“Milicianos covardes”, diz Moraes sobre núcleo da desinformação da trama golpista

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“Milicianos covardes”, diz Moraes sobre núcleo da desinformação da trama golpista

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou nesta terça-feira (21/10) que os réus do núcleo 4, o da desinformação da trama golpista, são “milicianos covardes”. A fala foi dada durante seu voto, que abriu a sessão desta terça.

“É o modus operandi dessas milícias digitais: a covardia. Eles atacam não só a pessoa, mas a família. Milicianos covardes e criminosos que atacam a família”, afirmou o ministro.

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Reprodução: YouTube/TV Justiça
Alexandre de Moraes vota pela condenação dos réus, incluindo o ex-presidente da República, Jair BolsonaroReprodução: YouTube/TV Justiça
Rosinei Coutinho/STF
Alexandre de Moraes usa gravada com estampa de “cachorrinhos” para retomada do julgamento de Bolsonaro e aliadosRosinei Coutinho/STF
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Alexandre de Moraes usa gravada com estampa de “cachorrinhos” para retomada do julgamento de Bolsonaro e aliadosRosinei Coutinho/STF
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Alexandre de Moraes usa gravata com estampa de “cachorrinhos” para retomada do julgamento de Bolsonaro e aliadosFoto: Rosinei Coutinho/STF
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Alexandre de Moraes usa gravada com estampa de “cachorrinhos” para retomada do julgamento de Bolsonaro e aliadosRosinei Coutinho/STF
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Alexandre de Moraes usa gravada com estampa de “cachorrinhos” para retomada do julgamento de Bolsonaro e aliadosFoto: Rosinei Coutinho/STF
Foto: Vinícius Schmidt/Metrópoles
Ministro do STF Alexandre de Moraes é relator dos casos que envolvem Bolsonaro no STFFoto: Vinícius Schmidt/Metrópoles

“O modus operandi desse novo populismo digital extremista é sempre o mesmo, sendo possível identificar o comportamento atípico dos ataques sistematizados”, disse Moraes.

O grupo do núcleo 4 é formado por pessoas acusadas de disseminar informações falsas com o objetivo de desacreditar o sistema eleitoral brasileiro.

Entre os nomes citados nesse grupo estão o capitão reformado Ailton Gonçalves Moraes Barros; o major da reserva Ângelo Martins Denicoli; o engenheiro Carlos César Moretzsohn Rocha, presidente do Instituto Voto Legal; o subtenente do Exército Giancarlo Gomes Rodrigues; o tenente-coronel Guilherme Marques de Almeida; e o policial federal Marcelo Araújo Bormevet, ex-integrante da Agência Brasileira de Inteligência (Abin).

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