Advogado no AC tem morte cerebral após covid-19 e família decide por ortotanásia

Após ter morte cerebral confirmada na última terça-feira (9), a família do advogado criminalista Giliard Souza, que lutava contra a Covid-19, optaram junto com a equipe médica por um procedimento que permite que o paciente venha a óbito sem sofrimento.

O jurista está internado no Hospital Santa Juliana, em Rio Branco, inicialmente, seria feito eutanásia – ato de proporcionar morte sem sofrimento a um doente atingido por afecção incurável que produz dores intoleráveis.

No entanto, foi escolhido a ortotanásia, que é o nome dado à conduta que os médicos tomam quando — ao ver que o estado clínico do paciente é irreversível e que sua morte é certa — permitem que o paciente faleça, a fim de poupar-lhe mais sofrimento.

Atualmente, Souza estava atuando em seu próprio escritório, mas, antes chegou a atuar como jurista na Banca Rui Duarte Advogados Associados, além de ter atuado como assessor jurídico na Defensoria Pública do Estado do Acre.

 

 

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