18 de junho de 2024

Em comitiva, Marina Silva e presidente do Iphan vêm ao Acre para reabertura da Casa de Chico Mendes

Presidente nacional do Iphan também confirmou visita. Há ainda a expectativa da presença da ministra da Cultura, Margareth Menezes

A ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, desembarga no Acre nesta sexta-feira (10), para reabrir a Casa de Chico Mendes, em Xapuri.

Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil)

VEJA MAIS: Fechada há mais de 4 anos, Casa de Chico Mendes será reinaugurada nesta sexta-feira

Além da ministra, o presidente do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – Iphan, Leandro Grass, também faz parte da comitiva do governo federal que chega em Xapuri.

O presidente do Iphan, Leandro Grass, fala à imprensa/Reprodução

A informação foi confirmada pela assessoria de imprensa do Governo Federal. O governo do Estado será representado pela vice-governadora Mailza Assis.

Amiga pessoal de Chico Mendes, Marina já declarou várias vezes a admiração que tem pelo líder seringueiro acreano. Ela e Chico militaram juntos na luta ambiental no Acre.

Marina e Chico Mendes foram lideranças seringalistas no Acre/Reprodução

Há ainda a expectativa da ministra da Cultura, Margareth Menezes.

O local, tombado como patrimônio histórico nacional, fica localizada na Rua Batista de Moraes, com arquitetura vernácula da Amazônia e tem quatro cômodos, formados por sala, dois quartos e cozinha, interligados por um corredor lateral, estava fechada há mais de 4 anos.

O museu, antes de ser fechado em 2018, havia sido fechado em 2015, após a seca histórica do Rio Acre, quando o local ficou totalmente de baixo d’água.

Casa estava fechado há 4 anos. É conhecido por ter sido o local onde Chico Mendes foi assassinado. Foto: Matheus Mello/ContilNet

A solenidade de reabertura da Casa de Chico Mendes está marcada para acontecer às 10h. A revitalização do espaço foi realizado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).

Tombamento

Em 15 de maio de 2008, o tombamento aconteceu através de pedidos de entidades ligadas aos seringueiros e povos indígenas, sinalizando uma nova sensibilidade para estes objetos que não se explicam pelo valor estético ou arquitetônico.
O local já tinha sido tombado como patrimônio histórico do Estado do Acre. O decreto foi assinado em 2006, no Dia da Amazônia, pelo então governador Jorge Viana em cerimônia realizada no Palácio Rio Branco com a presença de autoridades e ativistas ambientais.

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