Com o povo como base, Veinha do Valmar consolida três mandatos de protagonismo em Tarauacá

Em seu terceiro mandato, Veinha mostra liderança popular, alia voto expressivo à presença nas comunidades

Com o povo como base, Veinha do Valmar consolida três mandatos de protagonismo em Tarauacá
Veinha consolidou um perfil político que vai além do discurso. Sua força está na relação direta com quem vive a realidade do dia a dia, principalmente nas áreas onde faltam serviços básicos, acesso à saúde e infraestrutura.

Há um ditado popular que diz que “palavra de homem não faz curva”. Quer dizer, basicamente que, quem se compromete com o que prometeu, deve cumprir o compromisso. Partindo desse princípio, pode-se dizer que a vereadora de Tarauacá Neirimar Lima – a Veinha do Valmar – certamente é uma “mulher de palavra”, sendo uma prova disso a construção de sua trajetória política, marcada pelos pés no chão e ouvido atento ao povo.

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Em seu terceiro mandato consecutivo, Veinha mantém uma base eleitoral fiel e carrega o é uma das mais votadas da história recente do município.

Veinha consolidou um perfil político na relação direta com quem vive a realidade do dia a dia. Foto: cedida

Em seu terceiro mandato consecutivo, ela mantém uma base eleitoral fiel e carrega o peso simbólico de ser uma das parlamentares mais votadas da história recente de Tarauacá.

Neirimar – ou melhor dizendo, Veinha – consolidou um perfil político que vai além do discurso: a força, no caso, tem relação direta com quem vive a realidade do dia a dia, principalmente nas áreas onde faltam serviços básicos, acesso à saúde e infraestrutura. Essa proximidade transformou sua atuação em capital político sólido, sustentado por alianças estratégicas com nomes influentes da política local e estadual, como a prefeita Maria Lucinéia e o ex-deputado federal Jesus Sérgio.

Em um momento em que Tarauacá administra um orçamento robusto – R$ 263,4 milhões previstos para 2026 -, o desafio da vereadora ganha ainda mais peso. É que Veinha defende que os números não podem ficar restritos às planilhas técnicas. Para ela, o papel do Legislativo é garantir que os recursos públicos se traduzam em dignidade para quem vive com um salário mínimo de R$ 1.518, fiscalizando de perto onde e como cada real é aplicado.

O trabalho de Veinha se concentra especialmente nas áreas de educação, que dispõe da maior fatia do orçamento municipal, e assistência social. Ambos os setores, para ela, não podem ser engolidos pela burocracia. “Meu mandato abre caminho para a participação feminina em um ambiente legislativo tradicionalmente masculino”, finaliza.

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