O Carnaval da Bahia de 2026 ganhou um novo capítulo de tensão nos bastidores. O cantor baiano Igor Kannário, conhecido como o “Príncipe do Gueto”, causou um verdadeiro burburinho ao revelar que bloqueou Ivete Sangalo em suas redes sociais. O motivo? A cantora começou a segui-lo na última sexta-feira (12/2), algo que Kannário interpretou como um gesto tardio após décadas de estrada.
Em entrevista ao perfil Carnaval do Macaco, o cantor não poupou palavras e explicou que não faz questão de integrar o ciclo de amizades da “Veveta”, criticando a falta de apoio da artista em momentos difíceis de sua trajetória.
“Rainha é a minha mãe”
Kannário foi enfático ao rebater o status de realeza atribuído à cantora. “A única rainha na minha vida é a minha mãe. Eu acho que, em 25 anos de carreira, a Ivete Sangalo veio me enxergar ontem?”, disparou o artista, demonstrando mágoa por nunca ter sido convidado para colaborações ou recebido apoio público da estrela.
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Falta de apoio: O cantor afirmou que, em momentos de “aperto” na carreira, quando precisava de visibilidade para trabalhar, a ajuda nunca veio.
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Ciclo de Amizade: “Nunca falou comigo, nunca curtiu nada do meu show, nunca me convidou para porra nenhuma. Por que tenho que seguir Ivete Sangalo?”, questionou.
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Respeito com Distância: Apesar do bloqueio, Kannário ressaltou que respeita o trabalho da artista, mas prefere manter sua opinião própria e se valorizar diante do que considera um descaso histórico.
Repercussão em Salvador
A atitude de Igor Kannário dividiu opiniões nos circuitos Barra-Ondina e Campo Grande. Enquanto alguns fãs do “Príncipe do Gueto” aplaudiram a autenticidade e a cobrança por reconhecimento dos artistas da “favela”, admiradores de Ivete Sangalo consideraram a reação exagerada para um gesto que poderia ser de aproximação.
A assessoria de Ivete ainda não se manifestou sobre o “block”. O episódio reforça o clima de competição e as divisões políticas e sociais que, por vezes, transparecem em meio à alegria do Carnaval baiano. Para Kannário, o recado está dado: ele prefere seguir seu próprio caminho, sem precisar do selo de aprovação das grandes elites do axé.
Fonte: Metrópoles
Redigido por: ContilNet
