Uma publicação recente que viralizou nas redes trouxe à tona um detalhe curioso da rotina francesa: o uso do papel higiênico cor de rosa. A escolha da cor não foi um simples acaso ou o resultado de um hábito adquirido ao longo dos anos, mas sim fruto de uma combinação entre tradições culturais francesas, estratégias de marketing e avanços tecnológicos na fabricação dos produtos de higiene pessoal.
Vem entender!

Ternura e suavidade
A prática se popularizou na França, especialmente nas décadas de 1960 e 1970, quando a indústria buscava transformar itens de higiene em símbolos de sofisticação. No imaginário coletivo francês, a cor rosa transmite ternura e suavidade, além de atenuar a dimensão íntima ligada ao uso do produto. Enquanto o tradicional papel branco remete à pureza, a cor também pode ser associada ao sentimento de frieza.
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“Pequeno luxo”
Em um país onde estética e decoração sempre foram valorizadas — mesmo nos objetos mais triviais — o papel rosa rapidamente se integrou à vida doméstica, conquistando o status de “pequeno luxo”. Hoje, o produto ainda pode ser encontrado nas prateleiras dos supermercados franceses, embora já não tenha o mesmo protagonismo de décadas passadas. Ainda assim, resiste como tradição em muitos lares, especialmente entre consumidores mais velhos, permanecendo como um detalhe cultural que reafirma o apreço francês pela beleza e pelo luxo.
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