Tião Bocalom e Abraham Lincoln: a força da persistência e o valor da trajetória

Assim como o líder americano que venceu após sucessivas derrotas, o prefeito de Rio Branco construiu sua trajetória com fé, trabalho e superação — e hoje é visto pela população como o nome natural da direita acreana para disputar o governo do Estado em 2026

Há líderes que entram para a história não apenas pelas vitórias que conquistam, mas, sobretudo, pela capacidade de se reerguer depois de cada derrota. Abraham Lincoln foi um desses exemplos universais. Antes de se tornar o presidente que aboliu a escravidão e manteve unida a nação americana durante a Guerra Civil, acumulou uma longa sequência de fracassos eleitorais. Perdeu disputas locais, perdeu eleições para o Congresso e para o Senado, foi desacreditado inúmeras vezes. Mas nunca desistiu. Persistiu até vencer — e transformou os Estados Unidos com coragem, fé e coerência.

No Acre, a trajetória de Tião Bocalom segue um roteiro semelhante de superação. Desde o início da vida pública, construiu uma carreira marcada pela persistência, pela fé no trabalho e pela crença no poder transformador da produção. Foi prefeito de Acrelândia por dois mandatos consecutivos e, depois, eleito novamente para um terceiro mandato, demonstrando o reconhecimento e a confiança do povo. Em todos eles, deixou uma marca inconfundível: apostou na produção e no emprego como pilares do desenvolvimento sustentável. Ali amadureceu a filosofia de gestão que carrega até hoje — a de que o desenvolvimento verdadeiro nasce do trabalho e da valorização de quem produz.

”Ajudar numa nova independência”, diz Bocalom em manifestação pró-anistia na Gameleira. Foto: ContilNet

Com essa experiência, chegou à Prefeitura de Rio Branco e realizou um primeiro mandato de grandes resultados. Reorganizou a cidade, investiu em infraestrutura, reestruturou serviços públicos, apoiou a agricultura e trouxe para a capital uma nova mentalidade administrativa. O reconhecimento veio com a reeleição em 2024, confirmando a confiança da população em um gestor sério, coerente e comprometido com o futuro.

No segundo mandato, Rio Branco se transforma em uma verdadeira capital: moderna, conectada e preparada para o futuro. As obras estruturantes — como o Elevado Beth Bocalom, a revitalização de parques e praças, o novo Mercado Elias Mansur, a requalificação dos ramais e avenidas — convivem com iniciativas inovadoras nas áreas de tecnologia, educação e desenvolvimento humano.

Programas como o Rio Branco Conectado e o Rio Branco Digital inserem a cidade na era da inovação e fazem dela uma referência na gestão pública da Amazônia Ocidental. É uma transformação que projeta a capital acreana para um novo patamar de desenvolvimento, guardadas as devidas proporções em relação às grandes capitais do país.

Mas talvez o que mais se destaque na figura de Tião Bocalom seja o reconhecimento popular. Ele é recebido com carinho e respeito nas ruas de Rio Branco e nos municípios do interior, por onde passa como prefeito e presidente da Associação dos Municípios do Acre (AMAC). Em cada viagem institucional, é saudado com manifestações espontâneas de apoio e afeto — não apenas por ser o prefeito da capital, mas por representar um modo diferente de fazer política: simples, honesto e voltado para as pessoas. É comum ver crianças acreanas o chamarem pelo nome, o abraçarem com naturalidade, reconhecendo nele um exemplo de integridade e de amor pela terra e pelo povo. Esse carinho genuíno é o maior símbolo de legitimidade que um líder pode ter.

Além das batalhas políticas, Bocalom também enfrentou provações pessoais muito duras. Perdeu um filho ainda criança, com apenas 12 anos — uma dor que o marcou profundamente. Anos depois, viveu o luto pela perda da esposa, vítima de uma doença degenerativa. Foram momentos de dor e silêncio, mas também de renascimento. Como Lincoln, que se apoiava na fé para atravessar os tempos sombrios, Bocalom reencontrou na vida o equilíbrio e o amor. Hoje, é casado novamente com uma mulher que é sua companheira de todas as horas — uma presença que lhe devolveu alegria e serenidade, oferecendo o alicerce familiar que sustenta sua força, sua determinação e sua vontade de continuar servindo ao povo do Acre.

Diante de tudo isso — da experiência acumulada, das vitórias e derrotas, da fé e do trabalho — é natural que Tião Bocalom seja visto hoje pela população como o candidato mais preparado das forças de direita para disputar o governo do Estado em 2026. Sua candidatura não se impõe por vaidade nem por projeto pessoal, mas por coerência histórica e legitimidade popular. É o coroamento de um ciclo de vida pública dedicada à causa acreana, marcada pela seriedade, pela honestidade e pela crença de que o desenvolvimento precisa sempre colocar o ser humano em primeiro lugar.

Assim como Abraham Lincoln, que acreditava que um governo do povo, pelo povo e para o povo jamais desapareceria da Terra, Tião Bocalom acredita que uma gestão feita com fé, trabalho e compromisso jamais será esquecida. É dessa persistência — e dessa verdade de vida — que nasce o sentido da sua caminhada. E é por isso que, hoje, o Acre inteiro reconhece: Bocalom não é apenas um nome da política. É um símbolo da resistência, da fé e da esperança de um povo que acredita que o trabalho sério ainda é o melhor caminho para mudar a sua história.

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