O influenciador Babal Guimarães foi preso algemado e tentando esconder o rosto após ser denunciado por novas agressões contra a ex-namorada, segundo informações divulgadas nesta terça-feira. A vítima procurou novamente as autoridades, relatando que havia sido agredida mais uma vez. A prisão reacendeu a indignação pública e provocou forte mobilização nas redes sociais, onde usuários cobram punições mais severas para casos de violência contra mulheres.
Assim que as imagens do influenciador detido se espalharam, milhares de comentários foram publicados, refletindo a indignação de internautas diante da reincidência das agressões e da sensação de impunidade que costuma cercar casos semelhantes.
Entre os relatos, muitas mulheres destacaram o impacto emocional de acompanhar histórias de violência que poderiam ter sido evitadas com ações mais firmes do sistema de Justiça.
“Triste ver uma mulher defendendo um cara que agrediu outras mulheres. Isso vai contra a nossa luta, que é por sobrevivência, não por militância”, escreveu uma internauta, em um dos comentários mais curtidos.
Outros usuários criticaram a postura do influenciador no momento da prisão:
“Agora tá com vergonha de aparecer? Pra bater ele teve coragem… mas pra encarar as consequências vira um covarde”, disse outro perfil.
A presença de pessoas — inclusive profissionais da área jurídica — defendendo o influenciador também gerou repúdio.
“O mais triste é ver advogada protegendo um homem que agrediu uma mulher…”, comentou uma usuária.
A sensação de que episódios de violência repetidos poderiam ser evitados caso houvesse respostas mais rápidas e firmes do Judiciário também foi recorrente entre as reações:
“Revoltante ver que tantos feminicídios poderiam ter sido evitados se a Justiça tivesse agido com firmeza desde os primeiros sinais de violência!”, destacou outra internauta.
O caso reacende o debate sobre violência doméstica, responsabilização de agressores e a urgência de fortalecer mecanismos de proteção às vítimas — especialmente em situações de reincidência, que frequentemente antecedem crimes mais graves.

