Uma das unidades mais estratégicas da segurança pública estadual mudou de liderança. A Polícia Militar do Acre realizou, nesta quinta-feira (5), a cerimônia de troca de comando do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope). O evento, realizado na sede do batalhão, em Rio Branco, reuniu autoridades civis e militares, familiares e integrantes da tropa.
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Tenente-coronel Felipe Russo é o novo comandante do Bope no Acre. Foto: Davi Silva Barbosa/PMAC
Com o encerramento de seu ciclo à frente do Bope, o tenente-coronel Igor Bandeira se despediu do comando destacando os resultados alcançados ao longo de sua gestão e a atuação da tropa. Segundo ele, o desempenho da unidade reflete o comprometimento e a coragem dos policiais que a integram. O oficial assume agora o comando do 2º Batalhão da Polícia Militar do Acre.
O novo comandante do Bope, tenente-coronel Felipe Russo, afirmou assumir a missão com senso de responsabilidade e respeito à história da unidade. À frente de um batalhão que soma três décadas de atuação, ele ressaltou o compromisso de manter o padrão de excelência e fortalecer o trabalho da tropa de elite em favor da sociedade acreana.
Presente à solenidade, a comandante-geral da PMAC, coronel Marta Renata Freitas, destacou o simbolismo da troca de comando e o papel estratégico do Bope dentro da corporação. Para ela, o momento representa não apenas a transição de liderança, mas também a preparação dos oficiais para funções cada vez mais complexas e decisivas na instituição.
A cerimônia também fez referência aos 30 anos de história das operações especiais no Acre, cuja trajetória teve início em 1990, com a criação da Companhia de Operações Especiais (COE), e se consolidou oficialmente em 2010, com a instituição do Bope. Atualmente, a unidade é composta por cinco companhias operacionais especializadas.
Durante o evento, ex-comandantes do batalhão foram homenageados em reconhecimento às contribuições prestadas ao longo das décadas. Um dos agraciados, o coronel Romário Célio Gonçalves, destacou a evolução da unidade e o legado construído ao longo do tempo, ressaltando que a história do Bope segue sendo escrita por cada nova geração de policiais.
