Bomba na economia: Haddad sai do Ministério da Fazenda e aponta sucessor

Após meses de especulação, governo confirma mudança na principal pasta econômica. Saiba quem é o braço direito de Haddad que assume o cargo.

Fernando Haddad durante o anúncio de que Haddad sai do Ministério da Fazenda.

O mercado financeiro e o cenário político de Brasília operam em alerta máximo nesta terça-feira (10). Foi confirmado que o ministro Fernando Haddad sai do Ministério da Fazenda na próxima semana, encerrando seu ciclo à frente da principal pasta econômica do país.

A informação, que começou a circular nos bastidores e foi confirmada pelos principais veículos de imprensa do país nas últimas horas, já provocou solavancos no Ibovespa e oscilações na cotação do dólar, enquanto investidores buscam entender os próximos passos da política econômica do Governo Federal.

Quem assume a Fazenda?

Para evitar uma crise de confiança e manter a previsibilidade no mercado, Haddad já deixou o caminho pavimentado para a sua sucessão. O nome confirmado para assumir a cadeira de Ministro da Fazenda é o de Dario Durigan, atual número dois da pasta e braço direito de Haddad desde o início da gestão.

Durigan, que já atua como Secretário-Executivo, tem um perfil considerado técnico e respeitado tanto por alas políticas quanto pela Faria Lima. Sua efetivação como ministro é vista como um sinal de que o governo manterá o compromisso com a atual agenda de responsabilidade fiscal e reforma tributária.

Por que Haddad vai sair?

Embora o Palácio do Planalto ainda vá oficializar a transição com uma cerimônia nos próximos dias, a saída de Haddad faz parte de uma articulação política maior, visando a reorganização das forças do governo e a preparação para o próximo calendário eleitoral.

A reação imediata do mercado nas próximas horas será crucial. Analistas apontam que o desafio de Dario Durigan será provar que tem o mesmo peso político de seu antecessor para negociar pautas difíceis no Congresso Nacional, especialmente em um ano onde o Orçamento sofre forte pressão por gastos públicos.

Matéria em atualização.

Fonte: Redação ContilNet de Economia e Política

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