Mito do fim do mundo fez carcereiro libertar presos, relembre

Caso exibido em 1999 voltou a circular nas redes

Mito do fim do mundo fez carcereiro libertar presos
Mito do fim do mundo fez carcereiro libertar presos/Foto: Reprodução

Uma reportagem exibida em 1999 pela TV Paraíba, afiliada da Rede Globo em Campina Grande, voltou a circular nas redes sociais ao relembrar um episódio inusitado envolvendo um agente penitenciário.

Segundo a matéria, o carcereiro libertou detentos após acreditar que o mundo acabaria no dia seguinte, em referência a uma suposta profecia atribuída a Nostradamus. Antes de soltar os presos, ele teria comprado três garrafas de cachaça e consumido a bebida junto com os detentos dentro da unidade prisional.

De acordo com o relato exibido à época, o agente teria justificado a decisão com a frase: “Se o mundo vai se acabar, pra que cadeia?”. A atitude ocorreu durante a noite e sem qualquer comunicação oficial às autoridades responsáveis.

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O caso ganhou grande repercussão, chegando a ultrapassar as fronteiras do país e sendo comentado em diferentes lugares do mundo, impulsionado pelo contexto de medo coletivo que marcava a virada do milênio.

Na época, o temor de um possível “fim do mundo” ganhou força em diferentes países, impulsionado por interpretações de profecias antigas e também por incertezas tecnológicas ligadas ao chamado “bug do milênio”. O cenário alimentou um clima de apreensão coletiva, levando parte da população a acreditar que a mudança de calendário poderia provocar eventos catastróficos.

A gravação voltou a viralizar anos depois, compartilhada por perfis que reúnem conteúdos históricos da televisão brasileira.

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