A Polícia Civil de Goiás (PCGO) emitiu uma nota oficial nesta segunda-feira (23/2) para desmentir rumores que circulavam nas redes sociais sobre o caso do secretário de Governo de Itumbiara, Thales Naves Alves Machado. A corporação negou a existência de novas linhas de investigação ou qualquer mudança na autoria do crime que vitimou o secretário e seus dois filhos.
Segundo o Grupo de Investigações de Homicídios (GIH) de Itumbiara, o inquérito segue o escopo adotado desde o início, mantendo o foco nas evidências colhidas no local. A manifestação da PCGO visa conter a propagação de boatos que sugeriam reviravoltas no processo, reafirmando o compromisso com o sigilo legal até a conclusão dos laudos.
Detalhes da Cena do Crime
Depoimentos de testemunhas que entraram no apartamento logo após a tragédia revelam momentos de horror. A mobilização ocorreu após Thales publicar em uma rede social que pretendia tirar a vida dos filhos e a própria.
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Arma do Crime: O secretário foi encontrado com uma pistola Glock G25 sobre o peito.
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Vítimas: Miguel, de 12 anos, e Benício, de 8, foram encontrados com ferimentos na cabeça. Ambos faleceram após tentativas de socorro.
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Indícios de Incêndio: Moradores relataram um forte cheiro de gasolina no imóvel. A perícia localizou dois galões vazios, indicando que o combustível foi espalhado pelo ambiente antes dos disparos.
Contexto e Desabafo
Pouco antes da tragédia, Thales Naves publicou mensagens mencionando dificuldades conjugais e pedindo desculpas à família. Ele era genro do prefeito de Itumbiara, Dione Araújo, que é avô das crianças e se manifestou publicamente em profundo luto.
| Informação | Detalhes do Caso |
| Investigação | GIH de Itumbiara / PCGO |
| Vítimas | Miguel (12 anos) e Benício (8 anos) |
| Autor | Thales Naves Alves Machado |
| Status do Inquérito | Em andamento (Sigiloso) |
A PCGO reforçou que novas informações oficiais só serão compartilhadas após a finalização das diligências técnicas. O caso segue sob forte comoção no sul de Goiás, enquanto a cidade de Itumbiara tenta processar o impacto da perda das duas crianças e do gestor público.
Fonte: Metrópoles
Redigido por: ContilNet
