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O lúpus eritematoso sistêmico é uma doença autoimune bastante conhecida, mas relativamente rara na população. Segundo a reumatologista Ana Luisa Garcia Calich, entrevistada por Dr. Kalil no programa Sinais Vitais, apenas 0,5% das pessoas são acometidas pela condição, que pode atingir múltiplos órgãos do corpo.
A médica explicou que o lúpus representa um espectro de manifestações clínicas. “A grande maioria não vai ser grave, mas existem casos graves”, afirmou. A doença se destaca por sua capacidade de comprometer diferentes sistemas do organismo simultaneamente.
Sintomas que merecem atenção
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Entre os principais sinais de alerta para uma investigação reumatológica, a especialista destacou as articulações como área de especial atenção. Inflamação, dor e inchaço em múltiplas articulações — especialmente quando não há trauma ou justificativa ortopédica — devem ser investigados. “Principalmente em jovens, pessoas que não é para ter dor por um desgaste”, ressaltou. Dores em mãos, pés e na coluna de caráter inflamatório, que pioram durante a noite e não melhoram com o repouso, também figuram entre os sinais relevantes.
A pele foi apontada como outro importante indicador de doenças autoimunes. De acordo com a médica, alterações cutâneas sempre geram alerta para a possibilidade de uma condição autoimune subjacente. Sintomas mais inespecíficos, como febre, perda de peso, fadiga e queda de cabelo, também podem estar associados a essas doenças e merecem atenção, embora sejam comuns a outras condições.
Fenômeno de Raynaud
A especialista chamou atenção ainda para o chamado fenômeno de Raynaud, caracterizado por uma mudança brusca na coloração das mãos quando expostas ao frio ou à água fria. “A mão muda de cor bruscamente, ela fica branca assim, mas de chamar a atenção das outras pessoas”, descreveu. A médica fez questão de diferenciar essa manifestação do simples arroxeamento causado pelo frio comum. Segundo ela, o fenômeno de Raynaud pode ou não estar associado a uma doença autoimune, mas sempre merece avaliação médica.
Os textos gerados por inteligência artificial na CNN Brasil são feitos com base nos cortes de vídeos dos jornais de sua programação. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNN. Clique aqui para saber mais.TópicosCNN Sinais VitaisDr. Roberto KalilLúpus
Conteúdo reproduzido originalmente em: CNN Brasil por afonsobenites



