Caso Júnior Lima: empresário faz novo pedido à Justiça contra o cantor

Proprietário de antiga residência alugada pelo artista quer ouvir testemunhas para contestar versão de que imóvel era “inabitável”; processo envolve multa de R$ 100 mil

Reprodução/Redes sociais

A disputa judicial entre o cantor Júnior Lima e o empresário Décio Yoshimoto ganhou novos desdobramentos nesta quinta-feira (19/2). Após o juiz determinar a realização de uma perícia técnica no imóvel, o proprietário apresentou uma nova manifestação reforçando a necessidade de produzir provas testemunhais contra o irmão de Sandy.

O cerne da questão é a rescisão antecipada do contrato de locação. Enquanto Júnior Lima sustenta que deixou a residência porque o local apresentava problemas de umidade e bolor que o tornavam “inabitável”, o empresário alega que o imóvel estava em perfeitas condições e que a saída foi uma tentativa de escapar da multa contratual.

Testemunhas e Perícia Técnica

Yoshimoto indicou três nomes que pretende levar ao tribunal. Segundo ele, os depoimentos são essenciais para complementar o laudo pericial:

  • Estado Físico: O empresário afirma que pessoas que frequentaram o local podem atestar que a estrutura estava preservada durante o contrato.

  • Uso Inadequado: A defesa do locador sugere que eventuais danos no imóvel resultaram do uso incorreto por parte do cantor.

  • Decisão Judicial: Por enquanto, o juiz decidiu que a análise das testemunhas só ocorrerá após a entrega do laudo da perícia técnica.

Entenda o Processo

A ação cobra uma dívida de aproximadamente R$ 100 mil referente à multa por quebra de contrato e reparos. Como os pais do cantor, Xororó e Noely, figuram como fiadores no contrato de locação, eles também são alvos da cobrança judicial.

Partes Envolvidas Papel no Processo Valor da Causa
Júnior Lima Réu (Locatário) R$ 100.000,00
Décio Yoshimoto Autor (Locador)
Xororó e Noely Fiadores Responsáveis Solidários

O empresário busca provar que a alegação de “insalubridade” foi apenas um pretexto para o encerramento prematuro do vínculo. O caso segue em tramitação na Justiça paulista, e a conclusão da perícia será o próximo passo decisivo para definir se a família de artistas terá que arcar com o montante solicitado.

Fonte: Metrópoles

Redigido por: ContilNet

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