O desabafo de Lidiane Herculano, moradora de Nova Iguaçu, no Rio de Janeiro, gerou grande repercussão nas redes sociais. Ela alega ter ficado momentaneamente cega após utilizar um produto da marca Wepink, da influenciadora Virginia Fonseca. O caso foi divulgado neste domingo (6/7), e agora, a equipe da influenciadora se manifestou sobre o ocorrido.

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Defesa da Wepink pede perícia e aponta recusa da cliente
Em nota enviada à coluna Fábia Oliveira, a defesa da marca afirmou que é fundamental realizar uma perícia no produto utilizado pela cliente. Contudo, de acordo com o comunicado, Lidiane Herculano — que em gravações declarou ter ficado com as córneas queimadas após usar um fortalecedor de cílios — se negou a enviar o material para análise.
“Contatamos a consumidora e solicitamos que ela nos enviasse o produto por meio de postagem reversa gerada por nós ou permitisse que coletássemos o produto em sua residência, pois alegado pelo consumidor que o produto causou um dano, se faz necessário a análise pericial do produto para emissão de laudo. Porém, ela se negou em um primeiro momento”, afirmou a nota. O texto finaliza dizendo: “Seguimos aguardando o envio do produto para analisarmos”.
Entenda o caso
Lidiane Herculano relata ter usado um fortalecedor de cílios da Wepink. Segundo ela, o produto teria queimado suas córneas. A família já informou que pretende entrar com as “medidas cabíveis” contra a empresa.
Em um vídeo publicado no YouTube em 22 de junho, Lidiane conta que sentiu uma “ardência de leve” ao usar o produto, mas não se preocupou inicialmente. Poucas horas depois, no entanto, começou a ter reações estranhas. “Senti uma ardenciazinha de leve (…) e aí eu dormi. Quando acordei, eu já estava vendo tudo muito nublado, tudo muito cinza”, disse.
“Lavei com soro, com água boricada e voltei a dormir achando que ia melhorar. Só que, no dia seguinte quando acordei para ir pro trabalho, continuei com essa nebulosidade”, reforçou Lidiane. Ela afirma que uma oftalmologista confirmou que o produto teria queimado suas córneas.
A situação, segundo a mulher, agravou-se em seguida. Lidiane começou a sentir fortes dores e, após algumas horas, já não conseguia mais abrir os olhos. “Ela [oftalmologista] me passou 4 colírios e comecei a usar e fui dormir. Mas quando foi umas 6h da manhã, acordei sentindo muita dor, com os olhos lacrimejando”, relatou.
“Fui para um hospital especialista em olhos em Duque de Caxias e o médico examinou, eu já nem conseguia mais abrir os olhos. Parecia que estava passando uma gilete nos olhos. Uma dor insuportável”, afirmou Lidiane.
Fonte: Metrópoles
Redigido por ContilNet
