Mãe é presa após entrar no rio com recém-nascida; bebê desapareceu

Corpo de Bombeiros entra no terceiro dia de buscas no Rio Pardo; imagens mostram mulher entrando na água com a filha de apenas 20 dias

Divulgação/Corpo de Bombeiros

Uma ocorrência dramática chocou a população de Águas de Santa Bárbara, no interior de São Paulo. Amanda Christina Batista Rodrigero, de 31 anos, foi presa preventivamente após entrar no Rio Pardo com sua filha recém-nascida de apenas 20 dias na última terça-feira (17/2). Enquanto a mulher foi resgatada com vida a quilômetros de distância, a bebê continua desaparecida, mobilizando uma grande operação de busca e salvamento.

O que inicialmente foi reportado como um possível acidente de afogamento tomou novos contornos após a Polícia Civil analisar imagens de câmeras de monitoramento, que indicaram uma ação intencional.

Investigação e Prisão Preventiva

Após ser resgatada nas proximidades da cidade vizinha de Óleo, Amanda foi levada ao pronto-socorro e, logo após receber alta, foi encaminhada à delegacia.

  • Flagrante e Indiciamento: A mulher foi indiciada inicialmente por tentativa de homicídio.

  • Decisão Judicial: Na quarta-feira (18/2), a Justiça converteu a prisão em flagrante em preventiva, mantendo Amanda detida enquanto o caso é apurado.

  • Possível Reclassificação: A Polícia Civil informou que, caso a recém-nascida seja localizada sem vida, o crime poderá ser reclassificado para homicídio consumado ou infanticídio.

Buscas Intensas no Rio Pardo

Nesta quinta-feira (19/2), as equipes do Corpo de Bombeiros retomaram as buscas pelo terceiro dia consecutivo. O trabalho é considerado complexo devido à correnteza do Rio Pardo e à extensão da área de busca entre Águas de Santa Bárbara e o município de Óleo.

Detalhes do Caso Informações Atuais
Local do Incidente Rio Pardo, Águas de Santa Bárbara (SP)
Idade da Criança 20 dias
Status da Mãe Presa Preventivamente
Equipes de Resgate Corpo de Bombeiros de SP

A investigação agora busca entender as motivações de Amanda e se havia histórico de depressão pós-parto ou outros fatores psicológicos envolvidos. A comunidade local acompanha o trabalho dos mergulhadores com esperança de respostas sobre o paradeiro da criança, em um dos casos mais tristes registrados na região nos últimos anos.

Fonte: Metrópoles

Redigido por: ContilNet

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