Um homem de 32 anos acusa o jogador Rodrygo Goes, do Real Madrid, de graves agressões durante uma festa no dia 1° de janeiro de 2026. A vítima, que não quer ser identificada, revelou que foi agredida por amigos do atleta, resultando em coágulos na cabeça, torção de um dedo da mão direita e do pé direito, entre outros machucados. Além disso, seu celular teria sido levado à força pelo grupo, a fim de ver se imagens foram capturadas.
Segundo o brasileiro, que mora em Madri, sua esposa foi levar um amigo dela até o local da festa. O homem diz que após um período de algumas horas, foi atrás dos dois para encontrá-los e conseguiu entrar no espaço após ser liberado por um funcionário, com seu celular – o que costuma ser proibido em eventos do tipo -. As agressões teriam começado assim que ele e a esposa, juntos, se dirigiam para a saída da festa, quando Rodrygo e amigos viram o celular da vítima e tentaram arrancá-lo à força, conforme consta na denúncia apresentada à Justiça.
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“Quando se dirigia à saída do espaço, foi abordado rapidamente por Caio Prazeres, Mario Leite, Marcelo Tadeu, Julio Vercoza, Richard Santos, Digga Santos e Ewerton Neves, que por ordem e instruções de Rodrygo Goes, o empurraram contra a parede, agarrando-o pelo pescolo, tentando subtrair o celular e recebendo, neste momento, numerosos golpes em diversas partes do corpo, não sabendo precisar nem quantos nem quais foram os denunciados que o atingiram. Diante da agressão, o denunciante reagiu levantando os braços sem rebater ou devolver, em nenhum momento, os golpes recebidos”.
Do lado de fora da festa, as agressões teriam continuado, com a vítima recebendo até mesmo chutes: “Eles foram me levando pra fora, e lá fora de novo [voltaram] com as agressões que, foi quando caí e eles me chutaram e pegaram o celular”. O telefone só teria sido devolvido posteriormente, quando os 9 denunciados garantiram que não haviam imagens da festa ali.
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Ao sair de lá, a vítima afirma que foi fazer o exame de corpo de delito e apresentou uma denúncia formal contra Rodrygo e os 8 amigos. O homem ainda diz que se sentiu ameaçado, ao ouvir que não deveria procurar a mídia, um dos motivos pelo qual não quer ser identificado nesta reportagem.
O brasileiro precisou ficar 36 dias afastado do trabalho devido aos machucados, além de ser encaminhado para fazer fisioterapia devido às lesões em um dedo da mão direita e no tornozelo direito. De acordo com um relatório médico, ele também chegou ao serviço de emergência com edema e hematoma dolorosos ao toque na região posterior e inferior do crânio.
Em contato com a reportagem, a assessoria de comunicação do jogador Rodrygo enviou o seguinte posicionamento: “Até o momento não houve qualquer notificação ou solicitação oficial de órgão competente quanto à apuração ou checagem dos fatos narrados. O atleta está concentrado, neste momento, nas etapas da sua recuperação para o retorno aos campos”.





