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21 junho, 2021 9:43 pm

Acre e Amazonas saem da condição de alerta na pandemia, segundo Fiocruz

Estado segue a tenência de diminuição de infecção da pandemia e apresenta o melhor índice da região Norte

POR TIÃO MAIA, PARA CONTILNET

Mesmo que o Acre, ao lado do Amazonas, seja um dos dois estados da região Norte que saíram da situação de alerta em relação à pandemia do coronavírus, as populações locais não podem, ainda, abrir a guarda em relação à infecção.

O Acre foi, por exemplo, o primeiro entre sete estados da região em diminuição na incidência e de mortes pela doença, conforme mostram números do Ministério da Saúde, em relação à última semana de abril e os primeiros dias do mês de maio, mas ainda não é hora de relaxar em relação aos protocolos de e contenção a doença – uso de máscara, higienização das mãos com álcool-gel e lavagem permanente com água e sabão, além do distanciamento social, mais ainda é preciso manter cuidados, diz a Fiocruz.

A instituição é um órgão do Ministério da Saúde e a maior em tecnologia em saúde da América latina. Nas últimas semanas, registrou que o Brasil vem apresentando números de redução nas taxas de mortalidade pela Covid-19 mas a incidência de casos ainda se mantém elevada, assim como os valores de positividade dos testes para diagnóstico da doença.

Segundo a Fiocruz, na semana entre 2 e 8 de maio, também se observou uma redução da ocupação de leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) para a doença em grande parte dos estados. No entanto, os pesquisadores afirmam que o conjunto de indicadores que vêm sendo monitorados pelo Observatório Covid-19 mostram que ainda há uma intensa circulação do vírus no país.

“A pandemia pode permanecer em níveis críticos ao longo das próximas semanas, além de dar oportunidade para o surgimento de novas variantes do vírus devido à intensidade da transmissão”, informa o boletim.

Apesar da ligeira redução nos indicadores de criticidade da pandemia, a manutenção de um alto patamar exige que sejam mantidos os cuidados de prevenção contra o coronavírus, afirmam os pesquisadores da Fiocruz. “Uma terceira onda agora, com taxas ainda tão elevadas, pode representar uma crise sanitária ainda mais grave”, alertam os autores do boletim.

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