O MDB, sem sombra de dúvidas, terá chapas muito competitivas na disputa à Assembleia Legislativa do Acre (Aleac) e à Câmara Federal, especialmente depois que o partido se aliou ao Progressistas e recebeu da base governista apoio às suas candidaturas proporcionais.
Além dos nomes de peso que já integram o MDB e vão disputar cargos em 2026 — sendo alguns à reeleição —, outros nomes estão prestes a ingressar na sigla, como tem noticiado o ContilNet na última semana.
Quem já é de casa
Na disputa à Aleac, o partido terá, já com mandato, dois grandes nomes pleiteando a reeleição: a deputada Antônia Sales e o deputado Tanízio Sá. Nas eleições passadas, quem se elegeu pela sigla, mas mudou de partido, foi também o deputado Emerson Jarude (NOVO). Portanto, o MDB ocupou três cadeiras nesta última legislatura. A vaga de Jarude ficou aberta.
Em 2026, quem vem do partido para disputar vaga na Aleac, sem mandato, é o ex-prefeito de Rio Branco, Marcus Alexandre — um nome forte, com densidade eleitoral considerável.
Novos nomes
O MDB já lançou convite, por meio de Antônia e Tanízio, a outros deputados com mandato na Aleac que não devem permanecer em seus partidos atuais.
Adailton Cruz, Gilberto Lira, Michelle Melo e Eduardo Ribeiro estão sendo cortejados pela sigla. A ida de Adailton e Gilberto para o glorioso está quase certa, pelo que apurou nossa reportagem.
Se todos esses nomes ingressarem na sigla, será muita gente para poucas vagas. Duvida-se muito que o partido consiga mais do que quatro cadeiras em 2026. Preparem a pipoca e a cadeira para acompanhar essa disputa.
Disputa à Câmara
Durante visita à sede do MDB, nesta quinta-feira (12), ocasião em que o partido oficializou a aliança com o PP, escutei de algumas referências da política que será difícil para o partido formar uma chapa de deputado federal. Concordei.
Mas, conversando com lideranças de dentro do MDB, pesquei alguns nomes que podem entrar nessa disputa pela sigla: a ex-deputada Leila Galvão; o filho do ex-governador Flaviano Melo, Leonardo Melo; o vereador de Rio Branco, Eber Machado; e outros dois nomes que estão ligados a Tanízio, em Sena Madureira, e ao próprio Vagner, no Juruá.
“Estamos esperando também que o partido se torne uma espécie de desaguadouro com essa aliança com o governo”, disse um membro da executiva do MDB, ao afirmar que novas lideranças ligadas a Gladson e Mailza podem se filiar ao partido para entrar na disputa por vaga na Câmara.
MDB terá grande chance de se reerguer
Com apoio do governo, o MDB pode voltar a ter o protagonismo que já teve e acabou perdendo nos últimos anos, com grandes chances de eleger mais nomes na Aleac e, finalmente, ter pelo menos um representante na Câmara Federal — o que não aconteceu nas eleições passadas.





