Mulher vira ré por matar marido na frente do filho por wi-fi

Mulher vira ré por matar marido após briga por Wi-Fi

O Ministério Público do Paraná (MPPR) apresentou denúncia contra Jaqueline Francisca dos Santos Schumann, de 32 anos, pela morte de seu marido, Valdir Schumann, em Cafelândia, no oeste do estado. O crime, ocorrido em 12 de março deste ano, foi motivado por uma discussão doméstica sobre o horário de desligar o roteador de internet e a televisão.
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O Ministério Público do Paraná (MPPR) apresentou denúncia contra Jaqueline Francisca dos Santos Schumann, de 32 anos, pela morte de seu marido, Valdir Schumann, em Cafelândia, no oeste do estado.

O crime, ocorrido em 12 de março deste ano, foi motivado por uma discussão doméstica sobre o horário de desligar o roteador de internet e a televisão.

A Dinâmica do Crime

Segundo a investigação, Valdir assistia a um filme quando Jaqueline decidiu que todos deveriam dormir, ameaçando desligar os aparelhos. Diante da recusa do marido, a mulher buscou uma espingarda em outro cômodo e efetuou o disparo fatal. Um detalhe sombrio reforça a gravidade do ato: o filho do casal, de 13 anos, presenciou o assassinato e confirmou a autoria à polícia.

A Farsa Desmascarada

Após o disparo, Jaqueline teria tentado manipular a cena do crime para sustentar a tese de morte acidental:

  • Simulação: Ela colocou a arma sobre a cama, alegando que Valdir teria disparado contra si mesmo enquanto limpava o equipamento.

  • Perícia: O laudo da Polícia Científica desmentiu a versão. A vítima era destra, mas foi atingida no braço esquerdo, e não havia sinais de tiro à curta distância (característico de acidentes ou suicídios).

Com informações do Metrópoles.

  • Falha Mecânica: A polícia revelou que Jaqueline tentou dar um segundo tiro, mas a arma falhou.

Penas e Acusações

O MPPR denunciou a acusada por homicídio qualificado (motivo fútil e recurso que dificultou a defesa da vítima) e fraude processual. A promotoria solicita:

  1. Que a ré seja levada a Júri Popular.

  2. O pagamento de, no mínimo, R$ 100 mil em reparação à família da vítima.

Jaqueline segue presa preventivamente enquanto o processo avança na comarca de Cafelândia.

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