A IP Estratégias lança um projeto pioneiro no Brasil: a Escola de Inteligência Aplicada, onde o professor é um agente de IA preparado para ensinar, acompanhar e inspirar alunos com suporte humano e metodologia prática.
🎙️ Entrevista exclusiva com Jota Oliver, um dos maiores comunicadores do Brasil — escritor, empresário e palestrante com milhões de seguidores nas redes. Uma conversa sobre fé, recomeços e o papel da Inteligência Artificial no futuro humano.
Por Inez Pinheiro Araújo
Jornalista, estrategista em comunicação e especialista em Inteligência Artificial aplicada.
Apaixonada por gente, histórias e pelo impacto transformador da tecnologia no nosso dia a dia.
Sobre a Coluna
A IA de Boa é um espaço para descomplicar o universo da Inteligência Artificial.
Aqui, a tecnologia não é fria nem distante — ela é prática, acessível e cheia de possibilidades para a vida real.
Destaques desta edição
☕ Café com IA: A Escola de Inteligência Aplicada da IP Estratégias inaugura uma nova era de aprendizado com professores virtuais inteligentes e suporte humano em tempo real.
💉 Sem Anestesia: Afonso Alcântara, criador e CEO da nova rede social Poosting, fala sobre o futuro das conexões humanas — e a IA de Boa antecipa um trecho exclusivo de sua entrevista na próxima edição.
👤🤖 Entre Agentes & Gente: Entrevista exclusiva com o comunicador e escritor Jota Oliver, autor de mais de 36 livros e seguido por milhões nas redes. Um bate-papo inspirador sobre recomeços, fé, propósito e o impacto da Inteligência Artificial na vida humana.
🛡️ Infância Protegida: As especialistas Jamille Porto (advogada) e Carolina Pisano (psicóloga) analisam os impactos da exposição digital e os desafios de proteger o desenvolvimento infantil na era das telas.
💋 Café com Odete Roitman da Automação — a parte cômica da coluna, com humor e crítica elegante sobre o universo da automação inteligente.
☕ Café com IA
A tecnologia não para — e a IP Estratégias também não.
Depois de lançar agentes inteligentes personalizados para empresas e profissionais de diversas áreas, a agência apresenta agora um projeto que promete transformar a forma de aprender: a Escola de Inteligência Aplicada.
Mais do que um curso, a iniciativa propõe um novo modelo de ensino.
Nela, os alunos aprendem conversando com agentes tutores inteligentes, programados para ensinar, tirar dúvidas e oferecer suporte 24 horas por dia — sempre com acompanhamento humano por trás.
A Escola de Inteligência Aplicada nasce com três níveis de aprendizado:
🔹 Básico: introdução à Inteligência Artificial e seu uso no dia a dia.
🔹 Intermediário: aplicação prática em ferramentas e automações.
🔹 Avançado: criação e personalização de agentes inteligentes para negócios e projetos pessoais.
Segundo a CEO da IP Estratégias, Inez Pinheiro Araújo, o diferencial está na humanização do processo:
“Os nossos agentes não são apenas robôs que respondem comandos. Eles ensinam, motivam e acompanham o aluno como um verdadeiro mentor. É o futuro da educação tecnológica, mas com alma.”
A proposta é que qualquer pessoa — seja aluno, profissional liberal, empresário ou educador — possa aprender no próprio ritmo, com suporte técnico e emocional.
Afinal, a IP Estratégias acredita que a inteligência só é completa quando é compartilhada com propósito.
👤🤖 Entre Agentes & Gente
Nesta edição especial do quadro Entre Agentes & Gente, a conversa é com um nome que inspira multidões.
Jota Oliver é empresário, palestrante e autor de mais de 36 livros, com presença digital que ultrapassa três milhões de seguidores em diversas plataformas.
Mais do que números, Jota é sinônimo de superação.
