Quadrilha que fraudou cartões da Caixa e lucrou milhões é alvo da PF

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Quadrilha que fraudou cartões da Caixa e lucrou milhões é alvo da PF

Um grupo criminoso especializado em aplicar fraudes contra a Caixa Econômica Federal (CEF) foi alvo de uma operação da Polícia Federal (PF) na manhã desta terça-feira (21/10). Batizada de Digitus Fraus, a ação culminou na prisão de 12 investigados, em diferentes estados do país.

Além das prisões, foram cumpridos 11 mandados de busca e apreensão, nas cidades de Porto Alegre (RS), Brasília (DF), Itajaí (SC), Camboriú (SC) e Balneário Camboriú (SC). As ordens judiciais foram expedidas pela 2ª Vara Federal de Santa Maria. Também foram sequestrados 17 veículos, um imóvel, bem como bloqueados valores nas contas investigadas, cujo montante aproximado é de R$ 42 milhões.

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A investigação teve início a partir da prisão em flagrante de três indivíduos na cidade de Rio Grande (RS), que foram surpreendidos por policiais federais após sacarem valores de contas de clientes da Caixa por meio do uso de documento falso e do cadastramento de biometria irregular.

Durante as investigações, apurou-se que os indivíduos integravam uma organização criminosa no estado de Santa Catarina, de onde eram comandados os executores das fraudes junto às agências de diversos estados da federação, incluindo o Rio Grande do Sul.

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Além das prisões, foram cumpridos 11 mandados de busca e apreensão

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Batizada de Digitus Fraus, a ação culminou na prisão de 12 investigados, em diferentes estados do país.

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Também foram sequestrados 17 veículos, um imóvel, bem como bloqueados valores nas contas investigadas, cujo montante aproximado é de R$ 42 milhões

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As fraudes

O esquema consistia na utilização de dados das vítimas para a fabricação de documentos falsos e para o acesso às respectivas contas mantidas na CEF.

Outra modalidade de fraude se dava pelo cancelamento de cartões via telefone, com solicitação de segunda via, cujo envio era direcionado para membros do grupo criminoso. De posse do novo cartão, os valores das contas eram depositados ou transferidos para pessoas interpostas (laranjas), com o fim de ocultar a origem ilícita.

Os investigados poderão responder pelos crimes de organização criminosa, estelionato majorado, falsidade documental, além de lavagem de dinheiro e outros delitos.

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