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O cessar-fogo entre Israel e Hamas, que permitiu a troca de reféns e prisioneiros, é visto como um feito “imposto” por Trump sobre o primeiro-ministro Netanyahu, que resistia a frear a guerra.
De acordo com o professor de política internacional, Paulo Velasco (UERJ), a influência de Trump foi crucial para “dobrar” Netanyahu, aproveitando a posição singular do ex-presidente sobre a direita israelense. A mudança de postura de Trump é interpretada por especialistas como uma jogada personalista para se firmar como um “grande estadista global.”
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