Período de Carnaval no Acre registra mais de 250 ocorrências e 22 mandados de prisão, diz polícia

Durante a quina carnavalesca, também foram cumpridos 22 mandados de prisão e 130 pessoas foram conduzidas às delegacias em diferentes regiões do estado

Período de Carnaval no Acre registra mais de 250 ocorrências e 22 mandados de prisão, diz polícia
Período de Carnaval no Acre registra mais de 250 ocorrências e 22 mandados de prisão/Foto: Reprodução

A Polícia Civil do Acre divulgou o balanço oficial das ocorrências registradas durante o Carnaval 2026 em todo o estado. O Relatório Estatístico Sintético, disponibilizado no site institucional da corporação, reúne dados coletados entre 6h do dia 13 e 5h59 do dia 18 de fevereiro, abrangendo tanto a capital quanto os municípios do interior.

Conforme o levantamento, foram confeccionados 251 boletins de ocorrência no período analisado. Desse total, 25 tiveram relação direta com as festividades carnavalescas, enquanto 226 não estavam vinculados ao evento. Além disso, a instituição instaurou 100 procedimentos investigativos, entre inquéritos policiais, autos de investigação de ato infracional, termos circunstanciados, boletins circunstanciados e verificações de procedência de informação.

No recorte dos crimes considerados graves, o relatório aponta quatro registros: duas tentativas de homicídio e dois casos de estupro, ocorridos nos municípios de Brasiléia e Rio Branco. Já os crimes contra o patrimônio somaram 30 ocorrências, incluindo furtos e roubos de celulares e veículos.

Durante a quina carnavalesca, também foram cumpridos 22 mandados de prisão e 130 pessoas foram conduzidas às delegacias em diferentes regiões do estado. O documento ainda contabiliza 56 casos de violência doméstica e 41 representações por medidas protetivas.

As equipes da Polícia Técnico-Científica realizaram 157 atendimentos periciais no período, entre exames de lesão corporal, necropsias, perícias em acidentes de trânsito e análises de entorpecentes, entre outros procedimentos.

Os dados foram coletados pelos setores de inteligência e consolidados pela área de estatística da corporação, sob coordenação do delegado Nilton César Boscaro. “Todos os dados foram coletados de forma criteriosa e podem sofrer ajustes conforme o avanço das investigações. Utilizamos recursos visuais como gráficos e mapas para facilitar a leitura e permitir uma análise mais clara dos padrões criminais registrados durante o Carnaval de 2026”, afirmou Nilton César Boscaro.

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