Em reunião na Aleac, Aberson apresenta proposta de reajuste aos servidores da Educação

A categoria exige um reajuste salarial de 3,62% com base no novo piso nacional do magistério (retroativo ao mês de janeiro deste ano)

A Comissão de Educação da Assembleia Legislativa do Acre (Aleac) ouviu em reunião nesta terça-feira (25), representantes do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado, para tratar sobre o reajuste salarial dos servidores.

A reunião aconteceu nesta terça-feira, na Aleac/Foto: Juan Diaz/ContilNet

O secretário de Educação, Aberson Carvalho esteve na reunião e voltou a propor que o reajuste seja pago em três parcelas, a primeira de 1,2% no segundo semestre deste ano, uma segunda parcela de 1,2% no próximo ano e a terceira parcela de 1,2% em 2026.

A categoria exige um reajuste salarial de 3,62% com base no novo piso nacional do magistério (retroativo ao mês de janeiro deste ano), além da reintrodução da estrutura da tabela salarial com múltiplos de 10% nas referências das letras de A a J.

O secretário de Educação, Aberson Carvalho, apresentou o plano de reajuste aos deputados e ao Sinteac/Foto: Juan Diaz/ContilNet

O secretário lembrou que a folha da em educação do Estado em 2024 é de R$ 1,4 bilhão e a tendência é que esse valor chegue a R$ 1,5 bilhão em 2025.

“O Estado do Acre paga mais que 80% do MDE pago com salários. O recomendando com a lei, o Fundeb é 70%. Isso vai variar conforme a arrecadação”, disse.

Aberson chegou a abraçar Rosana durante a reunião/Foto: Juan Diaz/ContilNet

A presidente do Sindicato, Rosana Nascimento, rebateu as declarações do secretário, disse que a Educação tem dinheiro para pagar o reajuste e concluiu dizendo que a categoria aceita que o aumento seja pago pelo menos em duas parcelas. Até lá, a manifestação segue entre os servidores.

Carta aberta

No último final de semana, Aberson havia divulgado uma carta aberta aos servidores da Educação sobre o impacto financeiro da retomada do percentual de 3% de incidência escalonada.

Na carta, Aberson destaca que a secretaria precisou elaborar um estudo técnico detalhado na folha salarial dos servidores.

“Nossas equipes têm se debruçado em cálculos de projeções para a aplicação do percentual de 3% (três por cento) e suas repercussões financeiras nas tabelas de salários, observando seus impactos advindos do crescimento vegetativo do compromisso das despesas de pessoal para os exercícios financeiros de 2024, 2025 e 2026 e, ainda, dos reflexos desses reajustes nas despesas de pessoal dos servidores inativos da educação, que terão a tabela de progressão da carreira como base de aumento”, disse.

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