Maior ponte do Irã é destruída após ataque dos EUA

EUA destrói maior ponte do Irã e Trump ameaça atacar usinas elétricas

A infraestrutura estratégica do Irã sofreu um golpe devastador na noite desta quinta-feira (02/04). Alvos de uma operação conjunta das forças aéreas dos Estados Unidos e Israel, a maior ponte do país veio abaixo, deixando um rastro de destruição e vítimas. Segundo a mídia local, o balanço inicial aponta para duas mortes (com autoridades citando até nove vítimas em pontos isolados) e pelo menos 95 feridos.
Divulgação/Redes Sociais/Donald Trump

A infraestrutura estratégica do Irã sofreu um golpe devastador na noite desta quinta-feira (02/04).

Alvos de uma operação conjunta das forças aéreas dos Estados Unidos e Israel, a maior ponte do país veio abaixo, deixando um rastro de destruição e vítimas. Segundo a mídia local, o balanço inicial aponta para duas mortes (com autoridades citando até nove vítimas em pontos isolados) e pelo menos 95 feridos.

O Ultimato de Trump

Direto de sua rede social, Truth Social, o presidente Donald Trump não apenas confirmou a autoria do ataque, como também subiu o tom das ameaças. Para o líder norte-americano, a destruição da ponte é apenas o começo de uma campanha para paralisar o país persa.

“Nossas Forças Armadas ainda nem começaram a destruir o que restou no Irã. Primeiro pontes, depois usinas elétricas! É hora de o Irã fazer um acordo antes que seja tarde demais”, declarou Trump.

Com informações do Metrópoles.

Impactos Econômicos e Civis

A guerra no Irã já começa a ser sentida no bolso dos consumidores ao redor do mundo. A FAO (Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura) alertou nesta sexta-feira que o preço global dos alimentos subiu drasticamente devido à instabilidade nas rotas de comércio e à destruição de infraestrutura na região.

Crise no Comando Militar

Internamente, o governo dos EUA também atravessa turbulências. Em meio ao avanço das operações no Irã, Trump anunciou a demissão do Chefe do Estado-Maior, sinalizando uma reestruturação profunda no comando das ações militares para acelerar o que ele chama de “pressão máxima” sobre a liderança iraniana.

A comunidade internacional observa com cautela, enquanto o preço do petróleo oscila e o risco de um apagão total no Irã se torna iminente com a nova meta de bombardeios focada em usinas hidrelétricas.

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