25 de abril de 2024

17 anos depois, vítimas do 11 de Setembro podem ter DNA reconhecido

17 anos após o maior atentado terrorista da história, ainda é difícil para muitos de esquecer das imagens do dia 11 de setembro de 2001. Mais difícil ainda para os familiares das vítimas que nunca conseguiram reconhecer o DNA de seus entes queridos em meio ao que sobrou da tragédia. O atentado matou 2.753 pessoas de 93 países diferentes, incluindo os 19 terroristas que participaram da ação. Deste total, segundo levantamento realizado pelo Estadão, 1.642 vítimas foram identificadas, o que equivale a cerca de 60%.

Torres gêmeas/Foto: Reprodução

No entanto, esta realidade está prestes a mudar, isso porque o Instituto Médico Legal de Nova York, que trabalha há 17 anos para identificar as mais de 1 mil vítimas restantes, realizou mais cinco identificação de vítimas a partir de alguns avanços nas técnicas de coleta de DNA. A expectativa é que mais vítimas sejam identificadas.

A novidade, porém, anima pouca gente. O motivo é que os restos mortais de algumas vítimas podem ter sido enterradas no aterro de Fresh Kills de Staten Island, junto aos escombros das torres destruídas na tragédia. Os familiares, inclusive, ainda se queixam desta medida tomada pela cidade de Nova York.

(Foto: AFP)

Ataque

O atentado aconteceu após o sequestro de quatro aviões comerciais de grande porte, que foram conduzidos a quatro alvos específicos: o prédio do Pentágono, sede do pensamento estratégico e do centro de defesa dos EUA, e o complexo predial World Trade Center, em Nova York, conhecido como as Torres Gêmeas.

No entanto, o quarto avião que provavelmente atingiria algum ponto de Washington, possivelmente a Casa Branca, caiu em Shanksville, na Pensilvânia e não atingiu seu objetivo inicial.

O ataque terrorista provocou uma longa guerra entre o Iraque e o Afeganistão, que até hoje são afetados por conflitos violentos.

Homenagem

Na semana passada, o muralista brasileiro Eduardo Kobra fez uma homenagem aos bombeiros que trabalharam no resgate das vítimas. A pintura se encontra em um muro na 780 Third Avenue, em Manhattan e levou pelo menos 13 dias para ser finalizada.

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