28 de maio de 2024

Monitorado pela Justiça escapa da morte após levar tiro de antigos companheiros no Taquari

Homem foi encaminhado ao Huerb

Na tarde desta segunda-feira (1), um incidente foi registrado na rua Aldeota, no bairro Praia do Amapá, localizado no segundo distrito de Rio Branco (AC). Por volta do início da tarde, um homem identificado como Roberto Freire de Lima, de 42 anos, enfrentou uma tentativa de homicídio.

Segundo informações apuradas por nossa equipe de reportagem, Roberto caminhava pela via pública quando um veículo de cor amarela abruptamente parou ao seu lado. Sem tempo para reação, o passageiro baixou o vidro e disparou pelo menos três tiros contra ele. Mesmo atingido por um dos disparos, Roberto conseguiu fugir, evitando uma tragédia iminente.

Roberto Freire de Lima, monitorado pela justiça através de uma tornozeleira eletrônica, já possui um histórico criminal com diversas passagens pelo sistema prisional. As autoridades policiais revelaram que, após a ação criminosa, os atiradores empreenderam fuga do local, deixando a população atônita e apreensiva.

Homem foi encaminhado ao PS de Rio Branco/Foto: ContilNet

O socorro ao ferido foi acionado imediatamente, com populares ligando para o SAMU. Uma viatura de suporte básico foi enviada inicialmente, sendo seguida por uma unidade de suporte avançado. Os socorristas, ao chegarem à cena do crime, seguiram todos os protocolos necessários para estabilizar a vítima. Roberto foi encaminhado para o Pronto Socorro de Rio Branco, onde deu entrada com um ferimento por arma de fogo na região dorsal. Apesar da gravidade do incidente, ele estava lúcido e orientado, sem risco iminente de vida, conforme informado pela equipe médica plantonista.

Samu foi acionado para socorrer monitorado/Foto: ContilNet

Em um depoimento surpreendente, Roberto afirmou que conhece os atiradores, identificando-os como antigos amigos do mundo do crime. Ele também revelou que já tinha conhecimento de que estavam planejando tirar-lhe a vida, motivo pelo qual estava deixando o bairro. A esposa de Roberto corroborou a história, acrescentando que seu marido faz parte de facções criminosas e que a família vivia apreensiva com a possibilidade de retaliações.

A Polícia Civil, por meio da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), assumiu a investigação do caso.

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