Ex-morador de rua que transformou a dor em força e a força em propósito, ele representa a união entre inteligência emocional e coragem para inovar — temas que se conectam profundamente com a missão da IP Estratégias, empresa que acaba de lançar a Escola de Inteligência Aplicada, uma iniciativa pioneira voltada ao ensino humanizado de Inteligência Artificial.
Entre uma história e outra, Jota fala sobre resiliência, o poder da mente e seu novo projeto literário sobre IA, mostrando como o autoconhecimento e a tecnologia podem caminhar juntos.

Jota Oliver – arquivo pessoal
IA de Boa: Sua trajetória é marcada por recomeços e por uma presença muito forte nas redes. O que mais te motiva a continuar inspirando pessoas todos os dias?
Jota Oliver: Passei mais de 25 anos da minha vida correndo atrás de realizar meus sonhos materiais — comprar meus carros, minhas casas, fazer minhas viagens.
Como eu nunca tive nada, sonhava com o melhor que o dinheiro podia comprar.
Depois que conquistei tudo, percebi que nada daquilo tinha tanto valor quanto a caminhada até chegar lá.
Muito mais importante do que as coisas, são as pessoas.
Hoje, o que me inspira a continuar é poder transbordar — energia, conhecimento e fé.
A vida me bateu forte, tirou muito de mim, inclusive uma filha que perdi tragicamente.
Mas foi dessa dor que veio minha força. Descobri, no fundo do poço, o chão que me fez reerguer.
IA de Boa: Você mencionou estar escrevendo um livro sobre Inteligência Artificial. O que te levou a mergulhar nesse tema e de que forma ele se conecta com a tua missão de vida?
Jota Oliver: É inevitável, hoje, alguém virar as costas pra tecnologia.
Desde a conta de água até a pizza do sábado à noite, tudo depende dela.
A Inteligência Artificial não é mais um sonho, é uma realidade.
Conheço muitas pessoas que dizem não gostar dessas coisas de tecnologia, mas, nos próximos cinco anos, quem não estiver conectado vai acabar ficando invisível.
IA de Boa: A IP Estratégias, empresa que represento, acaba de lançar a Escola de Inteligência Aplicada, um projeto que usa agentes tutores inteligentes para ensinar sobre IA de forma humanizada.
Se você fosse aluno dessa escola, qual seria a primeira pergunta que faria ao seu tutor sobre Inteligência Artificial?
Jota Oliver: A Inteligência Artificial, pra mim, é como uma faca.
Você pode usar uma faca pra descascar uma fruta ou pra ferir alguém.
A ferramenta é a mesma, mas as intenções são diferentes.
O que mais me preocupa na IA de hoje é quem está por trás dela, porque, ao longo da história, sempre fomos manipulados por sistemas, religiões e grandes fortunas.
As redes sociais são o maior exemplo disso: o que era pra unir, acabou separando.
Acredito que a Inteligência Artificial possa seguir o mesmo caminho — depende de quem a controla e de qual é o propósito.
IA de Boa: Na sua opinião, como a Inteligência Artificial pode contribuir para o desenvolvimento humano sem substituir a sensibilidade e a empatia das pessoas?
Jota Oliver: A Inteligência Artificial sempre vai depender do humano pra existir.
Ela é uma extensão do nosso pensamento, mas jamais vai ter o poder de decisão de uma alma.
Pode até imitar o raciocínio, mas nunca vai sentir amor, empatia ou fé.
IA de Boa: Pra finalizar, deixe uma mensagem para quem sonha em recomeçar e usar a inteligência — seja ela humana ou artificial — pra transformar a própria vida.
Jota Oliver: A vida é um eterno ciclo de ganhos e perdas.
Desde o nascimento até o último suspiro, tudo é desafio.
Com o avanço da tecnologia, especialmente da Inteligência Artificial e da computação quântica, vai ser cada vez mais difícil ser verdadeiramente humano.
O amor, a compaixão e o bom senso ainda são códigos que a IA não conhece.
