Peptídeos: o novo tratamento vindo dos EUA que virou febre entre celebridades

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Um novo tipo de terapia que nasceu em clínicas de longevidade nos Estados Unidos tem ganhado espaço entre celebridades e influenciadores: os peptídeos. As substâncias prometem desde rejuvenescimento da pele até perda de gordura, ganho de massa muscular e recuperação acelerada do corpo. O uso dos aminoácidos já foi mencionado por famosos como a atriz Jennifer Aniston, o podcaster Joe Rogan, a atriz Gwyneth Paltrow e as empresárias Khloé Kardashian e Hailey Bieber. Embora poucos famosos brasileiros confirmem publicamente o uso, clínicas de longevidade relatam aumento da procura entre celebridades e influenciadores.

Os peptídeos são pequenas cadeias de aminoácidos, os mesmos blocos que formam as proteínas do corpo humano. Eles atuam como mensageiros biológicos que ajudam a regular diversas funções do organismo. Alguns deles já são utilizados na medicina há décadas, como em medicamentos para diabetes ou hormônios, mas novas versões passaram a ser usadas em protocolos de longevidade. O tratamento é conhecido como “peptide therapy” e virou tendência no universo do bem-estar e da estética. Porém, tem levantado debates sobre eficácia e segurança.

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Joe Rogan com Adam Sandler em episódio de seu podcastReprodução: Instagram/@joerogan
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Gwyneth Paltrow comemorando recentemente seus 52 anosReprodução: Instagram/Gwyneth Paltrow
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Khloé Kardashian é constantemente comparada às irmãs da família de socialitesReprodução: Instagram/Khloé Kardashian
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Justin Bieber e Hailey comemorando aniversárioReprodução: Instagram/@lilbieber

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Entre os benefícios divulgados por clínicas e adeptos da terapia estão: estímulo à produção de colágeno e melhora da pele; perda de gordura corporal; ganho de massa muscular; recuperação mais rápida de lesões; melhora do sono e da energia; e potencial aumento da libido e do desempenho físico.

A popularidade do método explodiu nas redes sociais, impulsionada por celebridades que passaram a relatar experiências positivas com o tratamento. A atriz Jennifer Aniston, por exemplo, já afirmou recorrer a aplicações semanais de peptídeos para melhorar a aparência da pele e retardar sinais do envelhecimento.

Esse tipo de divulgação fez com que a terapia se tornasse um dos assuntos mais comentados no mercado de saúde e estética. Em clínicas americanas, algumas aplicações podem custar entre US$ 300 e US$ 600 por frasco, o equivalente a R$ 1.560 a R$ 3.120 no Brasil.

O sucesso da terapia também se conecta ao boom global da chamada “medicina da longevidade”, que busca retardar o envelhecimento e prolongar a vida saudável. Em clínicas de alto padrão, tratamentos com peptídeos são oferecidos junto com outras técnicas regenerativas, como NAD, exossomos e terapias celulares, frequentemente voltadas a clientes de alto poder aquisitivo.

Apesar da popularidade crescente, muitos especialistas alertam que grande parte dos peptídeos utilizados em clínicas ou vendidos online não possui aprovação de órgãos reguladores, como a Food and Drug Administration (FDA), dos Estados Unidos. Segundo médicos, a falta de estudos clínicos robustos sobre vários desses compostos significa que os benefícios ainda não são totalmente comprovados. Os riscos podem incluir reações alérgicas, problemas metabólicos e efeitos colaterais desconhecidos no longo prazo.

Para especialistas, a principal recomendação continua sendo cautela. Enquanto a ciência ainda tenta entender completamente os efeitos dessas substâncias no organismo humano, a popularidade mostra que o fascínio por soluções rápidas para saúde e beleza continua mais forte do que nunca.

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