Depois de uma semana de especulações, memes e comentários, Mateus Solano finalmente se pronunciou sobre a polêmica do suposto “tapa no celular” durante a apresentação da peça “O Figurante”, em Santa Rosa (RS). Em um vídeo publicado nas redes sociais, o ator esclareceu o que realmente aconteceu, e fez isso com bom humor.
“E atenção, pronunciamento mais que especial finalmente veio a público para esclarecer a polêmica da semana passada. Afinal de contas, o Brasil, o mundo parou para comentar sobre o tapa mais famoso desde o tapa na pantera. Sim, o tapa desse que vos fala.”
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Solano afirmou que achou positivo o debate levantado após o episódio. “Achei o máximo, gente, achei o máximo a gente poder, através dessa polêmica, levantar um pouco essa questão da falta de educação do público, os limites, né, de um e do outro, né, o limite do público, o limite de quem tá no palco. A única coisa que eu fiquei me coçando para falar, mas eu resolvi deixar a poeira baixar, é que eu não dei tapa nenhum, nem no celular e muito menos em qualquer pessoa.”
O ator explicou o que realmente fez durante a cena. “O que eu fiz foi agir como um trombadinho, aí rapidamente eu peguei o celular, furtei o celular e botei, joguei debaixo da… enfim, joguei debaixo da poltrona.”
Segundo ele, o público não sabia que o espetáculo estava sendo filmado para o diretor, que mora fora do Brasil. “Agora, o que vocês não sabem é que eu tenho um diretor que mora fora, né, Chiqueiro, o menino mora em Portugal. Então, de tempos em tempos, a gente precisa filmar o espetáculo para mandar para o diretor para ele poder me dirigir. Dizer: ‘Olha, ali você ganhou, aqui você perdeu’ e etc. e tal. E não é que foi justamente no dia do tapa que a gente tava filmando? Portanto, eu tenho provas.”
Com bom humor, Mateus Solano resumiu: “Sim, eu tenho provas de que eu fui um ninja, consegui não parar o espetáculo, tirar o celular que tava me atrapalhando e é isso. E causar essa polêmica muito importante pra gente falar sobre a importância, né, gente? É muito importante, tanto para quem tá em cena quanto para quem tá na plateia, realmente, a luz do celular, a falta de atenção… o teatro não é captável, né? É um momento único.”