Recomeçar exige humildade: reconhecer erros, abaixar a cabeça e seguir em frente.
Nosso ego e nossa vaidade são os maiores inimigos da evolução.
Espero que a Inteligência Artificial ajude os homens a aprender a lidar com esse inimigo invisível que nos corrói: o ego.
🟣 “Com uma fala simples, direta e carregada de verdade, Jota Oliver nos lembra que, no fim, toda inteligência — seja humana ou artificial — precisa de propósito.”
💉 SEM ANESTESIA — As redes que curam (ou adoecem)

Afonso Alcântara, CEO e criador da Poosting — a rede social brasileira que propõe conexões mais humanas.
A internet ficou refém dos algoritmos e da pressa.
Mas um brasileiro decidiu desafiar o sistema.
O CEO e criador da Poosting, Afonso Alcântara, apresenta uma rede social feita para reconectar pessoas, e não viciá-las. Com mais de 130 mil usuários e visibilidade nacional, a Poosting promete ser o antídoto elegante contra a dopamina digital.
💬 “As redes do futuro não serão as mais viciantes, serão as mais libertadoras.” — Afonso Alcântara
Na próxima edição da IA de Boa, você vai entender como uma ideia nascida no Ceará está inspirando o país a repensar o que realmente é interagir, comunicar e pertencer.
🛡️ Infância Protegida
Jamille Porto (Advogada e Professora de Direito Digital e Inteligência Artificial) e Carolina Pisano (Psicóloga clínica e jurídica, especialista em Neuropsicologia e em Práticas Inclusivas, mestra em Educação) mais uma vez unem suas vozes à IA de Boa para ampliar o diálogo sobre proteção, ética e bem-estar infantil na era digital.
Com olhares complementares — o jurídico e o emocional —, elas reforçam a importância de uma infância segura também nas telas.
👩⚖️ Entrevista – Jamille Porto

Jamille Porto – arquivo pessoal
IA de Boa: Exposição precoce — Muitos pais compartilham a rotina dos filhos desde o nascimento. Do ponto de vista jurídico, até onde vai o direito dos pais — e onde começa o direito da criança à própria imagem?
Jamille Porto:
O direito dos pais de compartilhar termina onde começa o direito da criança de não ser exposta.
O direito dos pais de compartilhar momentos dos filhos termina onde começa o direito fundamental da criança à intimidade, à privacidade e à imagem. Esse limite está claramente previsto no art. 5º, X, da Constituição Federal, que assegura a inviolabilidade da imagem, e no art. 17 do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), que garante o respeito à integridade moral, física e psíquica.
Além disso, o art. 14 da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) determina que o tratamento de dados de menores deve ocorrer sempre com consentimento específico e em observância ao melhor interesse da criança.
Quando pais publicam fotos e vídeos em redes abertas, ainda que movidos por afeto, acabam criando um rastro digital permanente que a criança não escolheu deixar. Esse conteúdo pode ser capturado por algoritmos, usado para treinar sistemas de IA, alimentar perfis de consumo ou ser manipulado em deepfakes.
Não importa se a intenção foi boa ou se não houve vontade de causar dano, a criança tem o direito de, no futuro, decidir não querer ter sua infância exposta ao mundo.
O direito à imagem existe justamente para protegê-la daquilo que ela ainda não tem maturidade para consentir. O art. 227 da Constituição Federal reforça que é dever da família, da sociedade e do Estado assegurar, com absoluta prioridade, a dignidade e a proteção integral da criança.
Em outras palavras: o problema não está na demonstração de carinho, mas na falta de consciência sobre o alcance digital e jurídico desse ato. A exposição pode parecer inofensiva hoje, mas o impacto pode acompanhar a criança pela vida inteira, mesmo quando ela quiser recomeçar longe das telas.
IA de Boa: Responsabilidade digital — Caso uma imagem ou vídeo de uma criança seja usado indevidamente, quem responde legalmente: os pais, a plataforma ou ambos?
