A escalada de violência no Líbano atingiu números alarmantes neste domingo (5). De acordo com o balanço mais recente divulgado pelo Ministério da Saúde libanês, os ataques aéreos realizados por Israel já vitimaram 1.461 pessoas desde o início dos bombardeios, na última quinta-feira (2). O número de feridos já ultrapassa a marca de 4.430.
Somente neste quarto dia de ofensivas, a capital Beirute registrou quatro mortes. Em Kfar Hatta, outros sete óbitos foram confirmados, incluindo o de uma criança de apenas quatro anos, evidenciando o impacto civil dos ataques em áreas residenciais e urbanas.
Insegurança Alimentar
Além da tragédia humanitária, o Líbano enfrenta uma crise econômica e de abastecimento sem precedentes. O Ministério da Agricultura informou que cerca de 22% das terras agrícolas do país foram danificadas pela sequência de explosões. A destruição das áreas de cultivo coloca em risco direto a segurança alimentar da população, em um país que já lidava com fragilidades logísticas.
Contexto da Ofensiv
a O governo de Israel afirma que os ataques têm como alvo posições estratégicas do grupo Hezbollah, organização ligada à Guarda Revolucionária do Irã, que mantém presença ativa no território libanês. Israel justifica a ação como uma medida de segurança nacional. Em contrapartida, o grupo terrorista tem revidado com ofensivas próprias, intensificando o ciclo de violência na fronteira entre os dois países.
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A comunidade internacional observa com preocupação o avanço das tropas e a intensidade dos ataques aéreos, que em menos de uma semana transformaram diversas regiões do Líbano em zonas de destruição, forçando o deslocamento de milhares de civis.
