tratamento contra um câncer na perna, tem sido vítima de constantes episódios de bullying em uma escola pública de Luziânia, no Entorno do Distrito Federal.

A aluna do 9º ano da Escola Estadual Osfaya, convive com a doença há dois anos e relata que as agressões começaram há cerca de três meses.

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As ofensas partem, segundo a família, de duas colegas de classe, ambas de 15 anos. A menina usa uma prótese na perna devido ao tratamento contra um osteossarcoma — um tipo de tumor ósseo — e, agora, além das dificuldades de saúde, tem enfrentado humilhações frequentes no ambiente escolar.

“Chamam ela de manca, pneu careca e gritam: ‘Lá vem a desgraça’ quando ela chega. Fazem piadas do jeito que ela anda e do cabelo dela, que ainda está crescendo por conta da quimioterapia”, relata a mãe da adolescente, com indignação.

Escute depoimento:

Desde então, o quadro psicológico da adolescente se agravou. “Ela não está conseguindo dormir, não quer mais ir à escola, se sente triste, insegura e muito humilhada”, contou a irmã da garota. Na última terça-feira (3/6), a família precisou buscar ajuda no Centro de Atenção Psicossocial (Caps) do município.

A menina faz acompanhamento no Hospital da Criança de Brasília (HCB) e na Rede Sarah desde outubro de 2023. O Conselho Tutelar informa, em nota, que está acompanhando o caso de perto e que todas as medidas necessárias, dentro de suas atribuições legais, estão sendo adotadas para garantir a proteção dos direitos da criança e do adolescente envolvidos.

O Metrópoles também procurou a direção da Escola Estadual Osfaya e a Secretaria de Estado da Educação de Goiás. Em nota, a unidade de saúde disse que a direção “não foi informada pela família sobre a ocorrência do bullying e só ficou sabendo do caso a partir da veiculação de um vídeo sobre o assunto pelas redes sociais”.

A Secretaria de Educação de Goiás disse, ainda na nota, que assim que tomou conhecimento da situação, deu início ao processo de apuração dos fatos, com a participação de uma equipe multidisciplinar, formada por inspetores escolares, tutores pedagógicos, assessores pedagógicos por meio da Coordenação Regional de Educação (CRE) de Luziânia”.

5 de junho de 2025 0 comentários
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Notícias

Veja a íntegra da entrevista do governador do ES, Renato Casagrande

por Metrópoles 5 de junho de 2025
Escrito por Metrópoles

O governador do Espírito Santo, Renato Casagrande, concedeu entrevista ao Metrópoles nessa quarta-feira (4/6). Uma das lideranças nacionais do PSB, o gestor capixaba afirmou que seu partido deve criar uma federação com o Cidadania e ainda conversará com o PDT, com quem almeja uma aliança formal para 2026, descartando o PT nesse arranjo. Ele também defendeu a necessidade de progressistas pautarem as discussões sobre segurança pública.

Confira a entrevista, na íntegra:

O Espírito Santo fechou um mês de maio bastante surpreendente, além de uma redução de 20% desse tipo de crime [homicídios] em 2024. Como o senhor chegou a esses números? Quais foram as políticas adotadas pelo governo do Espírito Santo? 

Nós temos alcançado resultados nesses últimos anos. O ano que a gente não teve resultado foi o daquela crise da Polícia Militar aqui no estado do Espírito Santo, em 2017. Quando assumi o governo pela primeira vez, em 2011, o Estado vinha de já 10 a 20 anos de resultados muito ruins. Na primeira década deste século e na última década do século passado, o estado ficou e permaneceu em segundo ou terceiro lugar como o mais violento do Brasil. A gente ficava atrás de Alagoas, da Paraíba e de Pernambuco. Mas o Estado ou era o segundo, ou era o terceiro.