Jamille Porto:
Quando a imagem de uma criança é usada de forma indevida, a responsabilidade recai tanto sobre quem expôs quanto sobre quem explorou. O art. 22 do ECA impõe aos pais o dever de zelar pela dignidade dos filhos, enquanto o art. 19 do Marco Civil da Internet (Lei 12.965/2014) obriga plataformas a remover conteúdos ilícitos após notificação judicial.
Se houver falha de segurança ou uso indevido de dados, as plataformas respondem solidariamente, conforme o art. 42 da LGPD. E quando há dano moral, aplica-se o art. 186 e 927 do Código Civil.
Nenhuma rede social é um ambiente neutro.
Publicar a imagem de uma criança em um ambiente aberto é permitir que ela entre num ecossistema que aprende, replica e transforma, sem controle nem reversão total possível.
IA de Boa: Deepfakes e manipulação de imagem — Com a chegada da Inteligência Artificial, ficou mais fácil criar conteúdos falsos com rostos de menores. Há legislação suficiente pra lidar com isso hoje no Brasil?
Jamille Porto:
A legislação brasileira ainda não tem uma norma específica para lidar com deepfakes, e isso cria um vácuo perigoso. Hoje, a proteção vem de leis genéricas: o art. 5º, X, da Constituição Federal e o art. 17 do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) asseguram o direito à imagem e à dignidade; o art. 14 da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) impõe o princípio do melhor interesse da criança; e o art. 241-C do ECA criminaliza a produção, venda ou divulgação de material pornográfico envolvendo menores, inclusive quando gerado artificialmente.
Mas o avanço da IA tornou o problema mais complexo. Em 2024, a ONG SaferNet Brasil identificou 72 adolescentes vítimas de deepfakes sexuais em dez estados do país, muitos deles em ambiente escolar. (Jornal de Brasília)
Basta uma foto pública para que o rosto da criança seja inserido em contextos abusivos e viralize em minutos. Ainda que o conteúdo seja falso, o dano é real: constrangimento, bullying, exclusão social e trauma psicológico.
O que parece tecnologia inofensiva é, na prática, uma nova forma de violência.
O Brasil precisa avançar para um marco regulatório específico sobre Inteligência Artificial, com mecanismos de rastreabilidade, transparência e responsabilidade objetiva para quem desenvolve e utiliza essas tecnologias.
Enquanto isso não acontece, o que temos é uma combinação frágil de boas intenções legais e sistemas cada vez mais sofisticados. E nesse intervalo, as crianças seguem vulneráveis, vivendo num mundo em que uma imagem pode ser falsificada, mas as consequências são absolutamente reais.
IA de Boa: Instituições de ensino — Escolas também publicam fotos de alunos em redes e sites. Quais cuidados legais essas instituições precisam ter pra não ferir o direito de imagem das crianças?
Jamille Porto:
Escolas e creches têm o dever de proteger a imagem e os dados dos alunos. Qualquer divulgação de fotos, vídeos ou nomes em redes sociais ou sites exige consentimento formal e específico dos pais ou responsáveis, conforme o art. 7º, I, e o art. 14 da LGPD.
Mesmo com autorização, o uso deve respeitar o princípio da necessidade e da finalidade (art. 6º, I, da LGPD). Publicar uma foto de uma atividade pedagógica é diferente de usar a imagem da criança em campanhas publicitárias ou institucionais.
O art. 17 do ECA e o art. 5º, X, da Constituição Federal reforçam a inviolabilidade da imagem infantil. Ignorar isso pode gerar responsabilidade civil e administrativa.
A ausência de uma política clara não fragiliza apenas a escola, mas a segurança da criança.
É indispensável que as instituições adotem políticas de privacidade, controle de acesso e exclusão de dados, garantindo que nenhuma informação de aluno se torne insumo para sistemas de IA ou bancos de dados públicos.
