Loja falsa usa imagem de marca conhecida para aplicar golpes em Rio Branco; empresária alerta

A proprietária da loja verdadeira, Laris D’luxe, que atua em Rio Branco, gravou um vídeo denunciando o uso indevido de sua imagem e reforçando o alerta ao público

Um perfil falso nas redes sociais tem sido usado para aplicar golpes em consumidores em Rio Branco, principalmente mulheres. Segundo denúncia enviada ao ContilNet, a página, que se apresenta como uma loja de roupas chamada “Luxo Delas”, utiliza imagens, vídeos e até stories de uma marca real da capital acreana para enganar clientes e induzi-las a realizar compras que nunca são entregues.

Caso foi divulgado nas redes sociais/Foto: Reprodução

Uma das pessoas quase vítimas do golpe procurou a reportagem para alertar sobre a situação. Segundo o relato, o perfil falso já acumula um número considerável de seguidores e aparenta ser uma loja legítima, o que tem levado várias pessoas a caírem no esquema.

A proprietária da loja verdadeira, Laris D’luxe, que atua em Rio Branco, gravou um vídeo denunciando o uso indevido de sua imagem e reforçando o alerta ao público.

“Vocês lembram daquele perfil que eu falei pra vocês que tava dando um golpe usando a minha imagem? Pegando até meus stories. Eles mudaram a logo, mas ainda tão usando a minha imagem pra tá dando um golpe”, afirmou.

Ainda no vídeo, Laris relatou que diversas pessoas já foram enganadas e que o perfil falso tem bloqueado quem tenta denunciar a prática.

“Várias pessoas já caíram em golpe. Vou deixar aqui o perfil pra vocês. Me bloquearam. Essa pessoa que mandou também foi bloqueada, gente. É simplesmente triste”, disse.

A empresária pediu apoio dos seguidores para denunciar a página falsa e evitar que mais pessoas sejam prejudicadas. “Quem puder ir lá denunciar também vai estar ajudando muito pra outras pessoas não estarem caindo nesse golpe, porque é muito triste tá caindo em golpe”, completou.

O caso serve de alerta para consumidores redobrarem a atenção antes de realizar compras online, verificando se o perfil é oficial, se há CNPJ, endereço físico e canais de contato confiáveis. Até o momento, não há informação sobre quantas vítimas já registraram boletim de ocorrência.

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