Então, nós implantamos um programa chamado Estado Presente. A característica desse programa é que eu lidero pessoalmente. Todo mês eu tenho uma reunião com todos os líderes da segurança pública, do Estado, do Governo Federal e demais poderes, analisando os resultados do mês que se encerrou e discutindo o futuro das nossas ações. A outra característica é que quem lidera a parte executiva dele não é o secretário de Segurança, mas o secretário de Planejamento. Uma concepção clara de que enfrentamento ao crime não é uma tarefa só da polícia ou dos policiais, das forças de segurança. É uma tarefa do Esporte, Cultura, da Educação, da Saúde, de todo mundo.

E a gente faz, então, um trabalho de integração forte dentro e de articulação para fora do governo. Nós dividimos o Estado em cinco regiões e 22 áreas, em que cada coronel e cada delegado é responsável por cada área e presta conta dos resultados. Então isso promove uma articulação forte. O programa, com essa metodologia, trabalha com investimento na valorização dos policiais, em infraestrutura, em armamento, em viatura e, especialmente, em tecnologia. Isso permitiu que a gente saísse da segunda posição em 2011 para fecharmos 2024 na 13ª posição. E se a gente continuar do jeito que nós estamos indo este ano de 2025, vamos ficar entre a 19ª e 20ª posição [entre os estados com menor taxa de homicídios].

Éramos um dos estados mais violentos, e vamos estar entre os estados mais seguros do Brasil, mostrando que política pública é quando você tem uma condução adequada, continuidade das políticas públicas, investimento e método de trabalho… Também em 2011, a gente tinha sete cidades no estado que estavam entre as 35 mais violentas do Brasil. Hoje não temos nenhuma. Então isso mostrou o avanço que a gente teve nesse tempo e produzindo um efeito grande. É lógico, ainda temos uma violência alta. Se a gente tinha 2 mil homicídios em 2010 e a gente cai para 852 homicídios no ano passado, a gente caiu muito, mas ainda temos um desafio muito grande pela frente, que é continuar ainda fazendo a redução de homicídios.

Uma face da segurança pública sob forte debate é a letalidade policial. Segundo os dados do Ministério da Segurança Pública, o ES é um dos dez estados onde esse fator aumentou entre 2023 2024. Como o governo estadual lida com a violência policial?

É verdade, a gente teve um aumento da letalidade policial, mas ainda assim estamos abaixo da média nacional. Aconteceu um aumento da quantidade e do potencial das armas disponibilizadas para os grupos criminosos. Então, você tem hoje os grupos criminosos mais bem armados, com pistolas, metralhadoras, rifles… Então isso dá aos grupos criminosos a coragem de fazer o enfrentamento à polícia.

Só que a nossa polícia – também de outros estados, acredito eu – também está muito bem armada. Então, na hora que você tem o enfrentamento, você tem troca de tiro, os grupos criminosos tendem a estar em desvantagem quando comparado com a força, o treinamento e o potencial das armas dos policiais. E tem que ser assim mesmo. A polícia não pode perder na hora que faz o enfrentamento dos grupos criminosos. Então, a quantidade de armas disponíveis deu aos grupos criminosos essa coragem de fazer o enfrentamento.

A outra realidade que a gente vive é com o trabalho de prisão das lideranças maiores dos grupos criminosos, que quem assume esse controle são as pessoas mais jovens. Os mais jovens têm uma audácia maior, e até um nível de irresponsabilidade. Pensando na ética do crime, nos limites do crime, há lideranças do que têm um certo limite, sabem até onde podem ir no enfrentamento. Quando uma pessoa mais jovem assume a liderança de um grupo criminoso, acha que ele pode tudo tendo uma arma na cintura. Então também aumentou a quantidade de enfrentamento. Eu acho que essas são as principais razões da gente ter aumentado esse número de enfrentamento no estado.

Recentemente, três policiais militares foram presos sob suspeita de arremessar um jovem, detido e depois liberado, de uma ponte. Ele depois foi encontrado morto. Como o governo está lidando com essa situação? Já foi feito algum contato com a PM para evitar novas situações?

