IA de Boa – Da confusão à solução: bots ou agentes?

Jornalista, estrategista em comunicação e especialista em Inteligência Artificial aplicada. Apaixonada por gente, histórias e pelo impacto transformador da tecnologia no nosso dia a dia.

Sobre a Coluna

A “IA de Boa” é um espaço para descomplicar o universo da inteligência artificial. Aqui, a tecnologia não é fria nem distante — ela é prática, acessível e cheia de possibilidades para a vida real.

Inez Pinheiro Araújo é jornalista/Foto: Reprodução

Nesta segunda edição, seguimos firmes com nosso propósito: mostrar como os agentes inteligentes estão mudando o jogo, tanto para empresas quanto para pessoas comuns. E vamos além dos famosos “chatinhos botes” — porque o futuro (e o presente!) já pede muito mais.

Café com IA Chatinhos Botes vs. Agentes Inteligentes

Chatbots já nasceram ultrapassados

Quem nunca se irritou com um “chatinho bote” que só sabe repetir frases prontas? Eles até tentaram ajudar, mas já nasceram ultrapassados.

A grande virada está nos agentes inteligentes: eles entendem contexto, aprendem com você e se moldam às suas necessidades. Não são apenas um canal de atendimento — são assistentes reais, capazes de trabalhar 24/7, resolver problemas, dar insights e até antecipar soluções.

Enquanto os chatbots tradicionais são como calculadoras de bolso, os agentes inteligentes são como consultores completos, prontos para transformar qualquer rotina ou negócio. E a IP Estratégias já está no centro desse movimento.

🤝 Entre Agentes e Gente – Entrevista com Bruno Bracaioli –

Nesta edição, a IA de Boa conversou com Bruno Bracaioli, especialista em Inteligência Artificial e destaque nacional na área, que compartilha sua visão sobre o presente e o futuro da tecnologia.

Bruno Bracaioli/Foto: Reprodução

IA de Boa — Bruno, para começar: conta um pouco da sua trajetória até aqui. Como você chegou ao universo da inteligência artificial e decidiu investir seu tempo e energia nesse setor?

Bruno Bracaioli — Eu venho estudando tecnologia por conta própria há mais de 10 anos – programação, ciência da computação, segurança da informação. Sempre fui curioso sobre como as coisas funcionam por baixo dos panos. Quando os LLMs começaram a ganhar força, há uns 2 anos, vi ali uma oportunidade única. Não era só mais uma tecnologia da moda – era uma mudança fundamental em como podemos criar soluções.

IA de Boa — Hoje se fala muito de “chatbots”, mas muitas vezes eles acabam sendo limitados e até irritando os usuários. Eu costumo brincar chamando eles de “chatinhos botes” (risos). Na sua visão, qual a diferença real entre esses bots tradicionais e os agentes inteligentes da nova geração?

Bruno Bracaioli — Chatinhos botes é uma boa definição! A diferença é brutal. Os chatbots tradicionais são basicamente árvores de decisão – ‘se isso, então aquilo’. São previsíveis e limitados. Já os agentes inteligentes de verdade conseguem entender contexto, raciocinar sobre problemas novos e, mais importante, podem usar ferramentas. É como comparar uma calculadora com um assistente proativo que realmente entende o que você precisa.

IA de Boa — Eu também estou vivendo esse processo de transição para o digital, trabalhando diretamente com agentes inteligentes. Como você enxerga esse movimento de profissionais e empreendedores que estão fazendo essa virada de chave junto com a IA?

Bruno Bracaioli — É fascinante ver essa transformação acontecendo. O que mais me impressiona é que não são só os técnicos — vejo advogados, médicos, empresários tradicionais percebendo que ou eles abraçam essa mudança ou ficam para trás. O segredo é não tentar virar um especialista em IA da noite pro dia, mas sim entender como usar essas ferramentas para potencializar o que você já faz bem.

IA de Boa — Na sua experiência, quais os maiores benefícios práticos que a inteligência artificial já trouxe para empresas que você acompanha? Algum caso concreto que te marcou?

