Histórias de aprendizado marcam Dia da Pessoa com Síndrome de Down

APAE Rio Branco mostra como a inclusão transforma vidas todos os dias

Em Rio Branco, o trabalho da APAE mostra que a inclusão acontece todos os dias
Em Rio Branco, o trabalho da APAE mostra que a inclusão acontece todos os dias | Foto: Dell Pinheiro

Celebrado neste sábado (21), o Dia Internacional e Nacional da Pessoa com Síndrome de Down chama atenção para a importância da inclusão, do respeito e da valorização das diferenças. Em Rio Branco, a APAE tem transformado esses princípios em ações concretas, oferecendo ensino adaptado e acolhimento diário a crianças, jovens e adultos atendidos pela instituição.

Com cerca de 140 alunos matriculados, o trabalho realizado no Centro Dr. Chalub Leite, anexo à APAE, busca desenvolver autonomia e fortalecer a autoestima dos estudantes por meio de atividades pedagógicas adaptadas. O ensino respeita o tempo de aprendizagem de cada aluno e utiliza metodologias práticas para facilitar o entendimento dos conteúdos.

Dia da Síndrome de Down reforça histórias de superação na APAE Rio Branco

Dia da Síndrome de Down reforça histórias de superação na APAE Rio Branco | Foto: Dell Pinheiro

Segundo o presidente da APAE Rio Branco, Lázaro Barbosa, a data representa mais do que uma celebração simbólica. “Essa data nos lembra da importância de garantir respeito, inclusão e oportunidades. Aqui, nossos alunos são recebidos com carinho e atenção, porque acreditamos no potencial de cada um. O que fazemos é oferecer condições para que eles se desenvolvam e se sintam parte da sociedade”, afirmou.

Em Rio Branco, o trabalho da APAE mostra que a inclusão acontece todos os dias,

Em Rio Branco, o trabalho da APAE mostra que a inclusão acontece todos os dias | Foto: Dell Pinheiro

A diretora pedagógica Sanmarah Alves explica que o método aplicado na instituição busca tornar o aprendizado mais acessível e significativo. “Nosso dia a dia é desafiador, mas tentamos todos os dias deixá-los felizes. Eles chegam aqui querendo se expressar, querendo mostrar que sabem e que conseguem”, destacou. Ela acrescenta que as atividades vão além do modelo tradicional de ensino. “A nossa didática é concreta. Trabalhamos com jogos, oficinas, rodas de conversa, filmes e atividades práticas. Só depois fazemos a intervenção pedagógica no caderno. Cada linha escrita, cada avanço, é uma vitória.”

Entre desafios e conquistas, alunos da APAE mostram força da inclusão

Entre desafios e conquistas, alunos da APAE mostram força da inclusão | Foto: Dell Pinheiro, ContilNet

Além do conteúdo escolar, a instituição também desenvolve projetos voltados à vida prática e à preparação para o mercado de trabalho, por meio do Atendimento Educacional Especializado (AEE) e da Educação de Jovens e Adultos (EJA). Para Sanmarah, o trabalho pedagógico envolve cuidado e paciência. “Aqui não é só ensinar. É amar, respeitar e ter paciência para esperar o tempo de cada um. Eles têm capacidade, sim. Eles conseguem aprender, sim”, reforçou.

Entre os estudantes atendidos estão Naiana Pedrosa de Moraes Cordeiro, Gudson da Silva Lins, Flaviana de Souza Barros, Arlan Ferreira Gomes, Emanuelly Yasmin Souza Oliveira, Francisca Geiziane Martins do Nascimento, Tiago Moribe Lima, Ocilanio de Souza Barros e Renato Anute de Lima, que representam histórias reais de aprendizado e superação dentro da instituição.

A data também reforça que a síndrome de Down não é uma doença, mas uma condição genética relacionada à trissomia do cromossomo 21. Em Rio Branco, o trabalho da APAE mostra que a inclusão acontece todos os dias, por meio do respeito, do afeto e da certeza de que cada pessoa tem seu espaço e seu valor na sociedade.

Com informações de assessoria

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