Câmara Municipal de Rio Branco discute Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias para 2019


De autoria do vereador Rodrigo Forneck (PT), a Câmara realizou debates com secretários municipais, vereadores e população a respeito do planejamento orçamentário para o ano de 2019

ASCOM CMRB

A Câmara de Rio Branco realizou na manhã desta sexta,11, a quinta audiência pública para discutir o Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO) 2019.

De autoria do vereador Rodrigo Forneck (PT), a Câmara realizou debates com secretários municipais, vereadores e população a respeito do planejamento orçamentário para o ano de 2019. Alguns pontos foram questionados por vereadores, como número de vagas em creches, leis que ainda não entraram em vigor entre outros.

Audiência Pública para discutir a LDO/Foto: Victor Augusto-Ascom

“Alguns pontos colocados pelos secretários precisam ser revistos, como o número de creches anunciados e o que diz na planilha, o programa de asfaltamento com ciclovias e calçadas é muito pouco. na parte de tecnologia tem o projeto de lei para acompanhamento das obras que foi aprovado e ainda não implantado, e até mesmo o próprio instituto de tecnologia não possibilitou melhoria na informação”, disse o vereador Emerson Jarude (PSL).

O presidente da Associação Rural da Transacreana, Raimundo Sousa, questionou a projeção de melhorias de ramais.

“O apresentado pela prefeitura não condiz com a realidade, pois eles têm planejado o acesso de trezentos quilômetros, sendo que temos quase setecentos precisando de atenção, pois cem por cento deles apresenta quase que nenhuma trafegabilidade, o que nós leva a recorrer a escoamento pelo rio, que também precisamos de apoio do poder municipal”, afirmou Raimundo.

Vereadores durante a quinta audiência pública que discute a LDO 2019/Foto: Victor Augusto-Ascom

Para o secretário de finanças da prefeitura, Marcelo Macedo, a audiência serve para ajustes de propostas.
“Por meio da audiência publica, nós iremos verificar a compatibilidade do que ode ser ajustado, pois trabalhamos conforme a disponibilidade de recurso e valores cobrados pelo mercado, além de avaliarmos com a proporção da inflação prevista para o ano. Mas sempre buscamos colocar um planejamento que contemple a população o mais satisfatório possível”, declarou Marcelo.

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