O presidente Jair Bolsonaro assinou nesta quarta-feira um decreto que prorroga até 30 de abril do ano que vem o emprego das Forças Armadas na Garantia da Lei e da Ordem (GLO) na Amazônia Legal. A iniciativa faz parte da Operação Verde Brasil II e estava prevista para acabar neste mês.
O ato será publicado no Diário Oficial da União desta quinta e havia sido anunciado na semana passada pelo vice-presidente Hamilton Mourão, que comanda o Conselho Nacional da Amazônia.
A atuação dos militares ocorre na faixa de fronteira, nas terras indígenas, nas unidades federais de conservação ambiental, em outras áreas federais e, mediante requerimento do respectivo governador, em outras áreas dos Estados que compõem a Amazônia Legal.
Mourão explicou que a verba destinada para a operação contra desmatamentos na região foi de R$ 400 milhões e ainda restam cerca de R$ 180 milhões, valor suficiente, segundo ele, para a prorrogação da GLO até abril.
— Nós precisamos prosseguir porque a gente quer entrar em um círculo virtuoso de queda do desmatamento, é o nosso compromisso que a gente tem que derrubar isso ai. E para derrubar nós temos que ter gente em campo fiscalizando — afirmou, na segunda-feira da semana passada. [Capa: Ueslei Marcelino/Reuters]

















O ex-presidente Lula e o ex-prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, fizeram um ensaio fotográfico com o candidato a vereador de São Paulo De Lucca. O ativista LGBT, que concorre a uma vaga na Câmara de Vereadores, foi clicado por Roberto Stuckert Filho ao lado das lideranças do partido.
Nada com um bom par de óculos de grau para compor um look completo. A Benedicto, que cria alguns dos óculos mais disputados atualmente, não cansa de inovar. As peças são leves e confortáveis com design clássico e atemporal. E já viraram peças-desejo entre os homens mais antenados e estilosos. É o caso do filmmaker West (foto), que já garantiu o seu.
Meu querido amigo, promotor de Justiça do Ceará, Marcos Renan Palácio de Morais, lançou recentemente a obra “O Direito ao Silencio no Processo Penal”. Conforme observa Marcus Renan: “Trata-se de um estudo comparado sobre o tratamento dado ao direito de não produzir prova contra si mesmo no direito brasileiro, espanhol, argentino, norte-americano, português, alemão e italiano.”
