O Rangers, um dos clubes mais tradicionais da Escócia, está enfrentando uma crise interna sem precedentes. Denúncias graves apontam que jogadores do elenco profissional teriam utilizado quartos de hotéis, originalmente reservados para sessões de fisioterapia e recuperação física, para realizar encontros com prostitutas.
O escândalo veio à tona após a esposa de um dos atletas descobrir a infidelidade e levar o caso diretamente à direção da equipe. Segundo informações do portal britânico The Sun, a repercussão gerou uma verdadeira “tempestade” nos bastidores do clube, com detalhes de que os atos ocorriam inclusive em viagens fora da Escócia, como em Londres, na Inglaterra.

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Demissão e revolta nos bastidores
Como desdobramento imediato de uma investigação preliminar, o Rangers optou pela demissão de um integrante da equipe de fisioterapia. No entanto, a medida não acalmou os ânimos na instituição. Pelo contrário: houve uma revolta entre os funcionários.
A percepção interna é de que o profissional experiente foi utilizado como “bode expiatório”, sendo responsabilizado pelas atitudes dos jogadores. Enquanto o funcionário perdeu o emprego, os atletas envolvidos no esquema não sofreram, até o momento, qualquer tipo de punição oficial ou afastamento.
Postura oficial do clube
Apesar da gravidade dos relatos e da demissão confirmada, o Rangers optou pelo silêncio público. Em nota curta, a assessoria do clube afirmou que não existem investigações internas em curso e preferiu não comentar detalhes sobre as condutas individuais de seus jogadores ou o motivo específico do desligamento do profissional de saúde.
O caso segue repercutindo na imprensa europeia, colocando em xeque a disciplina do elenco e a gestão de crises da diretoria do “The Gers”.
Fonte: Metrópoles
Redigido por: ContilNet