Qualquer ato que envolve a participação dos militares ou qualquer policial que não tenha uma justificativa, não tem um procedimento adequado, nós avançamos na punição imediata através da investigação da Polícia Civil, da Corregedoria da Polícia Militar. No caso, e solicitamos, até porque já é obrigação do Ministério Público fazer o controle externo das forças de segurança, o Ministério Público faz esse acompanhamento.

Então nós aqui não passamos a mão também na cabeça de policial que, por acaso, por algum procedimento equivocado, causa um prejuízo a alguém ou à vida, ou algum ferimento a essas pessoas.

O que a gente tem avançado é que estamos com uma companhia testando as câmeras corporais. Então, a companhia aqui da região continental de Vitória já está em teste. Nós estamos comprando mais câmeras corporais, porque essas câmeras vão proteger o policial, aquele policial que age adequadamente, que é a grande maioria dos policiais, praticamente todos os policiais, e vai também proteger qualquer desvio de conduta de qualquer profissional. Isso também vai ser uma segurança para os policiais.

O senhor é filiado ao PSB, um partido de centro-esquerda. Vemos uma dificuldade de lideranças desse campo em se apropriarem da pauta da segurança pública. O que acontece para essa desconexão da esquerda? Ao mesmo tempo, há uma certa facilidade para lideranças de direita se apropriarem desse discurso. O que a esquerda, ou o campo progressista, precisa fazer para se aproximar dessa pauta?

Falar sobre o tema e apresentar resultados. Eu acompanhei na época o governo Eduardo Campos (PE), eu ainda não era governador, mas vi ele montando o programa Pacto pela Vida. Depois montei um programa semelhante a esse aqui, o Estado Presente. Eu acompanhei o João Azevedo, da Paraíba, que também tem resultados na área de segurança pública.

Então, é preciso que a gente fale, converse, trate com policiais, tenhamos políticas públicas nessa área. Que a gente faça discursos sobre isso, que a gente possa dizer que nós não vamos refrescar e dar moleza para bandido. Então vamos respeitar os direitos humanos, respeitar o direito de todas as pessoas, de quem foi agredida, naturalmente, a pessoa que seja o agressor… Vamos respeitar, mas vamos punir, de forma rigorosa, fazer a defesa de penas mais fortes para quem comete homicídio ou similar, mudar a progressão de pena. Então a gente tem que ter coragem, porque o homicídio é o crime mais violento que alguém pode cometer contra outra pessoa.

Não pode a pessoa tirar a vida de alguém sem razão nenhuma ficar presa três ou quatro anos. Se tirou a vida de alguém, essa pessoa não pode ter progressão de pena. Então cabe a nós, lideranças do campo progressista, apresentar resultados quando você está no governo, na prefeitura, debatendo no Congresso Nacional, apresentar proposta e apresentar resultado.

Imagina se depois de três governos eu dissesse para a população capixaba que “infelizmente quando assumi o Estado era segundo mais violento. Mas a situação me levou a dizer a vocês que 12 anos depois ainda está o segundo mais violento”. Não tem como você fazer um discurso desse. Então, a gente tem que apresentar o resultado, debater o tema, discutir, [ser] respeitoso com as pessoas, usando as evidências científicas e tecnologia para a gente poder fazer enfrentamento, discordando daquela expressão violenta e radical que alguns usam, que “bandido bom é bandido morto”.

Nós não temos essa concepção, mas nós queremos sim que as pessoas que cometem crime possam pagar por isso, e a gente poder dar tranquilidade e levar paz às comunidades que nós estamos representando. Eu estou comprovando aqui no estado, e tem outros governadores que podem comprovar também, que uma liderança do campo progressista pode sim apresentar resultado, pode ter identidade com a área da segurança pública e pode, com êxito, com todas essas características, de fato, discutir abertamente com a sociedade que estamos representando sobre esse tema.

