21 de junho de 2024

‘Não queremos manchar o nome dela’, diz marido de Ana Hickmann sobre dívidas com banco

Entenda motivos da briga judicial entre instituição financeira e empresa de Alexandre Correa e da apresentadora

Ana Hickmann posa com o marido, Alexandre Correa

Ana Hickmann posa com o marido, Alexandre Correa – Reprodução

Durante os últimos meses, a empresa Hickmann Serviços Ltda, que pertence à apresentadora Ana Hickmann e seu marido, Alexandre Correa, tem brigado na Justiça com o Banco do Brasil devido a uma dívida rotulada pelo empresário como “predatória e gananciosa”. A instituição financeira cobraria um valor de cerca de R$ 1,2 milhão da empresa.

O banco pede o montante com base em uma operação envolvendo cédula de crédito. Porém, em contato com o F5, Correa afirma que foram eles quem decidiram levar o caso à Justiça para tentar um acordo, pois os valores cobrados seriam exorbitantes e irreais.

“Vida de empresário aqui no Brasil é dura. Temos vários negócios e graças a Deus alguns prosperam bem, mas outros nem tanto”, começa. “Tínhamos uma relação saudável com o banco, mas infelizmente eles endureceram numa negociação onde nós achamos a postura deles predatória e gananciosa”, diz.

Conforme Alexandre, o valor cobrado de R$ 1,2 milhão não corresponde à realidade e por isso seria necessário entrar com uma ação “para que a Justiça determine o que deve ser pago”. Procurado, o Banco do Brasil diz que não comenta o caso em razão de sigilo bancário e comercial.

Em outubro, a empresa de Correa e Hickmann já havia sido notificada por um processo movido por uma cooperativa, que alega o não pagamento de um empréstimo. A informação foi confirmada ao F5 pelo Tribunal de Justiça de São Paulo. O valor da ação é de mais de R$ 2,4 milhões.

Sobre o caso, o empresário e marido da apresentadora diz que “isso é um absurdo”. “Houve uma parcela que não foi cumprida e estão pegando esse fato e colocando como se fosse um valor maior, o que não é verdade”, diz.

Segundo ele, “uma dívida de empréstimo futura é uma dívida a pagar, há um prazo para isso e não pode ser levado para um valor presente. Não há inadimplência.”

“Não queremos manchar o nome da Ana Hickmann, uma mulher que só trabalha e produz, que promove o empoderamento feminino”, completa.

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