Em 2020, Rio Branco ficou 42 dias com ar poluído acima do recomendado pela OMS

Em 2020, Rio Branco ficou 42 dias com ar poluído acima do recomendado pela OMS

As queimadas urbanas e rurais em Rio Branco colaboraram para o aumento da poluição do ar em 2020. A capital ficou 42 dias com a concentração de partículas tóxicas acima do recomendado pela OMS, que é 25 ug/m3 (micrograma por metro cúbico).

Em agosto, no auge dos incêndios, sensores situados na cidade chegaram a registrar 386 ug/m³. Mesmo após o fim do pico do verão amazônico, Rio Branco ainda tem o ar poluído. Nesta segunda-feira (26), foram captados materiais particulados de mais de 120 ug/m³.

As informações são da Rede de Monitoramento da Qualidade do Ar do Acre, que tem parceria com a Universidade Federal do Acre (Ufac) e Ministério Público do Estado (MPAC).

Concentração de partículas acima dos 25 ug/m³ podem provocar danos à saúde de pessoas vulneráveis, como idosos e crianças, caso sejam expostas ao ar por um período prolongado. Acima dos 350 ug/m³, o ar pode afetar a saúde de todas as pessoas, a depender do nível de exposição à poluição.

Xapuri, Capixaba, Plácido de Castro, Brasileia, Senador Guiomard, Manoel Urbano, Sena Madureira, Assis Brasil e Acrelândia tiveram mais de 40 dias de 2020 com ar poluído além do aceitável.

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