O mundo do entretenimento está em choque com os desdobramentos do ataque à mansão de uma das maiores estrelas do pop. A suspeita de atirar contra casa de Rihanna coleciona polêmicas e revelações perturbadoras sobre seu passado.
Ivanna Lisette Ortiz, detida após disparar tiros contra a residência da cantora em Los Angeles no último domingo (8), possui um histórico marcado por crises psiquiátricas e batalhas judiciais severas.
De acordo com documentos obtidos pelo portal TMZ, Ivanna já havia sido internada involuntariamente na Flórida sob a “Lei Baker”, utilizada quando um indivíduo representa risco iminente para si ou para terceiros.
O surto resultou na perda da guarda integral de seu filho de 10 anos para o ex-marido, Jed Nikko Valdez Sangalang, sendo ela proibida de qualquer tipo de contato com a criança.
Ataques nas redes sociais e teorias de conspiração
Antes de partir para a violência física, a suspeita já demonstrava um comportamento obsessivo online. Em postagens recentes, Ivanna marcou o perfil oficial de Rihanna (@badgalriri) com ofensas graves e teorias desconexas, acusando a cantora de “falar pelas suas costas”.
Mansão de Rihanna em Los Angeles foi isolada pela polícia após disparos de Ivanna Ortiz | Foto: Divulgação/LAPD
O dia do atentado em Los Angeles
O crime ocorreu na tarde de domingo, enquanto Rihanna estava dentro da residência. Detalhes sobre o paradeiro de A$AP Rocky e dos três filhos do casal (RZA, Riot Rose e Rocki) no momento dos tiros ainda não foram oficialmente confirmados pela assessoria da artista.
Informações sobre a detenção:
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Acusação: Tentativa de homicídio.
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Local: Cadeia do Condado de Los Angeles.
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Fiança: Estabelecida em US$ 10.225 (cerca de R$ 51 mil), valor ainda não pago.
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Motivação: Segue sob investigação, mas a polícia trabalha com a hipótese de surto psicótico e obsessão por celebridades.
A segurança em torno da família de Rihanna foi reforçada imediatamente. O caso acende mais uma vez o debate sobre a vulnerabilidade de estrelas mundiais diante de perseguidores com transtornos mentais graves e acesso a armas de fogo nos Estados Unidos.
Fonte: Metrópoles
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