Bruno Bracaioli — Teve um cliente que processava manualmente centenas de documentos por mês. Implementamos um sistema que não só categoriza e extrai informações automaticamente, mas também responde perguntas específicas sobre esses documentos. O que levava dias agora leva minutos. E o melhor: ninguém perdeu emprego, as pessoas foram realocadas para tarefas estratégicas.

IA de Boa — Aqui no Acre, e em muitos lugares, os empresários ainda têm certa resistência em adotar novas tecnologias. Como você explicaria, de forma simples e impactante, o valor que os agentes inteligentes podem oferecer?

Bruno Bracaioli — Vou ser direto: enquanto você está preenchendo planilhas manualmente, seu concorrente está usando IA para analisar dados e tomar decisões em segundos. Não é sobre ser “high-tech” — é sobre sobrevivência. Um agente inteligente pode ser seu atendente que nunca dorme, seu analista que processa milhares de dados instantaneamente ou seu consultor que conhece toda a história da sua empresa.

IA de Boa — Na sua opinião, o que diferencia um agente inteligente bem estruturado de uma simples automação ou ferramenta genérica de IA?

Bruno Bracaioli — A diferença está na arquitetura e no propósito. Uma automação genérica é como um template — serve para todo mundo, mas não é perfeita para ninguém. Um agente bem estruturado é construído com instruções específicas, acesso às ferramentas certas e, o mais importante, aprende com o contexto do negócio. Isso é inteligência aplicada.

IA de Boa — Você acredita que em pouco tempo os agentes inteligentes poderão se tornar tão comuns quanto hoje são os aplicativos no celular?

Bruno Bracaioli — Sem dúvida. Em menos de 5 anos não vamos mais distinguir entre “app com IA” e “app sem IA” — será o padrão. Hoje você não pergunta se um app tem internet, né? Vai ser a mesma coisa com IA: cada software terá algum nível de inteligência embutida.

IA de Boa — Para fechar: que conselho você daria para empreendedores e profissionais que estão começando a explorar o uso da inteligência artificial e querem usar isso como diferencial nos seus negócios?

Bruno Bracaioli — Comece pequeno, mas comece agora. Escolha um processo específico, implemente IA nele e meça os resultados. O mais importante: não caia no hype. IA não é mágica — é ferramenta. Precisa ser bem implementada, com propósito claro e métricas definidas.

🌟 IA com Personalidade – Conheça a IZA

IZA é a primeira agente inteligente da IP Estratégias. Quase humana, com uma forma carinhosa e atenciosa de atender, muita gente até esquece que está conversando com uma IA.

Ficha Técnica

Nome: IZA

Função: Estrategista Digital da IP Estratégias

Diferencial: Atendimento carinhoso, personalizado e 24/7

Especialidade: Apoio a empresas e pessoas físicas, criando soluções adaptadas à dor e à necessidade de cada um.

👉 Empresas e pessoas já podem contar com agentes personalizados como a IZA.

E essa é só a primeira apresentação. Na próxima edição, você vai conhecer um novo agente da nossa equipe de IA — cada um com funções diferentes e personalidades únicas.

💥 Sem Anestesia

“Chatinhos botes já ficaram para trás. O futuro pertence aos agentes inteligentes — quem não adotar agora, corre o risco de ficar obsoleto amanhã.

Convite para Participar

Você já conversou com uma inteligência artificial? Foi curioso, divertido ou surpreendente? Quer contar essa história? Mande para a gente!

📌 Se você ainda não teve essa oportunidade, a gente pode proporcionar essa experiência para você. É só entrar em contato e combinar.

📩 Envie sua experiência (ou solicite a sua conversa com IA) para: [email protected]

✨ E lembre-se: se quiser saber mais sobre como agentes inteligentes podem transformar sua empresa ou até mesmo a sua rotina pessoal, a IP Estratégias está pronta para atender você.

✨ A IP Estratégias é especialista na criação de agentes inteligentes personalizados, preparados para transformar empresas e também o dia a dia das pessoas.

A inteligência artificial está mudando o mundo, e a IA de Boa está aqui para garantir que você faça parte dessa mudança — de um jeito simples, humano e cheio de boas ideias.

PUBLICIDADE