O atestado de óbito da corretora de imóveis Daiane Alves Souza, de 43 anos, confirmou que a causa de sua morte foi um traumatismo cranioencefálico provocado por projéteis de arma de fogo. A informação foi compartilhada pelo advogado da família, Plínio Mendonça, detalhando que a vítima foi atingida na região da cabeça em Caldas Novas (GO).
Daiane estava desaparecida desde 17 de dezembro e seu corpo foi localizado 43 dias depois em uma área de mata às margens da rodovia GO-213. O síndico do prédio onde ela residia, Cléber Rosa de Oliveira, de 49 anos, confessou o assassinato e indicou o local onde ocultou o cadáver.

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Investigação aponta contradições e novas provas
Com a confirmação da causa da morte por disparo de arma de fogo, a defesa de Daiane Alves pedirá que a Polícia Civil interrogue novamente os moradores do condomínio. O objetivo é verificar se alguém ouviu disparos no prédio, reforçando a tese de que o crime pode ter sido executado dentro das dependências do imóvel antes do corpo ser transportado.
Câmeras de segurança registraram o síndico saindo com uma caminhonete de capota fechada no dia do desaparecimento e retornando, 40 minutos depois, com o compartimento aberto. Além disso, o celular da corretora foi encontrado recentemente em uma tubulação de esgoto na garagem do edifício durante perícia técnica.
Relembre o crime macabro
Daiane Alves desapareceu após descer ao subsolo do prédio para verificar uma queda de energia em seu apartamento. Imagens do elevador mostram o último registro da corretora com vida. A motivação do crime e os detalhes dos momentos finais da vítima ainda são alvo de investigação pela Polícia Civil de Goiás (PCGO).
O corpo de Daiane, que é natural de Monte Carmelo (MG), foi liberado pelo IML após exames de DNA confirmarem a identidade através do material genético de sua mãe. O sepultamento ocorrerá em Uberlândia (MG), onde reside a família da vítima.
Fonte: Metrópoles
Redigido por: ContilNet
