21 de abril de 2024

Ex-Ken humano, Jessica Alves é vítima de tentativa de sequestro no Brasil: ‘Chorei feito um bebê’

Modelo contou que o crime aconteceu enquanto ela estava de férias em São Paulo

Jessica Alves revelou que foi vítima de tentativa de sequestro em São Paulo

Jessica Alves revelou que foi vítima de tentativa de sequestro em São Paulo — Foto: Reprodução Instagram

Jessica Alves, ex-Ken humano que se assumiu mulher trans, contou que sofreu uma tentativa de sequestro em São Paulo, onde passou quatro semanas. Segundo a modelo, o crime aconteceu enquanto ela estava de férias no Brasil.

Hospedada em um imóvel que comprou para estar mais perto da família, Jessica relatou foi surpreendida por bandidos quando saía do condomínio.

“Eu postei muitos stories na minha casa e na piscina, então as pessoas descobriram onde fica meu apartamento. Todos os dias, quando saía, tinha uma legião de fãs esperando na porta. Naturalmente, eu descia do carro, tirava selfies e agradecia a eles, mas também pedia que voltassem para suas casas e não ficassem lá fora me esperando o dia inteiro”, disse em entrevista ao “DailyMail”.

“No sétimo dia, saí de casa com a minha irmã e tinha muitas pessoas esperando por mim. Minha irmã não se sentiu confortável com isso e seguiu dirigindo. Enquanto fazíamos isso, ouvimos um som alto de tiro. A segurança do prédio chamou a polícia”, detalhou.

Jessica Alves revelou ter sofrido tentativa de sequestro em São Paulo — Foto: Reprodução Instagram

Jessica Alves revelou ter sofrido tentativa de sequestro em São Paulo — Foto: Reprodução Instagram

Morando há mais de 20 anos em Londres, Jessica descobriu que o caso se tratava de uma tentativa de sequestro. “A polícia foi até o condomínio e explicou que havia uma tentativa de sequestro contra mim. Eles disseram que, para minha segurança, eu deveria ficar em casa”, comentou. A influenciadora brasileira falou que teve ajuda de profissionais para protegê-la:

“Além da segurança do meu condomínio, tive que contratar segurança armada para permanecer diante da minha porta por três semanas. Quando fui levada ao aeroporto para voltar para casa [em Londres], fui escoltada pela polícia local e minha segurança armada. Foi um alívio para mim quando pisei no meu voo da British Airways. Quando as portas [do avião] fecharam, eu comecei a chorar feito um bebê e a tripulação perguntou se eu estava bem. Respondi: ‘Sim, agora que estamos voltando para Londres, estou’.”

 

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