O cultivo de cactos tem conquistado espaço e fronteiras a partir do coração da Região Norte. Conhecido por abrigar uma das maiores variedades de espécies da região, Marcos Nogueira destaca a força desse mercado que une colecionadores locais, nacionais e internacionais.
A loja Pé D’Espinho, no Galpão do Empreendedorismo, na Expoacre, traz uma variedade de cactos tailandeses, mexicanos e alguns raros.
O que começou como um hobby e uma paixão pessoal pela coleção de cactos transformou-se em um negócio especializado. Hoje, o cultivo localizado em Rio Branco conta com mais de 600 espécies de cactos.
Entre os destaques trazidos pelo produtor, encontram-se verdadeiras joias da jardinagem mundial, como o Gimnocálicio tailandês (Gymnocalycium variegata), conhecido por suas cores vibrantes e chamativas.l, o Super Kabuto (Astrophytum asterias), um cultivar de origem japonesa altamente apreciado por entusiastas, além de cactos cristatas e enxertados, que são variedades de formas exóticas e esculturais.
Enquanto no mercado local de Rio Branco a cultura de colecionar cactos raros ainda está em processo de desenvolvimento, o cenário digital e internacional é bastante aquecido.
“A gente vende de forma online pela internet, com clientes no Brasil todo, na Bolívia e também no Peru, na área de fronteira”, aponta Marcos.
As plantas exóticas de outras nacionalidades, de origem tailandesa, japonesa e mexicana, atraem principalmente colecionadores exigentes que buscam espécimes exclusivos para compor seus jardins e coleções.
A acessibilidade e a exclusividade caminham lado a lado no catálogo do produtor, atendendo tanto a quem está começando no cultivo quanto a colecionadores de alto nível, com opções partir de R$ 10,00 e R$ 940,00 para exemplares raros e diferenciados.




