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24 novembro 2021 3:23 pm

Membros do cadastro de reserva da PC ameaçam se acorrentar em protesto à decisão de Gladson

POR EVERTON DAMASCENO, DO CONTILNET

Última atualização em 12/11/2021 17:30

Os candidatos do cadastro de reserva do concurso da Polícia Civil que não foram convocados pelo Governo do Estado na última quarta-feira (10) – data em que Gladson Cameli publicou o chamamento de apenas 17 aprovados – devem realizar um protesto na próxima semana.

O ato está programado para acontecer na quarta-feira (24), em frente à Assembleia Legislativa do Acre (Aleac), a partir das 9 horas.

SAIBA MAIS: Governo convoca 17 aprovados do concurso da Polícia Civil no Acre; confira a lista e cargos

A categoria não concorda com o total de pessoas convocadas pelo executivo (distribuídas para os cargos de agente, auxiliar de necropsia, delegado de polícia e escrivão) para o curso de formação.

“Ele [Gladson] não cumpriu o que prometeu nos acordos que assinou e nas reuniões que tivemos. Queremos manifestar nosso repúdio e indignação à essa quantidade vergonhosa que foi anunciada. Abrir um curso de formação que custa caro para formar 17 pessoas é um absurdo”, disse a representante do movimento, Michelle Santos.

Michele afirmou que alguns colegas estão ameaçando até se acorrentar em frente à Aleac, na quarta-feira.

“Não vamos tolerar isso. O governador criou expectativas nas pessoas, que estavam até se preparando. Depois de toda luta, o que ele fez foi jogar um banho de água fria em cada um de nós. Alguns colegas quem até se acorrentar, em forma de protesto”, continuou.

A integrante do movimento argumentou ainda que a categoria acompanhou todo o processo de convocação que tramitou nas principais secretarias e na Procuradoria-Geral do Estado (PGE) e identificou que o executivo não usou a mesma regra, no que diz respeito às vacâncias, que foi utilizada no chamamento do cadastro de reserva da Polícia Militar.

“Não teve isonomia. Passamos a noite esperando uma publicação que foi feita às escuras, na madrugada. Ao acompanharmos todo o processo, identificamos que a regra que utilizaram para o nosso caso não é a mesma que aplicaram para o cadastro de reserva da PM? Que decisão injusta é essa?”, questionou.

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