Rio Branco, Acre,


Acre teve o pior dia da epidemia de coronavírus desde a chegada da doença

Recorde de novos casos, 3ª morte e avanço do contágio comunitário fez da segunda-feira a pior data

O Acre enfrentou, nesta segunda-feira (13), seu pior dia da epidemia de coronavírus desde a chegada da doença ao estado, no dia 17 de março. O número de novos casos (13) bateu o recorde e fez o quantitativo total de infectados saltar de 77 para 90.

Além disso, subiu para três o número de mortos por covid-19, doença provocada pelo coronavírus. O falecimento de um idoso de 82 anos no Lar Vicentino deixou as autoridades em alerta máximo, pois o local serve de abrigo a dezenas de outras pessoas com idades avançadas, muitas delas com saúde frágil.

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Outro fato que faz da data a pior dos últimos 28 dias é a inclusão de mais um município na rota do novo vírus. Distante quase 600 quilômetros de Rio Branco, a segunda maior cidade do estado, Cruzeiro do Sul, teve seus dois primeiros casos confirmados no boletim desta segunda e acendeu o alerta em toda a região do Juruá.

O casal que testou positivo entrou em contato com pelo menos 14 pessoas no município. Três delas já apresentaram sintomas, segundo reportagens locais. Todas estão em isolamento.

Novos episódios de transmissão comunitária em Rio Branco e em duas cidades do interior também marcou o dia e preocupa profissionais e gestores de saúde. Todos os dois casos registrados em Plácido de Castro nesta data se deram dessa forma, ou seja, os infectados não sabem de quem e nem onde pegaram o novo vírus.

O único contágio comprovado em Acrelândia nesta segunda também ocorreu assim, além de mais um caso de infecção comunitária na capital. Plácido, Acrelândia e Rio Branco, têm, respectivamente, 07, 11 e 68 infectados.

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