Era para ser uma terça-feira comum para José Eduardo Ramos de Carvalho, 33 anos, morador de Campo Grande. Ele saiu logo cedo no dia 25 de janeiro, às 5h30, para passear com o cachorro Ikki, que está há sete anos com a família. Na volta, quando passou pelo portão de casa, percebeu que o cachorro não o seguia. Foi então que uma trama digna de novela mexicana começou.
Tomado pelo desespero de encontrar o pet perdido, que possui, inclusive, um problema neurológico grave, o tutor chegou a rasgar sacolas com animais mortos em uma praça próximo à sua residência. “Depois enterrei, com todo carinho e respeito e avisei [à Polícia e ao Centro de Controle de Zoonose], porque, né, eram anjinhos desovados ali e poderiam ser o meu ou de qualquer outra pessoa”, afirma.
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