Acre tem 2º pior índice do Brasil no quesito restauração de áreas degradadas, diz levantamento

Na ponta oposta da tabela, estados como Espírito Santo, Maranhão e Distrito Federal exibem os melhores resultados, com índices de recuperação que ultrapassam 0,47%

Um levantamento divulgado pelo Centro de Liderança Pública (CLP) coloca o Acre na 26ª posição entre os 27 estados brasileiros no que se refere à recuperação de áreas degradadas. Os dados, provenientes do MapBiomas e do IBGE, foram apresentados nesta quinta-feira (24), e compõem o pilar de Sustentabilidade Ambiental do Ranking de Competitividade dos Estados.

Na ponta oposta da tabela, estados como Espírito Santo, Maranhão e Distrito Federal exibem os melhores resultados, com índices de recuperação que ultrapassam 0,47%/Foto: Reprodução

O estudo avalia o percentual da área total de cada unidade federativa que passou por conversão de uso antrópico – englobando atividades como agropecuária ou áreas desprovidas de vegetação – para formações naturais, como florestas e outras coberturas vegetais nativas.

Com apenas 0,02% de sua extensão territorial total convertida para vegetação nativa, o Acre precede somente o Amazonas, que ocupa o último lugar no ranking. Esse resultado, que revela um desempenho fraco de ambos os estados da região Norte, suscita preocupação, especialmente considerando a tradicional associação dessa área do país com a conservação da floresta amazônica.

O indicador empregado no ranking mensura a eficácia dos estados na restauração ambiental de regiões anteriormente degradadas. Na ponta oposta da tabela, estados como Espírito Santo, Maranhão e Distrito Federal exibem os melhores resultados, com índices de recuperação que ultrapassam 0,47%.

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