IA de Boa: Educação jurídica digital — Como os pais podem se preparar para proteger seus filhos nesse novo cenário tecnológico? Falta conhecimento sobre direitos digitais na base familiar?
Jamille Porto:
A educação jurídica digital precisa começar em casa. O art. 227 da Constituição Federal impõe à família o dever de garantir, com prioridade, a dignidade e a proteção integral das crianças. Isso inclui o mundo digital.
Falta conhecimento básico sobre direitos digitais: poucos pais compreendem o que significa consentir com o uso de dados, ou percebem que cada clique alimenta um sistema de perfilamento. É preciso promover alfabetização digital com base em direitos, e não apenas em tecnologia.
Quando os pais entendem a lei, a proteção deixa de ser instintiva e se torna consciente.
O primeiro passo é dialogar. Explicar o que são dados pessoais, por que alguns conteúdos são perigosos e como reagir se algo parecer errado.
O segundo é buscar informação: acompanhar as orientações da Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD) e conhecer as regras da LGPD e do Marco Civil da Internet.
A proteção real nasce de conhecimento e confiança. Quando a família compreende o funcionamento da lei, a tecnologia deixa de ser ameaça e passa a ser ferramenta de segurança e autonomia.
👩⚕️ Entrevista – Carolina Pisano

Carolina Pisano – arquivo pessoal
IA de Boa: Autoimagem e autoestima — Como a exposição constante nas redes pode afetar a construção da identidade e autoestima das crianças?
Carolina Pisano:
A infância é um período fundamental na formação da identidade. É nesse momento que a criança começa a construir a percepção sobre quem é, o que sente e qual o seu valor. Quando há exposição frequente nas redes sociais, esse processo pode ser influenciado por fatores externos, como curtidas, comentários e comparações. A busca por aprovação virtual pode fragilizar a autoestima e afastar a criança de uma percepção autêntica de si mesma.
Do ponto de vista ético, a Psicologia defende a proteção integral do desenvolvimento infantil, valorizando a dignidade, a liberdade e a singularidade do sujeito. Por isso, é essencial promover ambientes que favoreçam experiências reais, afetivas e espontâneas, permitindo que a criança se reconheça pelo que é e não pela forma como é vista nas redes.
IA de Boa: Pressão por validação — Muitos pequenos já querem “ser famosos” na internet. Que sinais mostram que essa busca por curtidas está virando um problema emocional?
Carolina Pisano:
Quando a criança começa a associar seu valor pessoal ao engajamento nas redes, isso já representa um sinal de alerta. Mudanças bruscas de humor após postagens, ansiedade pela resposta do público, frustração diante da falta de curtidas e necessidade constante de exposição são indicativos de sofrimento emocional.
A Psicologia entende que o desenvolvimento saudável envolve a construção de um senso interno de valor, não dependente da validação externa. O papel da família e dos educadores é essencial nesse contexto, oferecendo reconhecimento genuíno, afeto e diálogo. Quando a criança se sente acolhida e valorizada nas relações reais, tende a depender menos da aprovação virtual para se sentir bem.
IA de Boa: Limites saudáveis — Qual é o papel dos pais e educadores para equilibrar a presença digital e a vivência real da infância?
Carolina Pisano:
A função dos adultos é atuar como mediadores conscientes, ajudando a estabelecer limites saudáveis entre o uso das tecnologias e as experiências reais que fazem parte do desenvolvimento infantil. A infância deve ser vivida em contato com o outro, com o brincar, com a natureza e com o tempo livre — aspectos que contribuem para o amadurecimento emocional, a criatividade e a autonomia.
O Código de Ética Profissional do Psicólogo orienta a promoção da saúde e do bem-estar psicológico, o que inclui orientar famílias sobre práticas digitais equilibradas. Regular o tempo de tela não é apenas uma questão de controle, mas de cuidado com o desenvolvimento global da criança.
