11 de junho de 2024

Em 22 anos, Acre teve mais de 1 mil mortes por hepatites virais; veja números

Em relação às capitais, Rio Branco e outras 13 apresentaram taxa de detecção superior à do país (de 4,3 casos por 100 mil habitantes) em 2022

O Boletim Epidemiológico Hepatites Virais 2023, do Ministério da Saúde, revelou que os tipos A,B,C e D da doença, foram responsáveis por 1.149 mortes no Acre, entre os anos 2000 e 2022.

Rio Branco se destaca com com 16,4 casos da doença por 100 mil habitantes/Foto: Reprodução

Os números apontam que houve 24 mortes por hepatite de Tipo A (21 básicas e 3 associadas); 468 mortes por hepatite B (320 básicas e 148 associadas); 543 mortes por hepatite C (359 básicas e 184 associadas); e 114 óbitos por hepatite do tipo D (79 básicas e 35 associadas).

Em relação às capitais, Rio Branco e outras 13 apresentaram taxa de detecção superior à do país (de 4,3 casos por 100 mil habitantes) em 2022, mesmo com a diminuição nos casos de hepatite B na maior parte das capitais em comparação com 2019, ano pré-pandemia de covid-19.

O Boletim alerta ainda para Porto Velho, com 21,1 casos por 100 mil habitantes; Rio Branco, com 16,4 por 100 mil habitantes; e Boa Vista, com 13,3 casos por 100 mil habitantes.

O Ministério da Saúde lembrou ainda que em 2022, o ranking das capitais com as maiores taxas de detecção de hepatite C mostrou 11 cidades com índices superiores à média nacional de 6,6 casos por 100 mil habitantes. Quem lidera o ranking é Porto Alegre-RS com a maior taxa, registrando 47,2 casos por 100 mil habitantes. Em seguida, São Paulo-SP (26,8), Curitiba-PR (18,7), Rio Branco-AC (14,0), Porto Velho-RO (13,5), Goiânia-GO (10,7), Florianópolis-SC (8,3), Salvador-BA (7,8), Manaus-AM (7,5), e Boa Vista-RR e Aracaju-SE, ambas com 7,4 casos por 100 mil habitantes.

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