Há uma percepção também que o governo federal, no caso agora o governo Lula, tem tentado se apropriar desse tema com a PEC da Segurança Pública. Chegou ao Congresso, deve ter um novo período de escuta a todas as pessoas envolvidas na área. Qual sua avaliação sobre essa iniciativa do governo? O governo federal ainda pode se apropriar desse discurso, dessa discussão da segurança pública e talvez já apresentar algum resultado ano que vem, ano de eleição?

Eu não sei se dará tempo do governo Lula tirar o resultado político desse debate, mas o envio da Proposta de Emenda à Constituição ao Congresso Nacional foi uma atitude correta, mesmo que você já tenha a legislação infraconstitucional que trata do Sistema de Segurança Pública. Mas você constitucionalizar o tema e impedir que os fundos de segurança, do sistema prisional, não sejam contingenciados; que o governo vai ter, através de um conselho com participação dos Estados, acompanhamento de todo o trabalho de segurança pública no Brasil; vai buscar padronizar procedimentos e buscar unificar informações e permitir o intercâmbio dessas informações. Tudo isso tem um papel importante, e é bom que a gente divida essas responsabilidades.

Ninguém pode ser detentor e ter o monopólio do debate, do enfrentamento ao crime. O enfrentamento ao crime tem tudo a ver com os governos estaduais, que nós estamos executando hoje, tem tudo a ver com o governo federal, que precisa controlar suas fronteiras, que precisa combater o tráfico de drogas, tem que combater a entrada ilegal de armas no país, que tem que fazer todo esse procedimento de unificação de informações para que haja essa troca de informação, tem a ver com os municípios que hoje tem guardas municipais. Mas mesmo quem não tem guardas municipais, uma iluminação pública bem adequada, uma infraestrutura com o sentimento de pertencimento que o prefeito e a prefeita pode levar ao seus e a seus representados, tudo ajuda.

Tem a ver com as nossas famílias, têm a ver com as nossas igrejas, nossas comunidades. Então, ninguém pode achar que é o dono do combate ao crime. O combate ao crime tem que ser feito por todo mundo. Nós aqui fazemos isso. Não é o governador que é o ‘todo poderoso’ que está conseguindo reduzir a criminalidade. É o trabalho, os policiais, são os municípios e o governo federal. É um trabalho em conjunto com a gente que está produzindo esse resultado. Por isso eu acho que foi bom o Congresso ter a oportunidade de debater de forma mais consistente o conteúdo, a proposta, e melhorar o texto do governo federal.

Há algum ponto da PEC que o senhor discorda ou que acha que precisa de melhoria ou a proposta está pronta?

Está pronta, mas lógico que isso não significa que o debate no Congresso não possa melhorar ainda mais a proposta, mas é preciso que a gente também reconheça que o governo federal chamou os governadores para esse debate. É preciso que a gente reconheça que o ministro Lewandoswski esteve aqui no Espírito Santo discutindo na reunião do consórcio dos governadores do Sul e do Sudeste.

Depois tivemos um outro encontro e o outro estado do Sul, do Sudeste também, que esse assunto foi debatido e discutido entre os secretários estaduais de segurança. Aquilo que era uma certa ameaça, que dava ao governo federal o poder de fazer alguma… ou tinha alguma dúvida de que poderia talvez fazer alguma interferência nas ações do governo, esses pontos nebulosos foram retirados. A proposta está bem ajustada.

O senhor é governador reeleito. Quais são seus planos para 2026?

Por enquanto, é continuar fazendo resultados aqui no governo. Estamos ainda no ano que não é um ano eleitoral, mas 2026 eu pessoalmente tenho dois caminhos. Eu fico no governo até o fim, e vou decidir no início do ano que vem, ou vou ser candidato ao Senado. São os dois caminhos anunciados aqui para a população capixaba.

Se eu sair para ser candidato, quem assume o governo é o vice Ricardo Ferraço. Ele se posiciona, então, numa função que lhe dá o direito de ir para a candidatura à reeleição, caso ele queira e esteja viável. Ele também está bem posicionado porque é o vice-governador e tem uma certa preferência pela função e também por ser uma pessoa que conhece bem o Estado, conhece bem a administração pública, conhece todo o trabalho que a gente está fazendo no Estado.