IA de Boa: Impacto emocional das comparações — As crianças estão se comparando com outras desde cedo. Quais os efeitos disso no desenvolvimento psicológico?
Carolina Pisano:
O hábito da comparação pode comprometer o processo de formação da identidade e da autoestima. Quando a criança se compara de forma constante, passa a construir sua autoimagem com base em padrões externos, o que pode gerar sentimentos de inadequação, insegurança e desvalorização.
Sob a perspectiva do desenvolvimento humano, é fundamental que a criança aprenda a reconhecer suas próprias habilidades e limitações sem se pautar exclusivamente no desempenho do outro. A Psicologia valoriza a singularidade e a subjetividade de cada indivíduo, compreendendo que cada trajetória é única e merece ser respeitada. Incentivar o autoconhecimento e a aceitação de si é uma forma de prevenir o impacto emocional negativo das comparações precoces.
IA de Boa: Educação emocional digital — Como preparar emocionalmente as novas gerações para viver num mundo em que a imagem tem tanto poder?
Carolina Pisano:
Preparar emocionalmente significa oferecer recursos internos para lidar com as pressões do ambiente digital. Isso envolve ensinar sobre empatia, autorrespeito, limites e senso crítico. As crianças precisam compreender que o valor de uma pessoa não está na imagem que ela projeta, mas naquilo que ela é, sente e constrói nas relações reais.
A educação emocional digital deve ser um processo contínuo, baseado no diálogo, na escuta e no exemplo. O psicólogo, os educadores e as famílias têm papel fundamental na formação de uma geração mais consciente, capaz de utilizar a tecnologia de forma saudável e equilibrada. Em um mundo em que a imagem exerce tanto poder, fortalecer o ser humano por trás da tela é uma forma de preservar sua saúde mental e emocional.
💬 A equipe da IA de Boa agradece pela presença e pela parceria constante de Jamille e Carolina, que seguem conosco nessa missão de promover consciência, responsabilidade e afeto no universo digital
💋 Café com Odete Roitman da Automação
Ela voltou, meu bem —
E trocou os jatinhos particulares por drones corporativos e relatórios automatizados.
Loira, poderosa e perigosamente atualizada, a CEO da TCA — Tecnologia, Controle & Automação chega distribuindo elegância e leves ameaças digitais.
Enquanto uns ainda estão “vendo orçamento”, Odete já fechou contrato, automatizou a agenda e programou o café para sair pontualmente às 7h — sem açúcar e sem paciência.
Cena clássica:
Odete entra na sede da TCA, vestida de branco e com um tablet dourado nas mãos.
Olha para Marco Aurélio e solta, sem piscar:
💄 “Marco Aurélio, meu bem… ou a gente automatiza, ou a gente desaparece.”
Moral da história:
Quem ainda não automatizou o atendimento corre sério risco de levar um tiro simbólico da Odete do futuro. 💥
✈️☕ Café com Odete Roitman da Automação — A automação servida sem açúcar. A elegância do veneno estratégico.
Convite para Participar
Você já conversou com uma inteligência artificial? Foi curioso, divertido ou surpreendente? Quer contar essa história?
👉 Mande para a gente!
📌 Se você ainda não teve essa oportunidade, a gente pode proporcionar essa experiência para você. É só entrar em contato e combinar.
📧 Envie sua experiência (ou solicite a sua conversa com IA) para:
✨ E lembre-se: se quiser saber mais sobre como agentes inteligentes podem transformar sua empresa, sua rotina ou até mesmo o seu jeito de aprender, a IP Estratégias está pronta para atender você.
🎓 A Escola de Inteligência Aplicada da IP Estratégias nasce com o propósito de aproximar pessoas do universo da IA de forma leve, prática e humanizada — porque aprender com inteligência também é uma arte.
💡 A inteligência artificial está mudando o mundo, e a IA de Boa está aqui para garantir que você faça parte dessa mudança — de um jeito simples, humano e cheio de boas ideias.


