Irã afirma que ataque dos EUA contra navio de guerra deixou ao menos 104 mortos

Conflito no Oceano Índico

Irã afirma que ataque dos EUA contra navio de guerra deixou ao menos 104 mortos
Irã afirma que ataque dos EUA contra navio de guerra deixou ao menos 104 mortos/Foto: Reprodução

O governo do Irã informou neste domingo (8) que um ataque atribuído aos Estados Unidos contra um navio de guerra iraniano deixou ao menos 104 mortos e 32 feridos. O episódio ocorreu na semana passada e foi divulgado pela agência estatal iraniana Fars.

Segundo autoridades iranianas, o alvo foi o navio de guerra Iris Dena, atingido durante uma operação militar no Oceano Índico, nas proximidades da costa do Sri Lanka. A embarcação teria sido atingida por um torpedo disparado por um submarino da Marinha dos Estados Unidos.

De acordo com o governo iraniano, o ataque ocorreu na quarta-feira (4), quando o navio estava a cerca de 19 milhas náuticas da cidade de Galle, no sul do Sri Lanka. Inicialmente, o país havia informado que cerca de 80 tripulantes haviam morrido, mas um novo balanço divulgado neste domingo elevou o número para 104 vítimas fatais, além de dezenas de feridos.

Os militares sobreviventes foram socorridos após uma operação de resgate iniciada por autoridades da região e encaminhados para atendimento médico em um hospital no Sri Lanka.

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O secretário de Defesa dos Estados Unidos, Pete Hegseth, confirmou o ataque e afirmou que a embarcação iraniana foi atingida por um torpedo lançado de um submarino norte-americano.

Segundo ele, o navio iraniano afundou após ser atingido em águas do Oceano Índico. Em declaração à imprensa, Hegseth afirmou que a ação foi conduzida por um submarino americano e classificou o torpedo utilizado como uma arma de alta precisão.

O episódio ocorre em meio ao aumento das tensões militares entre Irã e Estados Unidos e amplia o clima de instabilidade na região, considerada estratégica para o comércio marítimo internacional e para as rotas de energia.

Até o momento, autoridades internacionais acompanham o caso enquanto os dois países mantêm versões distintas sobre as circunstâncias do ataque.

Metrópoles

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