No nosso campo político aqui, além do Ricardo Ferraço, temos ainda outras outras lideranças como o Da Vitória [deputado federal], que é coordenador da bancada capixaba no Congresso Nacional; o prefeito Arnaldo Borgo, de Vila Velha; o ex-prefeito da Serra, Sérgio Vidigal; o prefeito de Cariacica, Euclides Sampaio; o deputado Gilson Daniel, do Podemos. Então são lideranças, algumas mais animadas, que também podem disputar no governo, são lideranças disponíveis para nós aqui, dependendo do quadro.

Mas hoje o candidato que tem uma posição mais adequada pela função que poderá exercer é o vice-governador Ricardo Ferraço.

A direita tem focado no Senado para 2026. Dois dos três senadores do ES são alinhados ao ex-presidente Jair Bolsonaro, Magno Malta eleito em 2022, e Marcos do Val. As vagas em disputa serão de Marcos e de Fabiano Contarato, do PT. Qual seria a chapa para o Senado? Seria o senhor junto com Contarato?

Ainda não sabemos. Esse processo está aberto porque não sabemos qual vai ser a coligação. Nós temos uma relação boa com o PT aqui no Espírito Santo, mas nós ainda não sentamos para fazer essa conversa. Ao mesmo tempo que a gente tem aqui uma aliança mais ampla, o estado precisa ter uma prática de alianças mais amplas.

Em todas as eleições que eu disputei, as que eu ganhei e as que eu perdi, foram de alianças amplas. Em 2022, por exemplo, teve a participação do PSB, do MDB, do PSDB, do PP, do União Brasil, do PT… Em 2026, ainda estamos num processo de conversa superficiais com cada partido, mas ainda não entramos na definição de candidatura no Senado. Primeiro, terei que decidir no início do ano que vem se de fato eu serei candidato ou não. Então eu acho que essas decisões de como serão as coligações, nós vamos fazer essa decisão de fato, em 2026, no início do ano, e vamos conversar naturalmente com todos os partidos.

Mas o senhor deve caminhar junto ao presidente Lula, correto?

O meu partido, sim. O PSB fará uma coligação e uma aliança com o presidente,

O senhor defende que o PSB precisa fazer algum tipo de federação, algum tipo de aliança formal para 2026? Temos visto o tema em discussão e, recentemente, em entrevista ao Metrópoles, o líder do governo, José Guimarães (PT-CE), afirmou que procuraria o PDT e o PSB para formar uma espécie de super federação do campo progressista.

Acabamos de fazer o Congresso Nacional em Brasília. O partido está muito energizado, muito animado. Elegemos o João Campos presidente do partido. Eu sou o secretário geral do partido, o presidente Alckmin é o vice-presidente do Partido. Nós temos condições e aceitamos fazer federação com alguns partidos. Estamos conversando com Cidadania, já conversamos com o PDT, que ainda não tem uma posição para a Federação ou não, mas com Cidadania está muito bem encaminhado essa possibilidade de federação. Nós não faremos uma federação com o Partido dos Trabalhadores. Essa decisão, já está tomada desde 2022, está reafirmada pelo partido agora no Congresso Nacional, e nos grupos de debate sobre conjuntura política isso foi reafirmado.

Compreendemos que a gente precisa fazer a federação neste momento com partidos que permitam a gente ter mais facilidade de conduzir o processo de alianças agora em 2026 e também depois em 2028. E uma federação tem uma duração de quatro anos, então não há a possibilidade de federação com o PT.

Como você avalia o governo federal atualmente?

Vejo o governo tratando do IOF, acho que compreendeu que não tem caminho para poder seguir consolidando o decreto da ampliação do IOF. Então, o governo vai apresentar alternativas nesse debate com o Congresso Nacional. De fato, é importante porque a proposta do governo não caiu bem.

O governo está indo bem, tem bons resultados na geração de emprego, no controle da inflação, no controle do desmatamento. O governo tem resultados bons em diversas áreas da ação do governo, nas negociações que está fazendo para implantação do Ferroviária, mas o governo dá alguns passos que acabam apagando ou diminuindo a clareza do resultado positivo do governo. E essa medida como do IOF foi muito mal recebida na sociedade brasileira.

Onde o governo Lula erra para ter sucessivas crises, inclusive criadas por ele mesmo?

A comunicação, a rapidez na reação. Lógico que o presidente da República não sabia daquilo que estava acontecendo no INSS. Pode ser que o ministro também não tinha essa informação, mas quando teve informação tinha que ter reagido imediatamente. Então a demora na reação provoca um desgaste. Essa decisão de forma unitária do governo em reagir a fatos que acontecem, como aconteceu lá com o Pix, agora com INSS e o IOF… São eventos que enfraquecem a imagem do governo.

O governo tem o resultado na área econômica, na política da nova indústria brasileira. A política industrial… São medidas importantíssimas na transição energética. Mas isso acaba ficando meio que sombreado por esses eventos negativos que acontecem e, muitas vezes, por falta de reação no tempo certo de pessoas do governo.

O que o governo precisa fazer para chegar competitivo no ano que vem?

Acompanhar com mais detalhe. Não tem como você controlar todas as ações de governo ao mesmo tempo, o tamanho do governo é gigantesco. Então é reagir imediatamente a qualquer fato negativo que possa acontecer e de forma unitária, caminhar na direção que o presidente Lula possa apontar com relação ao controle das despesas, a busca do equilíbrio fiscal e a relação com o Congresso… Tudo isso pode colaborar e ajudar.

O Congresso Nacional hoje é um ponto que exige uma atenção do governo muito maior do que do que se exigia no passado. O Congresso, por vácuo causado com governos que se enfraqueceram, como o governo da presidente Dilma, do Michel Temer que recebeu diversas denúncias, do Bolsonaro que terceirizou a política e deu ao Congresso Nacional, aos partidos do Centrão, a condução política…

Tudo isso deu ao Congresso Nacional um poder de execução orçamentária que não é próprio de um sistema presidencialista. Os fatos negativos associados à falta de uma base no Congresso e associado ao poder que o Congresso conquistou nesses últimos anos, dificulta muito o ato de governar do presidente da República, porque você tem o sistema presidencialista, que é um meio que faz de conta.

O Presidente da República é o grande executor do Orçamento. Teria que ser. Mas quem na verdade controla 50% do orçamento de infraestrutura é o Congresso Nacional. Então, isso provoca um desvio institucional e enfraquecimento institucional, que exige um uma atenção e um gasto de energia muito maior por parte do Presidente da República para controlar a política e avançar nas matérias de interesse no Congresso Nacional.

5 de junho de 2025 0 comentários
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CotidianoDestaque 2Sem categoria

Internado em estado grave, radialista Reginaldo Cordeiro necessita de doação de plaquetas

por Suene 4 de junho de 2025
Escrito por Suene

O radialista acreano Reginaldo da Silva Cordeiro, popularmente conhecido como “Rei do Brega”, de 72 anos, encontra-se internado em estado grave na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Into/Acre, em Rio Branco.

Radialista “Rei do Brega” está internado e precisa de doações de plaquetas/ Foto: Glauco Capper

Reconhecido pela atuação em rádio local, especialmente pelo seu trabalho no gênero musical brega, Reginaldo enfrenta um quadro de saúde delicado que demanda, com urgência, doações de plaquetas.

Diante da situação, familiares e amigos fazem um apelo à população para que se dirijam ao Hemoacre e realizem a doação em nome de Reginaldo da Silva Cordeiro. O gesto solidário pode ser fundamental para o tratamento e recuperação do comunicador.

Quem puder ajudar, basta procurar o Hemoacre e informar o nome do paciente. Para mais informações, a família disponibilizou o telefone: (68) 99964-6596.

4 de junho de 2025 0 comentários
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